Notícias




Data Inicial:
(dd/mm/aaaa)  

Data Final:
(dd/mm/aaaa)  
Título:
Palavras na Notícia:



Vice-presidente e procurador jurídico do CREF2/RS visitam CONFEF e CREF1
06/02/2019
Fonte: CREF2/RS

O vice-presidente do CREF2/RS, Giovanni Bavaresco (CREF 001512-G/RS), e o procurador jurídico do Conselho, Artur Eduardo Jarzinski Alfaro (OAB/RS 080493), visitaram no dia 28 de janeiro o Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) e a sede do Conselho Regional de Educação Física da 1ª Região (CREF1), que atua nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. No Conselho da 1ª Região, houve troca de experiências entre as autarquias, na qual os representantes do CREF2/RS tiveram a oportunidade de estudar os métodos de gestão administrativa e a metodologia aplicada na fiscalização do CREF1. No Conselho Federal, Bavaresco e Alfaro analisaram os detalhes do sistema de parcelamento de anuidades feito por meio de cartão de crédito, procedimento que já foi aprovado para ser implementado no CREF2/RS em breve.

Na ocasião, foram debatidas sugestões de alterações estatutárias com a diretoria do CONFEF, bem como a atuação do Sistema CONFEF/CREFs junto à Casa Civil e ao Congresso Nacional, com o propósito de acompanhar os vários projetos de lei que estão na pauta para serem votados e que envolvem tanto a profissão de Educação Física como a saúde da população. O conteúdo dos PLs varia, tanto beneficiando a profissão e a saúde da população, mas também retirando direitos, contingenciando verbas relativas à atividade física e aos esportes, assim como incentivando a criação de cursos EAD na formação integral de profissionais da saúde, proposta que já é repudiada pelas 14 categorias profissionais de saúde de nível superior reconhecidas pelo Conselho Nacional de Saúde(CNS).


Sistema CONFEF CREFs



Benno Becker recebe Troféu Destaque pela sua militância em prol da regulamentação da profissão
11/10/2018
Fonte: CREF2/RS

O professor Benno Becker Júnior (CREF 01644-G/RS) esteve na sede do CREF2/RS no dia 4 de outubro, quando recebeu da presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), o Troféu Destaque na categoria Mérito da Educação Física. A homenagem faz jus a longa militância que Becker desenvolveu em prol do esporte e a sua participação fundamental na regulamentação da profissão de Educação Física. Benno é doutor em Psicologia pela Universidad de Barcelona e mestre em Educação pela PUCRS, tendo publicado 12 livros, e atua como terapeuta e coach pessoal, promovendo cursos e workshops sobre "comunicação Verbal e Não Verbal", "Atividades Psicofísicas para a Qualidade de Vida" e "Técnicas Cognitivas, Comportamentais e Somáticas - TCCS" aplicadas ao controle do estresse individual e grupal no esporte e para empresas, manejo da insônia, redução da Ansiedade e Depressão, manejo da obesidade e redução da Dor.

Benno foi um dos precursores na discussão sobre a problemática da atuação profissional em Educação Física, visando a criação de um órgão orientador, disciplinador e fiscalizador do exercício profissional. Em 1983, ele coordenou a reunião entre diretores, professores e estudantes de Escolas de Educação Física com o objetivo de elaborar um projeto tendo como base os projetos de conselho regionais e federais da psicologia e medicina. Após discussão e debate, o projeto de lei foi aperfeiçoado, e foi proposto a criação de Conselho dos Profissionais de Educação Física. A tramitação do projeto seria na Câmara dos Deputados, com a necessidade da mobilização dos representantes políticos de cada estado, para a defesa e o acompanhamento do projeto. Os Professores Benno Becker e Antônio Amorim foram designados para encaminhar o projeto de lei ao poder legislativo.

O projeto, já aperfeiçoado, foi apresentado por Benno no encontro de diretores de Escolas de Educação Física do Brasil, encontro que comemorava os 50 anos das Escolas de Educação Física da Universidade de São Paulo. Do ano de 1984 em diante, iniciaram de fato as ações concretas para a regulamentação da profissão. Paralelamente, foi apresentado o Projeto de Lei 4559/84, pelo deputado federal Darcy Pozza à Câmara dos Deputados, que dispunha sobre o Conselho Federal e os Regionais dos Profissionais de Educação Física, Desporto e Recreação. Este foi, oficialmente, o primeiro projeto de regulamentação da profissão.

Em praticamente todas as instâncias deliberativas, até então, das APEFs e nos Congressos da FBAPEF, as decisões eram sempre no sentido da luta pela regulamentação. De acordo com o trâmite do projeto de apresentação de propostas para apresentação de substitutivos. O PL 4559/84 foi aprovado pelo Congresso Nacional, em dezembro de 1989, sendo vetado pelo Presidente da República, José Sarney. Isso ocorreu no início do ano de 1990, baseando-se em parecer exarado pelo Ministério do Trabalho.

A luta prosseguiu no início de 1994, com grupos de estudantes de Educação Física preocupados com o crescente aumento de pessoas sem formação atuando no mercado emergente, articularam-se com a APEF-RJ para impedir o abuso, requerendo a regulamentação da profissão, com um novo movimento de mobilização da categoria, com a adesão de político para apresentar o projeto de lei e todo o desgaste que representaria tal questão, ao longo do trâmite do projeto na Câmara e no Senado.

Em Janeiro de 1995, durante a realização do congresso da FIEP em Foz do Iguaçu, o “Movimento pela regulamentação do Profissional de Educação Física” foi lançado na abertura do evento, após contar com a aprovação e adesão do delegado geral da FIEP no Brasil, Prof. Almir Gruhn e do Vice-Presidente, Prof. Manoel José Gomes Tubino. Jorge Steinhilber proferiu conferência de abertura do Congresso, anunciando que a assembleia da Federação Brasileira das Associações de Profissionais de Educação Física aprovara a proposta de regulamentação da profissão, e que lançava o “Movimento” como mola propulsora da regulamentação e como centro da rede de divulgação e mobilização, que seria necessária para esclarecimento e adesão nacional a respeito da questão. Assim foi lançado o “Movimento nacional pela regulamentação do Profissional de Educação Física”, no início do ano de 1995. Até a audiência pública realizada no dia 17 de outubro de 1996, o deputado Paulo Paim consultou as Instituições formadoras de profissionais de Educação Física, entidades, órgãos públicos, profissionais e estudantes de Educação Física.

Em 13 de agosto de 1998, o projeto foi incluído na ordem do dia do Senado. Após alguns momentos de tensão, em razão de possíveis emendas ao Projeto de Lei, o professor Jorge Steinhilber, reunido com a deputada Laura Carneiro e Senadores, firmou acordo para possibilitar a aprovação do Projeto de Lei nesta sessão. Após algumas manifestações de parlamentares, e um longo e brilhante discurso do senador Francelino Pereira, o projeto foi aprovado por unanimidade e encaminhado à sanção presidencial. Em 1º de Setembro de 1998, o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, sanciona a lei 9696/98, publicada no Diário Oficial da União em 02/09/98.


Troféu Destaque 2018



CongregaCREF reúne profissionais e estudantes para dois dias de palestras
27/08/2018
Fonte: CREF2/RS

O CREF2/RS realizou, nos dias 24 e 25 de agosto, o CongregaCREF – IV Seminário Sul Brasileiro de Educação Física, no Centro Universitário Metodista IPA. O evento teve como objetivo promover o conhecimento e a qualificação dos profissionais, por meio de seis palestras, abrangendo diversas áreas e abordando as conquistas e os desafios dos 20 anos de regulamentação da profissão. A mesa de abertura foi composta pela presidente do CREF2/RS Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), pelo reitor do IPA Norberto Garin, pela conselheira e presidente da Associação dos Profissionais de Educação Física do Rio Grande do Sul Luciane Citadin (CREF 000100-G/RS) e pelo conselheiro federal do CONFEF Sérgio Sartori (CREF 000003-G/RJ).

Com a palestra “20 Anos de Regulamentação da Profissão de Educação Física”, Sérgio Sartori relembrou a histórica luta pela regulamentação, que remonta aos anos 40. “A iniciativa partiu das Associações dos Professores de Educação Física, localizadas no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Juntas fundaram a Federação Brasileira das Associações de Professores de Educação Física, em 1946”, afirmou. Segundo Sartori, o gaúcho Benno Becker (CREF 001644-G/RS) coordenou a segunda fase do processo, quando foi apresentado pelo deputado federal Darcy Pozza o primeiro projeto de lei à Câmara dos Deputados. A iniciativa foi aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro de 1989, mas vetada posteriormente pelo presidente José Sarney.

No início de 1994, a APEF-RJ retomou a luta e, por meio de um grupo de professores, lançou o Movimento Nacional pela Regulamentação do Profissional de Educação Física, no início de 1995. “Para deflagrar o processo formalmente, o deputado federal Eduardo Mascarenhas apresentou um novo projeto de lei na Câmara dos Deputados. Em 22 de outubro de 1997, foi aprovado por unanimidade e remetido à Comissão de Constituição e Justiça. Em 1º de setembro de 1998, o presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou a Lei 9.696/98”, comemorou.

Já André Lopes (CREF 008061-G/RS) realizou uma palestra intitulada “Hipertrofia Muscular: Mitos, Verdades e Atualizações”. De forma descontraída, Lopes iniciou sua fala dando dicas de como criar e realizar projetos de sucesso baseados em novas ideias. “O atual estágio da nossa sociedade é baseado na informação, basicamente veiculada pela Internet. As pessoas passam em média 30 horas conectadas”, afirmou. De acordo com o palestrante, o que pode diferenciar o profissional de Educação Física em meio a essa abundância de estímulos é referenciar a sua proposta de trabalho através de meios científicos comprovados. “A inovação tem que ser chancelada por meio de pesquisas confiáveis”, aconselhou.

Em relação à hipertrofia muscular, André logo afirmou que muitos docentes ainda usam uma terminologia defasada em relação aos músculos. Ele também explicou que os fatores que afetam a massa muscular são a genética, a idade, o treinamento, a nutrição, o descanso e, em alguns casos, a farmacologia. André ainda disse que, com o cruzamento de metadados sobre as fibras musculares, ficou provado que um descanso maior entre as séries dão maior resultado para o treino de hipertrofia que as de descanso curto, mas a cadência de realização do movimento e o intervalo de devem ser fixos. “Caso contrário, se perde o controle da periodização”, relatou. Por fim, ele lançou um desafio ao auditório: “organize os próximos treinos de maneira que sejam progressivamente mais científicos”.

O segundo dia de evento iniciou sábado, com a primeira palestra de Fábio Padilha (CREF 000613-G/DF). Em “O Futuro do Profissional de Educação Física”, o organizador do Brasília Capital Fitness deu dicas de como se diferenciar e fazer sucesso, em um mercado extremamente competitivo. “A ideia precisa vir antes do dinheiro. Os empresários que dão certo são aqueles que tomam atitudes e que trabalham para a evolução”, frisou. Na sua fala, Padilha também elencou a proatividade, a força de vontade, a determinação e a coragem como elementos fundamentais para quem quer crescer. “Se você sabe o que precisa ser feito, não espere alguém pedir para você fazer. Simplesmente faça”, defendeu. Além de explorar cada um desses eixos, o palestrante também considerou a ambição necessária para o sucesso. “Saiba o que você quer, não diga ‘tanto faz’ ou ‘pode ser’ diante das oportunidades”, destacou.

Em um segundo momento, Padilha fez a apresentação “Tendências Mundiais do Mercado fitness”, dessa vez direcionada aos empresários e donos de academia presentes. O palestrante mostrou cases de empresas bem-sucedidas e explicou que o bom gestor é, na verdade, aquele que não deixa os problemas acumularem. “Há sempre dois caminhos: fazer dar certo, com dedicação total, ou abandonar”, declarou. Para Padilha, as qualidades necessárias para se tornar um empresário de sucesso são bem parecidas com as características de um bom um profissional: atitude, proatividade, inteligência, visão e coragem. O palestrante ainda falou sobre estratégias de negócio e sobre o relacionamento com concorrentes. No final, tirou dúvidas e destacou formatos de empresa que poderiam ser facilmente implementados no Brasil. “O índice de obesidade aqui é alto, o que significa que temos um bom nicho para ser explorado. Quem ganha dinheiro é quem é a solução do problema de alguém”, encerrou.

Já a primeira palestra da parte de sábado à tarde foi de Fabián Mariotti (CREF 011969-P/RS), mestre em Educação pela Universidade de Rosário, na Argentina, e autor de 17 livros sobre recreação. Mariotti, que trouxe o tema “A Importância do Lúdico na Educação Física Escolar” para o debate e para a reflexão, mostrou aos presentes, de maneira bastante prática, como as brincadeiras, especialmente com músicas, podem ser extremamente proveitosas aos alunos. “Os professores, de uma maneira geral, precisam ter consciência da atitude lúdica, atuando de forma menos dura nas aulas e mais abertos para aprenderem com também”, explicou. Mariotti, ao longo da sua apresentação, mostrou aos presentes as vantagens da aproximação e da interação entre as crianças nas aulas de Educação Física Escolar.

Robson Santos (CREF 021677-G/RS), pós-graduado em Reabilitação de Lesões Musculoesqueléticas e finalista do prêmio Top Trainer Brasil 2017, fez a última palestra do CongregaCREF 2018, com o título “O Profissional de Educação Física no Tratamento e Prevenção da Hérnia de Disco”. Além de classificar as diferentes fases do problema e o que é mais recomendado para combater a dor, o palestrante apresentou de forma bastante didática algumas estratégias que podem ser adotadas pelos profissionais de Educação Física diante de qualquer tipo de lesão. “O instrutor de musculação, que está lá na academia atendendo uma pessoa que tem hérnia de disco ou alguma outra enfermidade, não precisa ter medo de atender esse tipo de aluno. O que ele não pode é só montar um treino e contar as séries, tem é que analisar o aluno desde o primeiro momento e entender os seus gestos e as suas reações durante a prática”, explicou Santos.


CongregaCREF



Câmara da Saúde do Fórum-RS se reúne com deputado Pepe Vargas para discutir ensino EAD
25/06/2018
Fonte: CREF2/RS

O vice-presidente do CREF2/RS, Lauro Aguiar (CREF 002782-G/RS), esteve presente no dia 21 na reunião da Câmara da Saúde do Fórum-RS, realizada na sede do Conselho Regional de Farmácia, que contou com a presença do deputado federal Pepe Vargas. A pauta do encontro foi expôr ao parlamentar o avanço exponencial de cursos de graduação na área da saúde EAD, e o risco potencial que isto acarretará na qualidade dos serviços de saúde da população, uma vez que os pontos negativos nesta modalidade são maiores que os positivos, por importar baixa qualidade na aprendizagem e, pela falta de prática, risco sérios à vida. A reunião também teve intuito de somar forças no Congresso Nacional para solicitar uma moratória na autorização de novas vagas para cursos a distância, até que seja discutida e a aprovada uma lei que garanta a formação com qualidade e de forma presencial para as profissões da área da saúde, além de incentivar a discussão e o aprofundamento do PL 5414/16, que proíbe o incentivo do desenvolvimento e veiculação de programas de ensino a distância em curso da área de saúde, que atualmente está com o deputado federal Mandetta, relator da matéria na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), da Câmara dos Deputados.

Segundo o assessor de Relações Institucionais do Conselho Regional de Farmácia, Everton Borges, a explosão de vagas no EAD se iniciou por meio do Decreto 9057/2017, que facilitou a abertura de novos polos, autorizando expressamente sua terceirização mediante celebração de convênios com outras pessoas jurídicas, precarizando ainda mais a fiscalização dos cursos não presenciais. “Este decreto causou o aumento em 124% no número da vagas desta modalidade de ensino”, explica. “Atualmente, temos mais de 600 mil vagas para cursos EAD destinadas a cursos de saúde aprovados pelo MEC. Em breve, começaremos a receber formados em saúde totalmente instruídos a distância, e nós não sabemos qual impacto isto terá na saúde da população”, questiona Everton.

Ainda segundo Borges, em alguns estados, profissões como Serviço Social já não contam com o ensino presencial. "Estamos em uma grande articulação, somando esforços dos conselhos federais e regionais para alertar os profissionais e à sociedade sobre os riscos à saúde proporcionados por profissionais oriundos de cursos completos de graduação EAD". Ele complementou que a Câmara da Saúde não é contrária ao uso da ferramenta, que possibilitou o acesso ao ensino a muitas camadas da população, mas que as profissões da saúde pressupõe atendimento direto ao paciente, colocando em risco a saúde da população se esses profissionais não tiverem contato direto desde a formação.

O vice-presidente do CREF2/RS apontou que um ponto positivo nesta esta crise na saúde é que a união dos trabalhadores do setor só fez aumentar. “Esta unidade se mostrou eficaz, pois na semana passada conseguimos evitar que recursos dos esportes, provenientes da loteria esportiva e por novos jogos que devem ser anunciados ainda este ano pela Caixa Econômica Federal, fossem desviados para segurança”, exemplificou. Segundo Lauro, o governo não entende o conceito de esporte como criação de cidadania, segurança e uma forte possibilidade de que jovens não ingressem nas facções criminosas. "Também sabemos dos interesses econômicos que estão representados nos lobbys milionários que atuam no Congresso Nacional. São grupos que trabalham com a questão da doença, não da prevenção”.

A representante do Conselho Regional de Psicologia (CRPRS), Manuele Araldi, afirmou que principal questão que está sendo discutida com o ensino a distância é o acesso à educação do povo brasileiro. "O EAD tem uma característica de baixo custo, além de possibilitar à população dos interiores acessarem o ensino superior. E assim ele é vendido. Contudo, ele é um falso acesso ao ensino as pessoas que de renda mais baixa”, advertiu. Na avaliação de Manuele, essa faixa da população tem de ser atendida obrigatoriamente por universidades públicas, pela retomada das funções do Prouni ou por modificações nas atuais diretrizes do FIES. “Essa é a real inclusão das camadas populares na educação, já que o EAD é uma falácia, pois forma profissionais não qualificados, o que fere o projeto ético e político das profissões". Manuele avalia que formar pessoas sem noções de cidadania também atenta contra a Soberania Nacional.

Tuane Devit, representante do Conselho Regional de Serviço Social, alertou que os diplomas emitidos pelo Conselho não diferenciam quem cursou aulas presenciais de quem fez o curso completo pelo EAD, já que o MEC não obriga constar esta informação no documento. Tuane também fez um resgate do processo histórico de implantação dos primeiros EADs em 2010. “Logo que eles começaram a atuar, nosso Conselho Federal fez uma campanha com o lema “Educação não é fast food”, pelo qual respondemos a um processo no qual tivemos que pagar R$ 11 mil às empresas de EAD, o que demonstra a força destas empresas". Ela também explicou que, para além da noção da educação e de uma formação de qualidade, existem trabalhadores sendo explorados nestas instituições de ensino, além do material produzido pelos professores, alguns sem nenhum vínculo com estas empresas, ser reproduzido para milhares de alunos, com prejuízo da propriedade intelectual de quem os elaborou. “Resta claro o projeto ideológico de esvaziar o Serviço Social, um curso com tradição de contestação e de luta contra a opressão social”, finalizou.

O deputado federal Pepe Vargas, que também é trabalhador da saúde, iniciou sua fala afirmando que sempre defendeu a multidisciplinaridade na área, permitindo um atendimento global de acordo com as necessidades dos pacientes. Ele salientou que o atual tipo de uso da ferramenta EAD para formação profissional, baseado no discurso de redução de custos para quem não tem dinheiro para cursar uma faculdade, é sedutor para quem não se debruça e estuda a fundo a questão. "Eu confesso que fico abismado com a ideia de alguém se formar médico sem nunca ter contato com um paciente, portanto somos parceiros nesta luta”. Vargas alertou que o país tem enfrentando tempos de exceção, e que o Congresso Nacional é uma instância bastante complexa. “Não é à toa que passou a EC95, que praticamente acaba com o SUS. Temos de ter presente que o principal gasto do governo não é com políticas sociais, e sim com juros e serviços da dívida pública”.

O parlamentar relatou que a Câmara aprovou a abertura de todo o processo de extração de petróleo do Pré-Sal para multinacionais. “Isso afeta diretamente o Fundo Social do Pré-Sal, onde grande parte dos recursos seria dedicado à educação e outra parte para saúde. No modelo de partilha anterior, 80% do óleo retirado ia para o Fundo Social. Agora, chegamos ao patamar de 11%. É uma brutal perda de receitas que estes congressistas aprovaram. Com as empresas de EAD, nós não estamos enfrentando empresários de pequeno ou médio porte, mas sim grandes fundos de investimentos multinacionais que adentraram para especular na área da educação”. Para finalizar, o deputado sugeriu que os conselhos regionais buscassem diálogo com a bancada gaúcha no Congresso, e os conselhos federais buscassem os líderes de bancada, para que se discuta, além da moratória na abertura de vagas no EAD, o debate da PL 5414/16.


EAD



CREF2/RS repudia Medida Provisória que retira recursos da saúde, da educação e do esporte
14/06/2018
Fonte: CREF2/RS

O CREF2/RS, em defesa dos profissionais de Educação Física, se manifesta publicamente contrário à Medida Provisória nº 841, de junho de 2018. A proposta estabelece a retirada de recursos da saúde, da educação, da cultura e do esporte, redirecionando esta verba para o Fundo Nacional de Segurança Pública.

O Conselho, assim como todo o Sistema CONFEF/CREFs, entende a importância da segurança pública. No entanto, vê com preocupação esta medida, pois não está sendo levado em conta que a redução da criminalidade e da violência passa também pela melhoria da educação, pela redução da desigualdade e pela geração de emprego, dentre outras tantas políticas públicas com as quais o esporte e os profissionais de Educação Física só têm a contribuir. O esporte é peça importante para o desenvolvimento humano, assim como é responsável pela formação de cidadãos. Além disso, são os profissionais de Educação Física que trabalham na Educação Física Escolar e na manutenção da saúde da população.

A MP 841/2018, se aprovada, causará graves impactos no desenvolvimento social e na geração de oportunidades para milhões de crianças e jovens. Por isto, nos causa estranheza tal atitude, uma vez que, entre tantas pesquisas, o recente relatório de desenvolvimento da ONU aponta evidências científicas suficientes para afirmar que a participação em atividade física e esporte gera uma vasta gama de benefícios. O exercício regular pode controlar o aumento de peso e, consequentemente, diminuir a obesidade; reduzir a violência nas comunidades e melhorar a capacidade produtiva das pessoas.

Penalizar demasiadamente uma área social como o esporte, que já possui baixo orçamento, com a retirada de recursos superiores a 500 milhões de reais, não nos parece uma solução viável para um Governo que preza pela garantia de direitos e pelo desenvolvimento humano de seus cidadãos. Entendemos que ações paliativas como esta podem ocorrer, mas antes de sua publicação deve ser feita uma avaliação de seu impacto, o que certamente impediria tal decisão.

Por isto, o CREF2/RS pede aos parlamentares, em especial aos representantes do Rio Grande do Sul no Congresso Nacional, que não aprovem a MP 841/2018, pois esta medida prejudicará profundamente as áreas da saúde, da educação, da cultura e, principalmente, do esporte. Solicitamos que sejam analisadas possibilidades para a substituição das fontes do Fundo de Nacional de Segurança Pública e que, acima de tudo, valorizem o que o esporte e os profissionais de Educação Física podem fazer pelo Brasil.


repúdio MP 841



Educação Física permanece obrigatória no Ensino Médio
16/02/2017
Fonte: CONFEF

Na última quarta-feira, 08/02, o Plenário do Senado aprovou a Medida Provisória do Novo Ensino Médio, com 43 votos favoráveis e 13 votos contrários ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 34/2016 - proposta originada após alterações promovidas na MPV 746/2016 pela Comissão Mista e pela Câmara dos Deputados.

O texto aprovado na Câmara dos Deputados determina que a Base Nacional Comum Curricular deverá incluir, obrigatoriamente, estudos e práticas de Educação Física. A matéria segue à sanção presidencial.

Mais do que uma vitória para a categoria, a decisão é de extrema importância para as crianças e jovens que encontram na disciplina um importante aliado no desenvolvimento dos conhecimentos básicos em relação à instrução física, ao bem-estar e às capacidades físicas. Quando devidamente organizada, ensinada e, dotada de recursos, a Educação Física pode oferecer uma ampla gama de benefícios aos indivíduos, às famílias, às comunidades e à sociedade em geral, conforme orientação da Carta Internacional da Educação Física, da Atividade Física e do Esporte (UNESCO).

Entenda a tramitação

O Governo Federal encaminhou ao Congresso Nacional, no dia 22/09, a Medida Provisória (MP) 746/2016 para reestruturação do Ensino Médio. A MP alterava, entre outros, o Art.26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a disciplina de Educação Física, que antes era prevista em todas as etapas da Educação Básica (Infantil, Fundamental e Médio), passava a ser obrigatória apenas nos ensinos Infantil e Fundamental.

A partir do anúncio da MP, o Sistema CONFEF/CREFs se mobilizou junto aos parlamentares, Profissionais de Educação Física e a sociedade como um todo. As ações incluíram participação em Audiências Públicas, visitas a gabinetes de Deputados, Senadores e Ministro da Educação. Devido a mobilização, antes de seguir para análise da Comissão Mista (formada por Deputados e Senadores), a MP recebeu 568 emendas de 93 parlamentares. Entre as mudanças sugeridas, a obrigatoriedade da Educação Física esteve presente em grande parte das emendas.

Logo em seguida, a Comissão Mista foi instaurada sob presidência e vice-presidência do deputado Izalci Lucas e senador Elmano Férrer, respectivamente, e relatoria do senador Pedro Chaves. A comissão aprovou alterações na MP, como o retorno das disciplinas de Educação Física e Artes. O texto, como Projeto de Lei de Conversão (PLC) 34/2016, seguiu para análise dos Plenários da Câmara e do Senado Federal. No Senado, a MP foi aprovada e segue para sanção presidencial.


Educação Física Escolar



CONFEF se posiciona contra Medida Provisória de reforma do Ensino Médio
23/09/2016
Fonte: CONFEF

O Conselho Federal de Educação Física publicou uma nota ontem, dia 23 de setembro, se posicionando radicalmente contra a Medida Provisória apresentada pelo Governo Federal, que altera os parágrafos 1º, 2º, 3º e 7º do artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com a mudança, a disciplina de Educação Física, que antes era prevista em todas as etapas da Educação Básica (Infantil, Fundamental e Médio) passa a ser obrigatória apenas nos Ensinos Infantil e Fundamental.

O CONFEF considera um contrassenso que, no momento em que inúmeras pesquisas apontam o crescimento da obesidade e do sedentarismo infantojuvenil, e sabendo que a atividade física é a medida mais eficaz para evitar esse mal, o Governo proponha a retirada da Educação Física do Ensino Médio. Sobretudo por se tratar do país que acabou de atravessar a década de megaeventos esportivos, sediando recentemente os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em que ficou clara a importância da atividade física na manutenção da saúde e da formação cidadã.

A MP ainda terá de ser aprovada em até 120 dias pela Câmara e pelo Senado, caso contrário, perderá o efeito. Desta forma, o Conselho Federal de Educação Física se compromete a fazer todo o esforço possível junto ao Congresso Nacional a fim de rejeitar a medida. Conta ainda com o apoio dos profissionais de Educação Física e da sociedade em geral para trabalhar junto aos deputados e senadores para a reprovação da proposta.

Atualização: Embora em seu texto final a Medida Provisória indique que o ensino de artes, Educação Física, filosofia e sociologia deverá continuar em vigor até o segundo ano letivo posterior à aprovação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o MEC manteve o trecho que retira da LDB a garantia explícita de que essas disciplinas já consolidadas deveriam ser aplicadas no Ensino Médio.

Sendo assim, o Conselho Federal de Educação Física permanece comprometido a fazer todo o esforço possível junto ao Congresso Nacional a fim de rejeitar a medida. Ademais, já temos conhecimento de pelo menos cinco parlamentares que se comprometeram a propor emendas à MP. Continuamos contando com o apoio dos profissionais de Educação Física e da sociedade em geral para trabalhar junto aos Deputados e Senadores dos seus respectivos estados a reprovação da MP.

No portal do Senado Federal, há uma consulta pública para receber a opinião da sociedade. Dê o seu voto aqui. Há também um abaixo-assinado contra a MP que já conta com mais de 100 mil assinaturas. Assine-o aqui.


CONFEF



Base Nacional Curricular é tema do 5º Fórum de Educação Física Escolar
02/05/2016
Fonte: CREF2/RS

Na tarde da última sexta, dia 29 de abril, a Comissão de Educação Física Escolar do CREF2/RS realizou a 5ª edição do Fórum de Mobilização Gaúcha pela Educação Física Escolar. O evento, que integrou a programação do 42º Encontro Nacional dos Profissionais de Educação Física (ENAPEF), reuniu cerca de 100 pessoas na Casa de Cultura Erico Verissimo, em Capão da Canoa, para assistir à palestra da conselheira federal Iguatemy de Lucena Martins (CREF 000001-G/PB). O tema principal foi a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Doutora em Ciências do Desporto pela Universidade do Porto (Portugal) e docente da Universidade Federal da Paraíba por mais de 30 anos, Iguatemy é a representante do CONFEF no Ministério da Educação para a avaliação dos cursos de graduação. Com larga experiência sobre o assunto, ela apresentou os conceitos da BNCC e os seus pilares de sustentação. “O programa orienta a formulação do projeto político-pedagógico das escolas e sinaliza os percursos de aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes ao longo da Educação Básica”, explicou. A importância da discussão foi comprovada pelos números apresentados por Iguatemy durante a palestra: no Brasil há mais de 190 mil escolas de Educação Básica e mais de dois milhões de professores atuando nestes locais.

Com a proposta de orientar a formação dos professores e reorganizar os materiais didáticos, a BNCC pretende, em longo prazo, diminuir as desigualdades educacionais entre todos os Estados do Brasil. “Ao definir o que é essencial ao ensino, as expectativas de aprendizagem e os critérios de qualidade ganham transparência e podem dar objetividade à avaliação dos resultados educacionais”, salientou Iguatemy. “A Base Nacional Curricular tem o desafio de unir diferentes culturas educacionais em um modelo único”, complementou.

Além da apresentação destes conceitos, o Fórum também trouxe para debate o espaço ocupado pela Educação Física na BNCC. Estruturada dentro da área das linguagens, a disciplina tem o objetivo de compreender a amplitude da cultura corporal do movimento. “O problema desta definição é que se enquadram muitas coisas. A caracterização da nossa área não está errada, mas está complexa demais. Acredito que falte um pouco de clareza para universalizar a qualidade na Educação Física Escolar”, avaliou a conselheira. No final da palestra, Iguatemy também falou sobre os esforços do CONFEF para recolocar em tramitação, no Congresso Nacional, o projeto de lei 116/2013, que busca garantir, em todas as etapas da Educação Básica, a Educação Física ministrada exclusivamente por licenciados na área.

Antes da palestra, o Fórum teve as falas de Carmen Masson (CREF 001910-G/RS) e do deputado estadual Tiago Simon. A Presidente do Conselho reiterou a importância do evento aos longos dos anos, por elaborar e distribuir a Carta Gaúcha de Educação Física Escolar e por colocar em evidência, sobretudo aos olhos das autoridades públicas, a importância da Educação Física Escolar. “Por causa da Comissão de Educação Física Escolar do CREF2/RS, temos no Rio Grande do Sul um projeto de lei, de autoria do deputado Tiago Simon, para tornar obrigatória as demandas do PLC 116/2013 no nosso Estado. Isto mostra o quanto estamos trabalhando, nos coloca à frente e evidencia a luta de todos os nossos profissionais”, destacou.

A Comissão de Educação Física Escolar é formada pelos profissionais Miryam Brauch (CREF 006834-G/RS), Márcia da Cruz (CREF 007542-G/RS), Leila Iabel (CREF 000113-G/RS) e João Guilherme Queiroga (CREF 000839-G/RS).


Educação Física Escolar ENAPEF



Novo Sistema Nacional de Esporte entra na pauta do Congresso em setembro
18/08/2015
Fonte: Agência Brasil

O Governo vai encaminhar, até o fim de setembro ao Congresso Nacional, a proposta para a criação do novo Sistema Nacional de Esporte. O anúncio foi feito pelo ministro do Esporte, George Hilton, ontem à tarde (17), durante a abertura do 4º Jurisports, congresso organizado pela Academia Nacional de Direito Desportivo, no Rio de Janeiro.

"Os três pilares do sistema são a gestão, o funcionamento e o financiamento, que estabelecerá de onde sairão os recursos públicos e privados", declarou o ministro. Ele informou ainda que o texto está em fase final de elaboração e que vai, entre outras coisas, fortalecer o desporto escolar e a Educação Física obrigatória nas escolas. Por isto, o documento está sendo preparado, em conjunto, por técnicos dos ministérios do Esporte e da Educação.

George Hilton avalia que não deverá ocorrer dificuldade na tramitação da proposta, uma vez que o assunto já vem sendo discutido com parlamentares e com entidades ligadas ao setor. Para o ministro, apesar de ser estruturado com base em uma política nacional, o sistema atual não integra o país. A nova proposta viria, justamente, para suprir esta falha e definir quais são os papeis de cada órgão. “Nos mesmos moldes que temos na educação, vai ter uma lei que não poderá ser transgredida. Ela terá que ser cumprida em todo país, tanto por entes públicos, quanto por entes privados”.

Além disto, o novo Sistema Nacional de Esporte vai definir as ações desde a formação esportiva até a excelência do esporte, com os atletas de alto rendimento. Segundo George Hilton, a estrutura vai garantir cada vez mais a presença de representantes brasileiros em competições internacionais, com o aumento de número de medalhas conquistadas no desporto e no paradesporto.


Políticas Públicas Congresso Nacional



Frente Parlamentar da Atividade Física volta ao Congresso Nacional com apoio do CONFEF
17/06/2015
Fonte: CONFEF

Criada em 2006, a Frente Parlamentar Mista da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano (FPMAFDH) foi reinstalada no mês de maio, através da eleição da sua nova diretoria, no Congresso Nacional. A meta do grupo é nortear as ações dos parlamentares, para que favoreçam a sociedade através da Educação Física, e aproveitar a visibilidade que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos estão trazendo para o esporte e para a atividade física.

A plenária geral da FPMAFDH, coordenada pelo conselheiro federal Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF) e dirigida pelo deputado André Figueiredo, contou com a participação de parlamentares, membros de entidades da sociedade civil organizada e representantes do Sistema CONFEF/CREFs. Além do presidente eleito, o deputado Evandro Roman (CREF 000958-G/PR), mais dois membros da Frente são profissionais de Educação Física: a deputada Flavia Morais e o deputado Luiz Carlos Hauly (CREF 004365-G/PR).

As Frentes Parlamentares são suprapartidárias e compostas de, pelo menos, um terço dos integrantes do Poder Legislativo Federal, e são destinadas a aprimorar a legislação referente a um tema específico. A FPMAFDH tem como objetivo fomentar ações e elaborar proposições legislativas para garantir o direito da população à atividade física, pois entende que a prática de exercícios físicos e esportivos, como ferramenta de promoção de saúde, é parte indissociável dos direitos constitucionais e fundamentais de toda a sociedade.


Frente Parlamentar CONFEF



Nova edição do Conexão CREF apresenta o papel do Conselho para acadêmicos da Univates
19/05/2015
Fonte: CREF2/RS e Univates

Com o objetivo de possibilitar aos acadêmicos dos cursos de Educação Física conhecer as funções desempenhadas pelo Conselho Regional de Educação Física, a Univates recebeu, na noite desta segunda-feira (18), mais uma edição do Conexão CREF. A palestra "O papel do Conselho: questões legais, éticas e valorização profissional” foi ministrada pela presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS); pela coordenadora do Departamento de Fiscalização e Orientação, Fernanda Rodrigues (CREF 009604-G/RS); e pela assessora jurídica do Conselho, Cristiane Costa.

No início do evento, Carmen ressaltou que a regulamentação da profissão foi resultado de muita luta, na qual ela mesma esteve envolvida por anos. Após exibirem um vídeo institucional do Conselho, a presidente explicou que, diferente de um sindicato, a função do CREF2/RS é regulamentar a profissão e fiscalizar sua execução. “Temos alguns processos éticos contra maus profissionais. São coisas que acabam denegrindo a profissão e não podemos deixar que isso aconteça”, destacou ela.

De acordo com Carmen, a cidade de Porto Alegre foi a primeira do Brasil a ter uma lei que exige a obrigatoriedade da Educação Física em todas as séries da Educação Básica. “Estamos em uma luta pela obrigatoriedade da Educação Física em todo o país. Está para ser votada no Congresso Nacional”, comentou. Recentemente, os representantes dos Conselhos realizaram uma caminhada em Brasília para criar uma frente parlamentar nacional. Muitos deputados estão aderindo à ideia e defendendo a pauta no Congresso. Ao exibirem um vídeo feito na caminhada, Carmen destacou que “essa é uma das funções do conselho: trabalhar para ampliar o campo de atuação”.

Cristiane e Fernanda aproveitaram o evento para também tirar as dúvidas que muitos acadêmicos têm sobre a atuação profissional. Elas explicaram o que é necessário para o registro e como a Lei do Estágio é regulamentada para a Educação Física. "O acompanhamento de um profissional habilitado é obrigatória em tempo integral. Além disto, é vedada qualquer cobrança de valores aos estudantes", frisou Cristiane. No fim da palestra, foi explicado aos estudantes da Univates que alunos da Licenciatura não podem estagiar em academias e que acadêmicos não podem atuar como personal trainer. "Para ser personal, só com a devida formação", salientou Fernanda.




CONFEF esclarece andamento do PLC 116/2013
21/07/2014
Fonte: CONFEF

Com o objetivo de manter os profissionais informados a respeito das questões pertinentes à classe, o CONFEF enviou comunicado aos Conselhos para esclarecer o andamento do Projeto de Lei 116/2013, que prevê a obrigatoriedade de professor habilitado em curso de Licenciatura em Educação Física nas séries iniciais do Ensino Fundamental.

O CONFEF acredita que a maioria dos senadores se sensibilizou com a causa, em razão das milhares de mensagens que receberam dos profissionais e pela intensa campanha levada, que teve suporte valioso do CREF2/RS. A mobilização, que iniciou no começo deste ano, contou ainda com o apoio dos estudantes dos cursos de Educação Física e foi reconhecida por todos os parlamentares, em ação realizada em Brasília, em junho.

"Infelizmente, na data prevista, fomos surpreendidos com a informação de que havia algum acordo construído entre o senador relator e as lideranças sobre a alteração do texto, razão pela qual o PLC não entraria na pauta de votação", explicou o CONFEF. "A Copa do Mundo interferiu nos trabalhos do Congresso Nacional, assim como as eleições. Entretanto, já estamos enviando esforços para que o projeto seja pautado, aprovado e que siga para a sanção da presidente Dilma Rousseff", completou o Conselho.

Como o PLC 116/2013 ainda segue em tramitação no Senado, o Sistema CONFEF/CREFs acredita que ainda seja importante que os profissionais de Educação Física sigam dando continuidade à campanha. "Devemos manter a chama acesa, questionando os senadores sobre o porquê do PLC ainda não ter sido votado. É com este trabalho sério, ético e em prol dos direitos sociais que alcançaremos a vitória neste pleito", declarou o CONFEF.

Para participar da campanha, clique aqui.




II Seminário de Educação Física Escolar movimenta abertura da Convenção Brasil
16/05/2014
Fonte: CREF2/RS

Na tarde desta quinta (15), o CREF2/RS realizou o II Seminário de Educação Física Escolar. A atividade, ministrada pelo professor Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF), abriu a programação de cursos e debates da 21ª Convenção Brasil.

Também conselheiro do CONFEF e Secretário Executivo da Frente Parlamentar Mista da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano no Congresso Nacional, Lúcio Rogério trouxe para discussão assuntos como regulamentação da profissão, valorização da Educação Física nas escolas e Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96). "O professor de Educação Física é o principal agente para desenvolvimento da capacidade cognitiva e motora dos alunos", ressaltou. O palestrante destacou ainda que a mudança cultural que houve após criação dos Conselhos Federais foi importante. "A Educação Física é hoje um componente obrigatório nas escolas".

O convidado - que tem ampla experiência e trabalhos realizados em creches, berçários, jardins de infância e escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes públicas e privadas do Rio de Janeiro e de Brasília - falou também sobre a necessidade que os professores têm de conscientizar os alunos e a comunidade de que a Educação Física é essencial no ambiente escolar. "As pessoas precisam e dependem muito de nós", destacou.

Lúcio Rogério reservou espaço para mostrar aos presentes como a Lei 9394/96 trouxe certo retrocesso logo na sua implementação. "A LDB nasceu sem a obrigatoriedade da Educação Física nas escolas", explicou. A disciplina, no entanto, é entendida hoje de maneira diferente. "A Educação Física é obrigatória em todos níveis, e devem ser sempre ministradas por licenciados habilitados. É garantia da melhor formação do cidadão brasileiro", analisou.

A palestra encerrou com lembrança de que bom trabalho nas escolas tem resultado valioso para sociedade e também para toda categoria. "O bom trabalho aumenta o percentual de pessoas que vão valorizar a Educação Física e, assim, procurar acompanhamento orientado no futuro". A presidente Carmen Masson (CREF 001910-G/RS) e a presidente da Câmara de Educação Física Escolar Miryam Brauch (CREF 006834-G/RS) finalizaram o Seminário com entrega da Carta Gaúcha da Educação Física. Escolar a Lúcio Rogério dos Santos.




CREF2/RS realiza hoje Seminário de Educação Física Escolar na Sogipa
15/05/2014
Fonte: CREF2/RS

De hoje até domingo, o CREF2/RS participa da 21ª Convenção Brasil. O evento, que busca integrar profissionais de Educação Física e oferecer aos presentes cursos, feira de esportes e intenso intercâmbio de conhecimento, tem em sua programação o II Seminário de Educação Física Escolar, promovido pelo Conselho e aberto para o público em geral.

Ministrada pelo professor Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF), conselheiro do CONFEF e Secretário Executivo da Frente Parlamentar Mista da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano no Congresso Nacional, a palestra está marcada para hoje, dia 15. As inscrições para a atividade, que começa às 13h30 e é gratuita e podem ser feitas no local da atividade.

Além do Seminário, o CREF2/RS também conta com espaço na Feira de Esportes, com estande para tirar dúvidas dos profissionais de Educação Física, bem como encaminhar novos registros, renovações e atualizar cadastros. Os horários de atendimento são:

15 de maio, quinta-feira, das 14h às 20h
16 de maio, sexta-feira, das 10h às 20h
17 de maio, sábado, das 10h às 20h
18 de maio, domingo, das 10h às 18h

II Seminário de Educação Física Escolar
Palestrante: Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF)
15 de maio, às 13h30
Local: Sogipa (Rua Barão de Cotegipe, 415 - São João)

Confira a programação completa da 21ª Convenção Brasil aqui.




CREF2/RS realiza quinta-feira Seminário de Educação Física Escolar na 21ª Convenção Brasil
13/05/2014
Fonte: CREF2/RS

De quinta até domingo, o CREF2/RS participa da 21ª Convenção Brasil. O evento, que busca integrar profissionais de Educação Física e oferecer aos presentes cursos, feira de esportes e intenso intercâmbio de conhecimento, tem em sua programação o II Seminário de Educação Física Escolar, promovido pelo Conselho e aberto para o público em geral.

Ministrada pelo professor Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF), conselheiro do CONFEF e Secretário Executivo da Frente Parlamentar Mista da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano no Congresso Nacional, a palestra está marcada para quinta-feira, dia 15. As inscrições para a atividade, que começa às 13h30 e é gratuita, podem ser feitas no local ou através da página do CREF2/RS.

Além do Seminário, o CREF2/RS também conta com espaço na Feira de Esportes, com estande para tirar dúvidas dos profissionais de Educação Física, bem como encaminhar novos registros, renovações e atualizar cadastros. Os horários de atendimento são:

15 de maio, quinta-feira, das 14h às 20h
16 de maio, sexta-feira, das 10h às 20h
17 de maio, sábado, das 10h às 20h
18 de maio, domingo, das 10h às 18h

II Seminário de Educação Física Escolar
Palestrante: Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF)
15 de maio, às 13h30
Local: Sogipa (Rua Barão de Cotegipe, 415 - São João)

Confira a programação completa da 21ª Convenção Brasil aqui.




CREF2/RS realiza Seminário de Educação Física Escolar na 21ª Convenção Brasil
08/05/2014
Fonte: CREF2/RS

Entre os dias 15 e 18 de maio, o CREF2/RS participa da 21ª Convenção Brasil. O evento, que busca integrar profissionais e Educação Física e oferecer aos presentes cursos, feira de esportes e intenso intercâmbio de conhecimento, conta em sua programação com o II Seminário de Educação Física Escolar, promovido pelo Conselho e aberto para o público em geral.

A atividade será ministrada pelo professor Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF), conselheiro do CONFEF e Secretário Executivo da Frente Parlamentar Mista da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano no Congresso Nacional. A palestra, marcada para a quinta-feira (15), começa às 13h30 e é gratuita. As inscrições podem ser feitas no local ou na página do CREF2/RS.

Além do Seminário, o CREF2/RS também tem espaço na Feira de Esportes, com estande para tirar dúvidas dos profissionais de Educação Física, bem como encaminhar novos registros, renovações, atualizar cadastros e outros serviços. Confira os horários de atendimento:

15 de maio, quinta-feira, das 14h às 20h
16 de maio, sexta-feira, das 10h às 20h
17 de maio, sábado, das 10h às 20h
18 de maio, domingo, das 10h às 18h

II Seminário de Educação Física Escolar
Palestrante: Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF)
15 de maio, às 13h
Local: Sogipa (Rua Barão de Cotegipe, 415 - São João)

Confira a programação completa da 21ª Convenção Brasil aqui.




Câmara de Educação Física Escolar faz sua terceira reunião
07/03/2013
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Educação Física Escolar/CREF2RS reuniu-se no dia 06/03. Na ocasião foi feito o relato sobre o Congresso Nacional de Educação Física Escolar de Foz do Iguaçu.

Também foi discutido o ENAPEF 2013, quando será realizado o 2º Fórum da Educação Física Escolar do RS no dia 23/03 das 18 às 21h. O evento terá como palestrantes Mirian Burgos e Paulo Rezende, sendo mediado Professor Catunda.

O Fórum terá o seguinte formato: a)Apresentação sobre a estrutura do Fórum com palestras

b)Debates sobre os temas sugeridos pela organização do Fórum da Educação Física Escolar

c)Apresentação dos itens levantados nos grupos com os seguintes sub-temas:

-Legislação;

-Formação do professor de educação física;

-Infraestrutura da escola para a educação física escolar;

-Grades curriculares das escolas;

-Saúde na escola.

d-Elaboração da Carta da Educação Física Escolar do RS.

Na ocasião, foi sugerido um encontro do Fórum das Entidades da Educação Física do RS com o Secretário de Estado da Educação e a criação de fóruns municipais para discutir o assunto da educação física escolar. Também houve a discussão de estratégias de mobilização popular para aprovação de uma lei institucionalizando a educação física escolar nas séries iniciais como componente curricular e orientada por professor de educação física, além do envolvimento dos diretores de escolas estaduais e municipais na discussão sobre a educação física escolar.




Ginástica laboral é tema de evento na Câmara de Vereadores
23/11/2012
Fonte: CREF2/RS

O CREF2/RS realizou no dia 22, na Câmara Municipal de Porto Alegre, o evento O Profissional de Educação Física como protagonista da Ginástica Laboral, elaborado pela Comissão Temporária de Ginástica Laboral do Conselho, e que contou com um público de mais de 100 pessoas, entre Profissionais, estudantes e empresários.

Durante o evento, foram expostos vários cases relatando experiências inovadoras na área, além da palestra “Estratégias para o crescimento sustentável da Ginástica Laboral”, proferida pelo representante do CREF9 do Paraná, Rony Tschoeke. Na ocasião, 31 empresas com mais de 10 anos de ginástica laboral foram agraciadas com certificados. Também foi assinado pelos representantes do CREFs do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e pela Comissão Temporária de Ginástica Laboral um parecer conjunto sobre a intervenção do Profissional em Ginástica Laboral, considerando a competência técnica e legal para sua aplicação. O estudo poderá ser utilizado pelo Sistema CONFEF/CREFs para fins de consulta e como embasamento técnico para o Projeto de Lei nº 6083/2009, que tramita no Congresso Nacional, e também na elaboração de Resoluções sobre o tema pelos CREFs, e ainda lança a data de 22 de novembro como o Dia da Ginástica Laboral.

Segundo o Presidente do CREF2/RS, Eduardo Merino, é importante destacar o trabalho dos precursores da ginástica laboral no Estado. “Com 34 anos de história no RS, a ginástica laboral é uma atividade recente, mas já é uma demanda concretizada dos trabalhadores graças ao trabalho daqueles Profissionais que em 1978 implementaram esta atividade na fábricas gaúchas”, explicou.

O presidente do Banrisul, Túlio Zamin, afirmou que o prazer e o bem estar proporcionado pela ginástica laboral no ambiente de trabalho é remédio para muitos males da vida moderna. “Além disto, nosso projeto de ginástica laboral consegue entender as complexidades do nosso negócio, seja do ponto de vista dos conhecimentos dos processos, seja no que envolve a tranquilidade das pessoas”, afirmou. O Banrisul é atualmente a empresa que mais emprega Profissionais de Educação Física na área de ginástica laboral.