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Fórum de Educação Física Escolar discute metodologias de ensino e papel do professor
26/08/2019
Fonte: CREF2/RS

No último sábado, dia 24 de agosto, a Comissão de Educação Física Escolar do CREF2/RS promoveu a oitava edição do Fórum de Mobilização Gaúcha pela Educação Física Escolar, no SESC Protásio Alves. O evento, que integrou a programação gratuita do 45º ENAPEF, contou com uma palestra conduzida pelo conselheiro federal Ricardo Catunda (CREF 000001-G/CE) e uma atividade lúdica ministrada por José Anchieta (CREF 000337-G/RS).

Com cerca de 100 participantes, entre profissionais e estudantes, a mesa de abertura do Fórum contou com a presença do presidente do CREF2/RS José Edgar Meurer (CREF 001953-G/RS), da presidente da Comissão de Educação Física Escolar Miryam Brauch (CREF 006834-G/RS), da presidente da APEF Luciane Citadin (CREF 000100-G/RS) e do diretor de logística da Secretaria de Educação Paulo Rezende (CREF 001298-G/RS). Na sua fala, Miryam destacou o papel importante que o evento desempenha, desde a sua primeira edição, para a valorização do profissional de Educação Física dentro das escolas e para a defesa de projetos de lei que contemplem a sua presença desde as séries iniciais de ensino.

Criador do método de ginástica afro aeróbica, Anchieta deu continuidade ao evento, com uma atividade prática. A interação contou com o envolvimento de todos os presentes, que puderam conhecer um pouco mais sobre o batucalê e as formas de utilizá-lo em aulas de Educação Física Escolar, por exemplo. Na sequência, foi a vez da conselheira Cláudia Lucchese (CREF 00238-G/RS) conduzir um segundo momento de descontração, com uma performance de dança e bom humor.

Metodologias ativas

Abordando as metodologias da Educação Física e o papel desempenhado pelos professores, Catunda iniciou a sua palestra explicando o processo de aprendizagem ativa e o desafio complexo que é o ato de ensinar. “A definição de ‘aprender’, como aponta diversos autores, é ‘se tornar capaz de fazer o que antes não se conseguia fazer’. O conceito tem, portanto, uma relação intrínseca com o desenvolvimento de um conjunto integrado de competências”, enfatizou.

Na sua apresentação, o Conselheiro Federal também esclareceu como o aprendizado, sobretudo na Educação Física, tem a possibilidade de transformar a realidade com experimentações. Para isso, Catunda afirmou que a “pirâmide da aprendizagem” precisa ter como objetivo a autonomia dos alunos, através de práticas que reforcem o trabalho em equipe, a resolução de problemas e a criatividade. “O professor é apenas um facilitador dentro do processo, em um modelo de ensino que deve ter clara classificação de prioridades, com as experiências práticas sempre em destaque”, avaliou.

No encerramento do Fórum, Catunda ainda respondeu as dúvidas da plateia, quase todas sobre temas que dizem respeito ao dia a dia dos profissionais de Educação Física que atuam nas escolas. A Comissão de Educação Física Escolar do CREF é formada por Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), Clery de Lima (CREF 000297-G/RS), Jeane Cazelato (CREF 000003-G/RS), Miryam Brauch (CREF 006834-G/RS) e Ninon Leal (CREF 001350-G/RS).


Educação Física Escolar Comissão de Educação Física Escolar



Vice-presidente e procurador jurídico do CREF2/RS visitam CONFEF e CREF1
06/02/2019
Fonte: CREF2/RS

O vice-presidente do CREF2/RS, Giovanni Bavaresco (CREF 001512-G/RS), e o procurador jurídico do Conselho, Artur Eduardo Jarzinski Alfaro (OAB/RS 080493), visitaram no dia 28 de janeiro o Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) e a sede do Conselho Regional de Educação Física da 1ª Região (CREF1), que atua nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. No Conselho da 1ª Região, houve troca de experiências entre as autarquias, na qual os representantes do CREF2/RS tiveram a oportunidade de estudar os métodos de gestão administrativa e a metodologia aplicada na fiscalização do CREF1. No Conselho Federal, Bavaresco e Alfaro analisaram os detalhes do sistema de parcelamento de anuidades feito por meio de cartão de crédito, procedimento que já foi aprovado para ser implementado no CREF2/RS em breve.

Na ocasião, foram debatidas sugestões de alterações estatutárias com a diretoria do CONFEF, bem como a atuação do Sistema CONFEF/CREFs junto à Casa Civil e ao Congresso Nacional, com o propósito de acompanhar os vários projetos de lei que estão na pauta para serem votados e que envolvem tanto a profissão de Educação Física como a saúde da população. O conteúdo dos PLs varia, tanto beneficiando a profissão e a saúde da população, mas também retirando direitos, contingenciando verbas relativas à atividade física e aos esportes, assim como incentivando a criação de cursos EAD na formação integral de profissionais da saúde, proposta que já é repudiada pelas 14 categorias profissionais de saúde de nível superior reconhecidas pelo Conselho Nacional de Saúde(CNS).


Sistema CONFEF CREFs



Pesquisador da FADERGS visita CREF2/RS e traz dados preocupantes sobre a obesidade e sedentarismo
23/05/2017
Fonte: CREF2/RS

O Coordenador de Pesquisa da Escola de Saúde e Bem-Estar do Centro Universitário da FADERGS, Roberto Costa, pós-doutorado em Ciências do Movimento Humano pela UFRGS, visitou o CREF2/RS, ontem, dia 22. Costa vem estudando há 20 anos a obesidade na infância e adolescência e as doenças crônicas a elas associadas. Segundo o professor, os dados indicam que a cada ano a condição da saúde juvenil se deteriora, por mais que se façam ações governamentais e sociais de combate à obesidade. “Talvez as estratégias não sejam as mais apropriadas”, avalia.

Segundo a presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), o Conselho apoia a ação de combate à obesidade infantil, problema que já se tornou uma pandemia. "Cerca de 33% das crianças e adolescentes estão com sobrepeso ou obesas. Ou seja, uma em cada três crianças tem esta doença. A obesidade implica em várias outras sequelas, sejam psicológicas, como exclusão da criança, ou agressões, via bullyng. Isto pode causar sérios traumas que deveriam ser evitados com atividade física e uma alimentação saudável".

Costa alerta para o bombardeio a que as crianças e a adolescentes sofrem pela publicidade, incentivando o consumo de alimentos ricos em gordura, açúcar e sal e com baixa qualidade nutricional. “De outro lado, enfrentamos o sedentarismo cada vez mais elevado. Crianças que antes brincavam ativamente na rua, hoje ficam inativas em frente a uma tela. A isto, soma-se alimentação inadequada, resultando em um caminho aberto para doenças”, constata.

Segundo Roberto, as classes sociais desfavorecidas sofrem mais com este tipo de alimentação. “Infelizmente, um pacote de biscoito recheado, com 1200 calorias, é mais barato do que uma fruta”, constata. O coordenador explica que o acesso a estes alimentos de má qualidade nutricional é facilitado pelo baixo custo. “Outro ponto é a questão da palatabilidade, não podemos negar que estes alimentos processados são gostosos para o paladar da criança e do adolescente”, explica.

De acordo com o coordenador, os adolescentes obesos apresentam índice elevado de síndrome metabólica. “Encontramos em Porto Alegre adolescentes obesos que tinham triglicérides alterados, colesterol elevado, obesidade abdominal, hipertensão arterial, ou seja, indivíduos com doenças de idosos, o que indica um risco elevado para a saúde, principalmente porque se apresenta uma tendência a se prolongar durante toda a vida”, argumenta. Costa conclui que estas pessoas chegam a sua vida adulta com sobrepeso e doenças crônicas, acabando por apresentar um risco maior de óbitos. “Atualmente vemos um aumento no número de indivíduos apresentando infarto aos 35 anos e AVC aos 45 anos”.

As ações para solucionar este problema têm que envolver toda a sociedade, aponta Costa. “Precisamos de uma mudança de atitude em relação a práticas alimentares e ao combate do sedentarismo, e para isto precisamos do apoio dos pais, da sociedade civil e da classe política em todos os âmbitos”. Costa vislumbra a escola como melhor ambiente para estas políticas serem efetuadas. “É o momento para utilizarmos este ambiente para a incentivarmos saúde. O ensino da matemática, da física e do português são muito importantes, mas é imperativo que eduquemos para a saúde”, arremata.

Para Costa, o professor de Educação Física que é o profissional de saúde dentro da escola, e ele tem que assumir este espaço. “É importante que tenhamos primeiro o conhecimento da condição dos alunos, precisamos saber aqueles que tem obesidade ou que estão em risco”. A partir desta etapa, afirma o professor, temos que propor as ações que envolvam a alimentação e a orientação aos pais sobre o que a criança traz para a escola. “Nos últimos cinco anos, o único país que conseguiu uma redução da obesidade na fase escolar foi nos EUA, com o programa alimentar implementado pela primeira-dama Michelle Obama. Infelizmente, com o novo presidente o programa foi revogado”, constata.

Costa explica que o deputado estadual Maurício Dziedrickir tem dois projetos de Lei envolvendo o tema. O primeiro introduz o cadastro de obesidade infanto juvenil, bem como torna obrigatório a realização da avaliação antropométrica para verificação do estado nutricional e triagem de risco para doenças crônicas não-transmissíveis nos alunos do ensino fundamental e médio nas escolas do Estado.

“E quem se não o profissional de Educação Física seria o mais indicado para realizar estas medidas”, afirma Costa. “Pois na sua graduação, o profissional de Educação Física tem disciplinas como biometria, medidas de avaliação ou avaliação física, que são matérias que cuidam desta medição antropométrica", analisa. O professor afirma ser possível fazer estes procedimentos em apenas uma aula. "Ele consegue fazer estas três medidas em todos os seus alunos. Em uma semana, ele terá conseguido medir todos os seus alunos. “Importante frisar que o PL vale para escolas públicas e particulares”, ressalta.

O segundo PL apresentado obriga todos os produtos alimentícios produzidos por indústrias do Estado a apresentar no rótulo a quantidade de sal e açúcar que contém em medidas em colheres de café. "Por exemplo, este suco tem seis colheres de chá de açúcar”.


Obesidade e Sedentarismo



Deputado federal João Derly propõe projeto de lei que deduz do IR gastos com atividade física
27/06/2016
Fonte: Assessoria deputado João Derly

O projeto de lei 426/2015, de autoria do deputado federal João Derly, propõe que as despesas com atividades desportivas sejam deduzidas na apuração da base de cálculo anual do Imposto de Renda das pessoas físicas. No teor do texto do projeto, Derly detalha que essas atividades devem ser supervisionados por profissional habilitado, até o limite de R$ 3.375,83. 

Para o parlamentar, essas ações tornam o esporte mais atrativo: "A prática esportiva traz como consequência uma vida mais saudável, ou seja, age diretamente na qualidade de vida da nossa população. Além disso, em efeitos práticos, diminui a procura do cidadão ao médico, ao posto de saúde, podendo investir de melhor forma, atendendo menos pessoas e de melhor forma. Ainda temos uma classe que irá consolidar-se, que é o professor de Educação Física, tendo mais capacidade para atrair alunos", ressaltou o bicampeão mundial de judô. 

Esporte é saúde!
Assine o abaixo-assinado apoiando o projeto neste link.


Projetos de Lei



CREF2/RS entrega livros sobre Educação Física Escolar à Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre
24/09/2015
Fonte: CREF2/RS

Nessa quarta-feira (23), o CREF2/RS realizou a entrega oficial do livro “Recomendações para a Educação Física Escolar” à Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre (SMED). Os exemplares, editados pelo Sistema CONFEF/CREFs, serão repassados às 55 escolas municipais de ensino fundamental da capital. Na ocasião, a presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), e a presidente da Câmara Técnica de Educação Física Escolar, Miryam Brauch (CREF 006834-G/RS), apresentaram as propostas contidas na publicação à Eliane Meleti, chefe de gabinete da secretária Municipal de Educação Cleci Jurach.

A presidente do CREF2/RS ressaltou importância da aprovação da lei nº 11.585 do vereador professor Garcia (CREF 000002-G/RS), que tornou obrigatória a formação em curso superior de Licenciatura em Educação Física para a docência da disciplina nas escolas de ensino, como um marco na luta pela Educação Física Escolar no país. “Sancionada pelo prefeito de Porto Alegre José Fortunati, essa legislação deve ser reforçada e propagada para outras cidades do Rio Grande do Sul e do Brasil. Vemos nela um grande ganho para a educação e para a defesa da formação do profissional de Educação Física”.

Carmen explicou que a publicação do CONFEF/CREFs é resultado de intensos debates realizados pela Comissão de Educação Física Escolar do CONFEF em seminários, fóruns e congressos, que identificaram a falta de um documento referencial que desse conta, de maneira objetiva, das questões relacionadas a este campo do saber. “O livro foi desenvolvido por meio de uma proposta democrática, e se constitui em um instrumento norteador para a intervenção responsável e qualificada no ambiente profissional”, afirmou.

“Vamos enviar essa publicação às escolas com ofício recomendando seu estudo”, disse Eliane Meleti, enfatizando que o Ensino Fundamental e Médio do município já possuem professores graduados em Educação Física. “A valorização dos profissionais é prioridade da gestão. A lei cumpre o papel de sacramentar o trabalho que já vem sendo realizado no município, além de incentivar novas experiências nesse sentido. Na educação infantil, desde 2013, a Prefeitura vem nomeando profissionais de Educação Física”, acrescentou.

Segundo Miryam Brauch, o livro foi desenvolvido por meio de uma proposta democrática, com a colaboração de todos os CREFs. “Os Conselhos historicamente têm se esforçado em cooperar na atualização dos profissionais de Educação Física e na elaboração e apresentação de projetos de lei que garantam aos alunos acesso às aulas de Educação Física Escolar ministradas por profissional habilitado”.

Foto: Guga Stefanello/Divulgação PMPA


Educação Física Escolar



Extinção da Fundergs pode ser votada nesta terça-feira
21/09/2015
Fonte: Agência de Notícias ALRS

Entre as matérias que estão aptas a serem apreciadas pelos deputados estaduais na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (22), estão os projetos de lei do governo estadual que propõem a extinção da Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs) e da Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (FEPPS). Ambos tramitam em regime de urgência, porém trancam a pauta de votações desde o dia 8 de setembro.

O CREF2/RS se posiciona contrário ao PL 299, que propõe a extinção da Fundergs, por entender que só a manutenção e a ampliação das políticas públicas desportivas garantirão a construção da cidadania, a inserção social e trarão estímulo a uma vida mais saudável, prevenindo doenças. "Além disto, a extinção da Fundergs fragiliza o Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE), local que mantém seis centros de excelência no esporte e mais dezenas de atividades, com 5 mil usuários dia, muitos por indicação médica", observa a presidente do CREF2/RS Carmen Masson (CREF 001910-G/RS).

Conforme acerto entre o presidente da Assembleia, deputado Edson Brum (PMDB), e os líderes do Movimento Unificado dos Servidores, o acesso do público ao Plenário 20 de Setembro durante a sessão plenária desta terça-feira (22) será liberado mediante distribuição de senhas para as galerias. Os 290 assentos serão divididos igualmente para os contrários e favoráveis aos projetos. A sessão plenária inicia-se às 14h e o acesso ao público, às 13h45.

Foto: Vinicius Reis/ALRS


Fundergs



CREF2/RS faz alerta em audiência pública sobre os graves prejuízos da possível extinção da Fundergs
15/09/2015
Fonte: CREF2/RS

Caso extinga a Fundergs, o governo estadual onerará a saúde pública em, no mínimo, R$ 6 milhões, além de comprometer o desporto gaúcho. O alerta foi lançado pela presidente do CREF2/RS Carmen Masson (CREF 001910-G/RS) na audiência pública da Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa, realizada ontem (14), que tratou dos Projetos de Lei 299/2015 e 301/2015, ambos do Executivo. A primeira proposta extingue a Fundação Estadual do Esporte e do Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs), e a segunda, a Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (FEPPS). A audiência foi solicitada pelos deputados Stela Farias (PT) e Nelsinho Metalúrgico (PT). O deputado Altermir Tortelli (PT) presidiu a reunião. Os PLs serão votados hoje.

Falando para um auditório lotado de servidores, a presidente do CREF2/RS observou que o governo não vê a prevenção da saúde pelo viés econômico, e ressaltou que os investimentos em projetos de atividades físicas e esportes reduzem significativamente a quantidade de despesas hospitalares. “Estudos internacionais demonstram que para cada dólar investido em atividade física, se obtém uma economia de 3,20 dólares em custos médicos”, defendeu. "Estamos todos reunidos aqui para proteger duas áreas da saúde. A pesquisa, representada pela FEPPS, e a promoção e prevenção, gestada pela Fundergs”. O Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE) também foi lembrado pela presidente. "Quem vai garantir que a verba provida pelo Governo Federal será aplicada no CETE?", indagou. "Esta verba cairá no Caixa Úníco do governo, com destinação incerta", arrematou. O CETE mantém seis centros de excelência no esporte e mais dezenas de atividades, em uma oferta de alta qualidade, com 5 mil usuários dia.

O ex-presidente da Fundergs Cláudio Gutierrez (CREF 014210-G/RS) sustentou que não haverá economia com a extinção da Fundergs, pois dos 20 milhões previstos para seu orçamento em 2015, 16,5 milhões vêm do Governo Federal e da Lei Pelé. "São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais fazem esporte com fundações, órgãos mais ágeis e baratos que as secretarias. E quando todo o país discute o Sistema Nacional de Esporte e Lazer, que visa a integração nacional das políticas públicas deste setor, o governo gaúcho extingue a secretaria de Esportes", lamentou. Dida observou que este é um péssimo sinal aos possíveis investidores esportivos nacionais e estrangeiros. “Quem irá investir em um estado que fecha seus canais políticos?", questionou.

Gutierrez alertou que sem a Fundergs, reabre-se o caminho para privatizar o CETE. "Para mim, que sou sócio do Grêmio Naútico União, a privatização do CETE poderia ser apenas uma notícia no jornal. Para o jovem excluído, porém, é a oportunidade de inclusão que se fecha. Isto tudo vai explodir mais adiante em violência social".

O conselheiro do CREF2/RS e presidente da Federação Universitária Gaúcha de Esportes João Guilherme de Souza Queiroga (CREF 000839-G/RS) afirmou que o governo tem a delegação legítima para implementar sua política econômica, mas não pode extinguir fundações aleatoriamente e sem prévio estudo. "A Fundergs é fruto de muito luta dos profissionais de Educação Física no estado. Há um profundo desconhecimento por parte do governo em relação às atividades deste órgão".

Foto: Mariana Carlesso/Agência ALRS


Fundergs



Assembleia Legislativa realiza audiência pública em defesa da Fundergs hoje à tarde
14/09/2015
Fonte: AL-RS

As propostas de extinção da Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps) e da Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs) serão o tema da audiência pública que será realizada nesta segunda-feira (14), na Assembleia Legislativa. A atividade está programada para as 14h, no Espaço Convergência.

O deputado estadual Altemir Tortelli presidirá o encontro, que foi proposto conjuntamente pelos deputados Stela Farias e Nelsinho Metalúrgico, na Comissão de Segurança e Serviços Públicos. O objetivo da atividade é tratar dos projetos de Lei 209 e 301/2015, de autoria do Executivo estadual, que suprimem as duas instituições. Acerca da Fundergs, o parlamentar compreende que a proposta de extinção está na “contramão dos avanços na área dos esportes, com a diminuição do protagonismo do tema em sua gestão estadual”. Conforme Tortelli, “a economia para os cofres estaduais será mínima, gerando um prejuízo social para o Rio Grande do Sul.

A presidente do CREF2/RS Carmen Masson (CREF 001910-G/RS) também declarou a insatisfação do Conselho com a proposta, sobretudo em relação ao futuro do Centro de Treinamento Esportivo (CETE), localizado no Menino Deus. "Sabemos que no governo os trâmites são burocráticos e o CETE, vinculado à Fundergs, continuará recebendo investimento?", questionou.

Por tramitarem em regime de urgência na Assembleia, os PLs 299 e 301/2015 devem entrar na pauta do plenário da Casa já na próxima semana.


Fundergs



CREF2/RS realiza entrega de livros sobre Educação Física Escolar na Secretaria Estadual de Educação/RS
05/08/2015
Fonte: CREF2/RS

O CREF2/RS realizou, na terça-feira (04), a entrega oficial do livro “Recomendações para a Educação Física Escolar” à Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (SEDUC). Os exemplares, editados pelo Sistema CONFEF/CREFs, serão repassados às 30 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), que, por sua vez, encaminharão às 2.558 escolas que integram a rede estadual de ensino. Na ocasião, a presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), a presidente da Câmara Técnica de Educação Física Escolar, Miryam Brauch (CREF 006834-G/RS), e a conselheira Eliana Alves Flores (CREF 002649-G/RS) apresentaram as propostas contidas na publicação ao secretário-adjunto de Educação Luís Antônio Alcoba de Freitas, à diretora pedagógica da SEDUC, Leila Maria Schaan e ao diretor-adjunto de Logística e Suprimento da SEDUC, João Miguel Wenzel.

Segundo a presidente do CREF2/RS, a publicação é resultado de intensos debates realizados pela Comissão de Educação Física Escolar do CONFEF em seminários, fóruns e congressos, que identificaram a falta de um documento referencial que desse conta, de maneira objetiva, das questões relacionadas a este campo do saber. “O livro foi desenvolvido por meio de uma proposta democrática, e se constitui em um instrumento norteador para a intervenção responsável e qualificada no ambiente profissional”, afirma.

Carmen ressalta que a integração com a SEDUC é fundamental para que a Educação Física Escolar se consolide como instrumento de promoção da saúde e da cidadania. “A responsabilidade pela implantação deste currículo nas escolas não é papel exclusivo dos professores. É necessário que os gestores percebam o valor intrínseco da Educação Física. Portanto, o apoio demonstrado pela Secretaria é de grande importância nesta luta”, analisa.

De acordo com o secretário-adjunto da Educação do Rio Grande Sul, Luís Antônio Alcoba de Freitas, a doação dos livros “Recomendações para a Educação Física Escolar” para a rede estadual de ensino proporcionará muitos benefícios aos estudantes. “O material será muito útil para o desenvolvimento dos alunos, servindo como incentivo à prática de atividades físicas e, assim, colaborando com a saúde corporal e mental das nossas crianças”, argumenta.

Miryam Brauch assinala que o Conselho historicamente tem se esforçado em cooperar na atualização dos profissionais de Educação Física e na elaboração e apresentação de projetos de lei que garantam aos alunos acesso às aulas de Educação Física Escolar ministradas por profissional habilitado. “Esse livro é um trabalho corajoso, que reflete sobre os motivos que justificam a obrigatoriedade deste tema como componente curricular. Ele também aponta direções diante da complexa realidade enfrentada pela educação hoje”.

Foto: Evandro Oliveira/Seduc RS


Educação Física Escolar



CREF2/RS mobiliza-se em defesa de Projetos de Lei na Assembleia Legislativa do RS
27/08/2013
Fonte: CREF2/RS

No dia 26 de agosto, a Câmara Técnica de Paradesporto e Atividade Física Adaptada reuniu-se na sede do Conselho para dar andamento às tratativas sobre a Semana das Pessoas com Deficiência, planejando atividades específicas em comemoração à data. Entre as atividades discutidas, destaca-se também a homenagem na Assembleia Legislativa ao 1º de setembro, Dia do Profissional de Educação Física, por proposição da Câmara Técnica junto ao Deputado Carlos Gomes, que ocorrerá no próximo dia 3 de setembro, às 14 horas. A Câmara destacou a importância da ocasião para os Profissionais de Educação Física, pois será uma oportunidade de divulgação e de solicitação de votos aos deputados de Projetos de Lei que atingem diretamente a profissão. Destacam-se em especial quatro Projetos, que tratam da exigência do Profissional da Educação Física nas equipes de saúde da Secretaria Estadual de Saúde, da exigência de Profissional de Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental, da exigência de Registro no Conselho para concursos com cargo de Educador Físico e, finalmente, do Projeto de Lei que é proposição da Câmara Técnica, que visa marcar o dia 22 de setembo como Dia Estadual do Paradesporto e Atividade Física Adaptada. É de grande importância a presença de todos, lotando as galerias da Assembleia, para solicitarmos aos Deputados que votem os Projetos de Lei em questão!




Carlos Gomes homenageia Profissionais de Educação Física
05/09/2012
Fonte: Assessoria de Imprensa - Deputado Carlos Gomes

O deputado Carlos Gomes (PRB) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa do RS nesta terça-feira (04/09) para lembrar a passagem do Dia do Profissional de Educação Física, celebrada no último sábado, 1º de setembro. “É o momento em que somos chamados a refletir sobre a importância desses profissionais no bem-estar das pessoas e sobre o papel dos agentes públicos para promover a valorização dos trabalhadores, garantir o exercício responsável da Profissão e assegurar que o esporte e a Educação Física sejam direito de todos”, destacou o republicano.

Na tribuna, Carlos Gomes saudou o trabalho do Presidente do Conselho Regional de Educação Física do Rio Grande do Sul (CREF2/RS), Eduardo Merino, e do Presidente da Associação dos Profissionais de Educação Física, Álvaro Laitano. “São entidades associativas importantes na fiscalização, além de cumprirem relevante papel na luta pela inclusão dos profissionais nas unidades do SUS e na construção de projetos de lei”, reconheceu.

O parlamentar solicitou apoio dos colegas para aprovação do PL 245, apresentado por Carlos Gomes no ano passado, que institui a obrigatoriedade, nos concursos públicos do Estado, do registro do candidato nos respectivos conselhos profissionais. Carlos Gomes também defendeu a aprovação do projeto de lei nº 176, de sua autoria, que pretende garantir a inclusão de vagas para profissional de Educação Física em concursos públicos para a área da saúde realizados pelo Estado.