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CMD de Caxias do Sul realiza VII Fórum Municipal do Esporte e do Lazer
06/03/2020
Fonte: CREF2/RS

O Conselho Municipal do Desporto de Caxias do Sul vai realizar, no dia 25 de abril, o VII Fórum Municipal do Esporte e do Lazer. Com o tema "Políticas Públicas do Esporte e do Lazer", a atividade ocorrerá no Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul (Sindiserv), das 9h às 16h30min, com entrada gratuita para profissionais e acadêmicos do curso de Educação Física. As inscrições podem ser feitas por aqui ou diretamente no local.

Neste ano, a programação do Fórum contará com uma palestra ministrada pelo secretário municipal do Esporte e Lazer de Caxias do Sul Gabriel Citton e outra conduzida pela Associação dos Profissionais de Educação Fìsica do Rio Grande do Sul (Apef/RS), intitulada “Políticas Públicas no Desporto". O evento ainda vai ter uma explanação da proposta do Plano Municipal de Esporte e Lazer de Caxias do Sul e apresentação de diferentes eixos temáticos, relacionados ao Paradesporto, Lazer, Esporte e Lazer Comunitário, Esporte Escolar, Esporte de Rendimento, Programas e Projetos, Políticas Públicas e Financiamento.

VII Fórum Municipal do Esporte e do Lazer de Caxias do Sul
Data e horário: 25 de abril, sábado, das 9h às 16h30min
Local: Sindiserv – Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul
Endereço: Rua Carlos Giesen, 1217 – Exposição
Inscrições gratuitas por aqui ou diretamente no local


CMD Caxias do Sul Caxias do Sul CREF Serra



Vereadores farão Moção de Repúdio a MP que retira recursos do esporte
11/07/2018
Fonte: Site da Câmara Municipal de Porto Alegre

A elaboração de uma Moção de Repúdio ao texto da Medida Provisória (MP) nº 841/18 que, desde o dia 11 de junho, retira mais de R$ 541 milhões, oriundos de percentuais das apostas nas loterias federais, de projetos de incentivo ao esporte, em especial ao atletismo brasileiro, foi o encaminhamento adotado após debate sobre o tema, na tarde desta terça-feira (10/7), no encontro conjunto das comissões de Educação, Cultura, Esportes e Juventude (CECE), e de Defesa do Consumido, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) do Legislativo Municipal. A reunião, por iniciativa do vereador André Carús (MDB), que sugeriu a redação do documento, contou com a presença de outros parlamentares e representantes de entidades esportivas.

Ao iniciar a discussão da pauta, Carús disse que a MP, da forma como foi apresentada não irá produzir os resultados pretendidos, que é o de reduzir a violência nas cidades a partir da transferência de boa parte dos recursos do esporte juvenil para o Fundo Nacional da Segurança. De acordo com o vereador, é preciso pressionar o governo federal para reverter a situação “com a máxima urgência, porque os danos já estão causando estragos”.

Retrocesso

Para o vice-presidente de formação de atletas do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), Fernando Manuel de Matos Cruz, a MP retrocede em conquistas que vinham sendo obtidas desde a Lei Pelé. Disse, ainda, que da parte percentual do que é arrecadado com as loterias e destinada ao esporte, só atingiu a área de incentivo à formação de jovens para o atletismo. “O prejuízo é grande porque esses recursos vinham sendo investidos em equipamentos, como a construção de pistas atléticas, piscinas e outros; no pagamento de profissionais e no fomento à participação de atletas em competições, o que agora não é mais possível”.

Cruz explicou como o recurso, em média de R$ 40 milhões anuais, era distribuído até que a MP entrasse em vigor e zerasse os repasses de 0,5% de todos os prognósticos de loterias aos cuidados do CBC. “Ao esporte escolar cabia 5%, ao esporte universitário 10%, ao comitê paraolímpico 15%, às despesas administrativas 20% e os 50% restantes ao esporte olímpico e aos clubes”.

Luciana Miorro, coordenadora de Projetos Esportivos do Grêmio Náutico União, declarou que é grande a expectativa dos jovens atletas com a possibilidade de reversão dos efeitos da MP. “Eles estão apreensivos porque foi graças a esses recursos que muitos puderam ser incluídos no esporte”, disse. Ela exemplificou que no União, entre outras formas de investimento, foi possível revitalizar o piso de dois ginásios e equipar o departamento médico, entre outras melhorias “que refletem no preparo dos atletas para competições nacionais e internacionais”.

José Haroldo Arataca, diretor técnico e treinador da Confederação Brasileira de Atletismo (CBA), considerou que, apesar de danosa pelo seu contexto, a MP teve um resultado positivo. “Já vim aqui nesta Casa Legislativa muitas vezes e é a primeira vez que vejo a união dos representantes das entidades em defesa do esporte”. Arataca, no entanto, lamentou não ver a indignação popular. “As pessoas choram pela nossa colocação em sexto no Mundial, mas não se manifestam ao fato de estarmos na 84º posição em educação”, criticou.

Segundo o diretor da CBA, os recursos cortados atingem ainda, o esporte escolar, inviabilizando qualquer iniciativa, como os tradicionais jogos universitários. Ele elogiou a gestão dos recursos que até então eram destinados ao CBC e comparou: “a pista da Sogipa, com o controle da entidade foi construída por R$ 1,8 milhões e uma semelhante, na Ufrgs custou cerca de R$ 10 milhões”. Arataca também lembrou que parte dos recursos cortados do atletismo foram para reforçar o próprio prêmio das loterias, que aumentou recentemente de valor, e também para o futebol, por força da pressão feita pela “bancada da bola”.

Equívoco

O vice-presidente da Federaclubes, Carlos Humberto Rigon, disse que a MP é um equívoco. Além de prejudicar imediatamente aos clubes mais estruturados, como Sogipa, União e Veleiros, corta, também, o sonho das entidades menores que vinham se organizando para a aprovação de projetos junto ao CBC. Ele adiantou que o tema será um dos pontos a ser debatido no Congresso da Federaclubes que acontece em Gramado nos próximos dias 20, 21 e 22 de julho.

Lauro Aguiar, vice-presidente do Conselho Regional de Educação Física da 2ªRegião (CREF2RS) informou que o tema vem sendo tratado, também, no âmbito da Assembleia Legislativa, onde uma Audiência Pública está sendo chamada para discutir os efeitos da MP 841/18. Ele lamentou os poucos fóruns de debate e criticou a falta de realização das Conferências do Esporte. “Não somos contra a segurança pública, mas entendemos que não adianta construir presídios se não investirmos em prevenção à violência e isso se faz com iniciativas como a do incentivo da prática do esporte, assim como de investimentos em educação e cultura para os nossos jovens”.

Mauro Myskin, vice-presidente do Colégio Brasileiro de Ciência do Esporte, afirmou que a extinção da secretaria de Esportes e as políticas públicas para o setor, em Porto Alegre, foram completamente abandonadas. Ressaltou a importância da união de todos para a derrubada da MP, o que considera fundamental para a continuidade de projetos que vinham sendo desenvolvidos pelas entidades e clubes.

Leonardo Monteiro, que representou o deputado federal João Derly (Rede) ressaltou que a MP, que entrou em vigor no dia 12 de junho, tem prazo de 45 dias para ser apreciada pelo Congresso, ou passará a trancar a pauta. Ele lembrou, no entanto, que como há o recesso de julho e a contagem é interrompida, o prazo deve vencer em meados de agosto. “A solução mais rápida é a de pressão sobre o governo para que ele reveja os efeitos da MP sobre o Esporte. Fora isso, ou é esperar a votação, que pode ser pela derrubada, alteração do texto ou aprovação, ou ainda, aguardar os 120 dias para ver a MP, caso não seja apreciada em plenário, perca automaticamente os seus efeitos”.

Paulo Eduardo Barbosa Santos, presidente do Conselho Municipal de Desportos (CMD) reforçou as críticas à falta de incentivo ao esporte na capital gaúcha. Disse que o tratamento em Brasília, com a MP é semelhante ao que vem sendo destinado ao setor em um ano e sete meses do atual governo. Que o CMD perdeu recursos orçamentários, sede e, assim como os demais, qualquer apoio para o desenvolvimento do trabalho dos conselheiros.

Medida

Em suas manifestações, os vereadores presentes ao encontro, assim como o proponente da pauta, se posicionaram contra a retirada de recursos do esporte. De acordo com Cassiá Carpes (PP), o problema da falta de verbas não é diferente de quando foi presidente da extinta Fundação de Esporte e Lazer do Estado do Rio Grande do Sul (Fundergs). "Era preciso muito jogo de cintura para podermos realizar algo", justificou. João Bosco Vaz (PDT) disse que a MP coloca uma pá de cal sobre qualquer possibilidade de investimento em esporte na capital, visto que o atual governo não realiza nenhum aporte ao setor, assim como nas demais áreas, como na social, "totalmente abandonadas pelo poder público".

Na mesma linha Sofia Cavedon (PT), lamentou o desmonte do esporte na cidade. Ela ainda ressaltou que devido aos projetos do Executivo que trancam a pauta, a Moção de Repúdio não poderá ser votada com a celeridade que merece e, portanto, "o melhor é coletar as assinaturas dos vereadores para remetê-la o mais rápido ao presidente da Câmara Federal". disse. Prof. Alex Fraga (PSol) alertou que é necessário deixar clara a intenção da interrupção imediata dos efeitos da MP na Moção, visto se permanecer com seus efeitos por quatro meses, até que perca o seu valor, "irá provocar estragos que só poderão ser recuperados no ano que vem".

Para a vereadora Comandante Nádia (MDB), presidente da Cedecondh, a união de esforços em prol do Esporte é importante. Disse que os vereadores estão engajados na luta das entidades e clubes para fazer valer o desejo da comunidade esportiva brasileira. Tarciso Flecha Negra (PSD), que presidiu o encontro, destacou que o esporte é capaz de salvar a vida de muitos jovens. Ele lembrou a sua história e a importância que o setor tem para coibir a violência. Da mesma forma a vereadora Mônica Leal (PP) informou que assinará a Moção. Para ela, não se pode colocar em confronto a Segurança e o Esporte. "Cada um dos setores tem a sua importância e devem ter a atenção dos governos", declarou. O vereador Alvoni Medina (PRB), também participou do encontro.

Texto: Milton Gerson (reg. prof 6539)
Edição: Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)
Foto: Andielli Silveira/CMP


epúdio a MP que retira recursos do esporte



CREF2/RS defende Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer na Câmara de Vereadores de Porto Alegre
22/12/2016
Fonte: CREF2/RS

Na manhã desta quinta-feira, dia 22 de dezembro, o vice-presidente do CREF2/RS Lauro Aguiar (CREF 002782-G/RS) esteve na Câmara Municipal de Porto Alegre para buscar o apoio dos vereadores contra a proposta de extinção da Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer (SME). A votação está prevista para ocorrer hoje à tarde e os representantes do Plenário receberam uma carta, que apresenta os motivos para a continuidade do trabalho da SME e os benefícios que são proporcionados pelo órgão para toda a sociedade. O texto na íntegra segue abaixo:

O Conselho Regional de Educação Física da 2ª Região (CREF2/RS), representando cerca de 10 mil profissionais de Educação Física e 800 empresas registradas apenas em Porto Alegre, vem ratificar a importância da manutenção da Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer (SME), que tem sido referência na execução e na propagação de políticas públicas de esporte e de lazer, constituindo significativos programas e projetos na área do esporte escolar e da saúde.

Desde a sua criação nos anos 1920, a SME vem cumprindo o seu papel institucional com excelência, cuja função para a sociedade porto-alegrense é fundamental e imprescindível, gerando ações que oportunizam a prática da atividade física e do esporte, nas suas mais diversas modalidades e dimensões, além de fomentar a formação de novos profissionais de Educação Física.

Através do esporte e do exercício físico, a população de Porto Alegre tem demonstrando uma grande melhora na sua qualidade de vida, mesmo diante de números preocupantes apresentados em 2016 pelo Ministério da Saúde, em que relaciona 50% da população brasileira ao sobrepeso e a algum tipo de doença relacionada à obesidade, como hipertensão e diabetes. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, para cada R$ 1,00 investido em esporte e em atividade física são poupados outros R$ 5,00 em saúde.

Diante desse quadro, somente com a permanência da SME será possível desonerar a Prefeitura e os postos de saúde, solidificando as políticas públicas das quais a sociedade vem sendo beneficiada por meio do esporte e da atividade física. O CREF2/RS, seguro de contar com o vosso apoio na busca constante dos interesses da sociedade, está à disposição para esclarecer eventuais questionamentos.


Porto Alegre



Câmara Técnica de Esporte Educacional debate sobre JERGS em reunião
01/07/2015
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Esporte Educacional realizou reunião no último dia 29, na sede do CREF2/RS, quando foram debatidas propostas e demandas do esporte educacional escolar e universitário gaúchos. Durante a reunião, a representante da Secretaria de Educação do RS, Danusa Zanello, apresentou relato sobre os Jogos Escolares do Rio Grande do Sul (JERGS), que completam 45 anos nesta edição. Danusa relatou que os jogos neste ano terão contingenciamento de verbas. "Das nove modalidades, em 2015 serão realizadas apenas seis. Foram cortadas, inclusive, algumas categorias mirins". Quase 90% dos municípios gaúchos participam dos Jogos, que são o terceiro maior evento deste tipo em âmbito nacional. Em sua fase municipal, são oferecidos transporte e alimentação. Na fase estadual, inclui-se a hospedagem. O evento contará com profissionais registrados no CREF2/RS na orientação da prática das atividades desportivas

Outro tema tratado foi o Campeonato Mundial de Esgrima Escolar de 2016, quando atletas gaúchos terão chance de competir na etapa seletiva que ocorrerá estado. Segundo Fernando Mabilde, os gaúchos têm boas chances na competição. "Atualmente, estamos em quarto lugar no país. Precisamos, porém, que mais escolas se façam representar nas competições", analisa.

Estiveram presentes à reunião o presidente da Câmara João Guilherme Queiroga (CREF 000839-G/RS) e os profissionais Fernando Mabilde (CREF 005444-G/RS), Vladimir Chelkanoff Thier (CREF 008859-G/RS), Francisco Lemes de Menezes (CREF 000075-G/RS), Antônio Cimirro (CREF 004716-G/RS), Fernanda Silva dos Santos (CREF 014103-G/RS) e Lauro Inácio Ely (CREF 009457-G/RS). Também participaram a representante do Colégio Rosário, Eliezer Bazarelli Pereia, e a representante da SEDUC, Danusa Zanello.


Esporte Escolar



CREF2/RS defende manutenção da Secretaria Estadual do Esporte e Lazer
18/12/2014
Fonte: CREF2/RS

Na última sexta-feira (12), o CREF2/RS encaminhou ao governador eleito do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, ofício que solicita a manutenção da Secretaria Estadual do Esporte e Lazer (SEL). O Conselho, representando mais de 22 mil profissionais registrados, acredita que o trabalho do órgão não pode ser interrompido, pois "tem sido referência nacional na execução e propagação de políticas públicas de esporte e lazer, constituindo significativos programas e projetos na área do esporte escolar, de participação, paralímpico e de rendimento", como destaca o documento, elaborado pela Plenária do CREF2/RS.

Além de proporcionar a inserção regional, estadual, nacional e internacional de atletas de diversas categorias, destacando o Estado no cenário competitivo, o CREF2/RS salienta que a SEL também vem cumprindo seu papel institucional, de gerar oportunidades para a prática do esporte e lazer nas suas diferentes dimensões, além de fomentar a formação de profissionais de Educação Física. "O povo gaúcho, através do esporte, tem demonstrado grande melhora na saúde, segurança, inclusão social e qualidade de vida. Cabe ao Governo do Estado, através da SEL, solidificar e potencializar as políticas públicas das quais a sociedade vem sendo beneficiada por meio do esporte", complementa o ofício.




CREF2/RS discute legado da Copa do Mundo
02/12/2013
Fonte: CREF2/RS

A Câmara de Futebol do CREF2/RS realizou no Ginásio Tesourinha, em Porto Alegre, no dia 25/11 o evento ""A Copa do Mundo, seu legado e a importância para o esporte escolar"". Durante o evento, o Secretário Municipal para a Copa de 2014, João Bosco Vaz, explicou que a oportunidade é importante por reunir formadores de opinião e poderá desmitificar muitos fatos. ""Aquela antiga Copa da Paixão transformou-se em um grande negócio, onde ganham todos. As pessoas tem ideia errada que o governo aporta dinheiro na FIFA, o que é um engano. ""
Bosco explicou que o Estado apenas deu incentivos para compra de material de construção. ""Nada comparado aos R$ 450 milhões que o Corinthians recebeu"", afirmou. Vaz reforçou a ideia que o esporte escolar será beneficiado, e que a FIFA está fazendo parceria com a Associação Cristã de Moços e com a rede pública de ensino, onde serão dadas aulas de história e geografia sobre os países participantes da Copa, deixando um legado de conhecimento.
O secretário disse ainda que a SMED manterá salas de recreação para que as crianças sejam cuidadas antes dos jogos por cerca de 30 professores. ""O que temos que ter em mente é que não existem eventos com 100% de acertos. Temos que trabalhar com a perspectiva de errar o menos possível"", complementou.
O Secretário do Esporte e do Lazer do Rio Grande do Sul e Coordenador Geral do Comitê Gestor da Copa 2014, Kalil Sehbe explicou que nenhuma categoria irá se beneficiar tanto com a Copa como os Profissionais de Educação Física. ""Nosso mercado se ampliará e se tornará mais complexo"", argumenta Kalil, que também questionou a forma como as escolas vão perceber a Copa. ""Temos de nos esforçar para que as crianças compreendam este evento como cidadania e um processo de construção da autoestima"". O secretário ressaltou os projetos sociais que a FIFA legou nos países em que houve Copa. ""Na África do Sul ainda estão em andamento cinco destes projetos, que beneficiam milhares de pessoas"". Kalil complementou sua fala ressaltando que os maiores legados são os intangíveis. ""Tudo o que melhorar na saúde e segurança irá reverter automaticamente para toda a sociedade"".




Educação Física Escolar é debatida na Sogipa
18/06/2013
Fonte: CREF2/RS

O CREF2/RS, por meio da sua Câmara de Educação Física Escolar, realizou, no dia 13 de junho, durante a 20ª Convenção Brasil, o Seminário de Educação Física Escolar, na Sogipa. Participaram do evento como palestrantes o vereador Professor Garcia, as professoras Eliana Alves e Márcia Cruz e o professor Carlos Pilenghi Costa, o Betão.

Uma das principais reivindicações defendidas pelo Conselho Regional de Educação Física – CREF2/RS – é a obrigatoriedade da presença do Profissional de Educação Física nas séries iniciais do ensino público. Atualmente, nas escolas estaduais, as aulas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental são ministradas por professores generalistas, o que exclui cerca de 300 mil crianças da iniciação esportiva no Estado.

Segundo o vereador professor Garcia, atualmente as crianças apresentam doenças que até pouco tempo eram relacionadas aos adultos, como hipertensão, glicose alta e colesterol. “Para preveni-las, temos que contar com a orientação correta do Profissional habilitado nas aulas de Educação Física nas séries iniciais”.

Eliana Alves, professora e advogada, explicou que não há como pensar a escola independente da sociedade na qual ela se insere. “O que acontece no ambiente escolar é mais que uma analogia a situações sociais mais amplas; é um reflexo da sociedade”.

O Grupo de Mobilização em Prol da Educação Física foi apresentado por Márcia Cruz. Conforme ela, o objetivo do grupo é contribuir para o resgate da essência da Educação Física Escolar nas Instituições de Ensino Municipais e Estaduais de Caxias do Sul. “Propomos novas alternativas para a recondução deste componente curricular, contribuindo com o desenvolvimento e formação dos alunos na Educação Básica”, explica.

Betão lembrou que o Esporte Escolar a utilização eminentemente educativa do esporte e de todos os seus conteúdos que lhe dão consistência como importante instrumento didático/pedagógico de formação geral de cada aluno em idade prevista para praticá-lo. “O esporte escolar está em crise como em crise está a Educação Física Escolar, bem como toda a Educação”.