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CREF2/RS homenageia vencedores do Troféu Destaque 2019
02/09/2019
Fonte: CREF2/RS

No sábado, dia 31 de agosto, o CREF2/RS promoveu a entrega do Troféu Destaque 2019. O prêmio, criado pelo Conselho como forma de comemorar o Dia do Profissional de Educação Física, celebrado em 1º de setembro, teve a sua cerimônia realizada na Praça dos Fundadores do Grêmio Náutico União, com um coquetel festivo.

Divididos em quatro categorias principais, os finalistas do Troféu Destaque 2019 foram escolhidos pelos profissionais registrados, que puderam indicar os seus favoritos por meio de uma votação aberta no site do Conselho. Todos os ganhadores foram eleitos pela Plenária e revelados durante a cerimônia. As empresas que completaram dez anos de registro ininterrupto, em 2019, também foram convidadas para a festa e receberam um certificado de homenagem pelos serviços prestados.

A cerimônia iniciou às 20h, com um discurso do presidente do CREF2/RS José Edgar Meurer (CREF 001953-G/RS). Na sua fala, ele deu boas-vindas aos presentes e reforçou a relevância do Troféu Destaque, sobretudo para a valorização da profissão. “É com grande honra que o CREF2/RS parabeniza e homenageia diversos profissionais de Educação Física nesta noite, pelo trabalho importantíssimo que desempenham para toda a sociedade”, frisou.

Homenagens especiais

Além dos quatro vencedores conhecidos durante a cerimônia, o CREF2/RS entregou outros quatro prêmios. O primeiro foi o Voto de Louvor ao profissional Juliano Mantovani (CREF 025864-G/RS), professor de Educação Física do Instituto Estadual de Educação Assis Chateaubriand, em Charqueadas. Na última semana, Mantovani ficou conhecido no Brasil inteiro por proteger os alunos da sua escola de um atentado, evitando uma grande tragédia.

Edison Cardoso (CREF 000001-G/RS), mais conhecido pelo apelido de Macaco e falecido em abril de 2018, também foi condecorado. Um dos criadores do CREF2/RS e ex-presidente da Federação Gaúcha de Basquete e da APEF, ele foi representado pelos seus dois filhos e recebeu o troféu Homenagem Especial – In Memoriam. Referência para o esporte e para a Educação Física, Cardoso obteve reconhecimento por atuar de maneira pioneira para a regulamentação e para a valorização da profissão.

O conselheiro federal Carlos Cimino (CREF 001691-G/RS), que foi o mestre de cerimônias do evento, ainda chamou ao palco Joel Pedroso (CREF 000241-G/RS), vencedor na categoria Personalidade; e Renita Dametto, homenageada com o Mérito da Educação Física. Eles receberam os seus troféus através de uma escolha feita diretamente pela Plenária. A lista completa dos ganhadores do Troféu Destaque 2019 é:

Categoria Profissional – Atuação Bacharelado:
Roberta Borges (CREF 007239-G/RS)
Graduada em Educação Física pela UFPel e pós-graduada em marketing esportivo e academias de ginástica, é proprietária da Academia VO2 Beta, em Pelotas, há 18 anos. Atua na área fitness com aulas de jump, step, local e é uma das referências em todo o Estado nas modalidades kangoo jumps, board fitness e HUGS 7.

Categoria Profissional – Atuação Licenciatura:
Josiane Fassini (CREF 013909-G/RS)
Graduada em Educação Física pela Ulbra Canoas e pós-graduada em Mídias e Educação, é professora da Escola Municipal Miguel Couto, em Nova Santa Rita. Atua com a inclusão através do projeto “Educação Física Inclusiva na EJA”, com atividades desportivas adaptadas, como goalball e vôlei sentado. É também coordenadora do projeto “A Escola da Universidade”, em parceria com o curso de Educação Física da Ulbra.

Categoria Profissional – Atuação Projetos Sociais:
Evandir Ferraz (CREF 008382-P/RS)
Conhecido pelo nome artístico Mike Júnior, é professor de street dance no Ballet Gutierres, em Porto Alegre. Pioneiro em adotar e explorar a cultura hip hop em suas aulas, há 15 anos desenvolve um projeto social no Centro Comunitário da Vila Orfanotrófio, aproximando crianças carentes da dança. É idealizador da modalidade hip hop fitness e instrutor de step nas academias Movere Fitness, HF Personal Training e Fit Academia.

Categoria Pessoa Jurídica:
Fazendo Onda (CREF 001345-PJ/RS)
Em atividade desde 202, a Fazendo Onda é uma escola de natação e academia de Igrejinha. Além de aulas de natação, hidroginástica e caminhada aquática, também desenvolve projetos de emagrecimento para grupos de pessoas com IMC acima da faixa “Obesidade 1”, com duração de seis meses e prêmios para os melhores resultados. Em quatro etapas realizadas até o momento, ajudou a eliminar mais de 620kg somente através da atividade física.

Personalidade:
Joel Pedroso (CREF 000241-G/RS)
Graduado em Educação Física pelo IPA, é oficial da reserva da Brigada Militar. Atuou grande parte da sua carreira no Corpo de Bombeiros e exerceu diversas funções, como coordenador dos salva-vidas da Operação Golfinho, diretor da Escola de Educação Física da Brigada Militar e comandante dos Bombeiros em Porto Alegre. Também foi coordenador de segurança aquática na Olimpíada e Paralimpíada do Rio de Janeiro, nas provas de remo e canoagem. Atualmente é gerente de esportes do Grêmio Náutico União e presidente da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático.

Mérito da Educação Física:
Renita Dametto
Graduada em Educação Física pela Feevale, é especialista em Treinamento Esportivo e mestre em Educação. Ex-atleta da Seleção Brasileira de handebol, foi professora rede pública de Porto Alegre, secretária de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul e presidente da FUNDERGS. Integrou o Conselho Nacional de Esporte e Lazer, o Conselho Nacional da Ciência e Tecnologia e a Câmara Técnica da Lei de Incentivo ao Esporte. Instituiu o Programa RS Educação Digital e o Programa de Apoio aos Parques Tecnológicos. Coordenou a reestruturação do CETE, o 20° Campeonato Mundial de Atletismo Máster e a Passagem da Tocha Olímpica em Porto Alegre.

Trofeu Destaque



Nova edição da CREF2/RS em Revista aborda legado deixado pela Olimpíada
22/12/2016
Fonte: CREF2/RS

A nova CREF2/RS em Revista, que tem como tema de capa o legado dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, já está disponível para leitura pela Internet e para download. A publicação relata, ao longo de suas páginas, como a competição esportiva mais importante do mundo pode se transformar, já a partir de agora, em um estímulo à prática esportiva e ao fortalecimento de diversas modalidades, assim como da Educação Física escolar.

Com o intuito de ampliar o debate, a reportagem de capa foi dividida em seis matérias principais, que relatam o ciclo olímpico de atletas, de treinadores e de profissionais de Educação Física que se envolveram com os Jogos do Rio. O canoísta Gilvan Ribeiro, o corredor Fabiano Peçanha (CREF 022437-G/RS), os técnicos de esgrima Alexandre Teixeira (CREF 00786-G/RS) e Eduardo Nunes (002764-G/RS) e técnico de tênis de mesa em cadeira de rodas Luciano Possamai (CREF 02066-G/RS), assim como os profissionais Idete Kunrath (CREF 013402-G/RS), Giovani Piloti (CREF 013810-G/RS) e Clery de Lima (CREF 000297-G/RS0), que lá estiveram trabalhando como voluntários ou como jornalista, comentam as suas respectivas vivências olímpicas.

Além deste conteúdo especial, a nova edição do CREF2/RS em Revista ainda apresenta o perfil do treinador de judô da Sogipa Kiko Pereira (CREF 003345-G/RS) e matérias sobre a Fiscalização do CREF2/RS e sobre o Seminário de Educação Física Escolar de Caxias do Sul. Você também pode acessar a edição online diretamente pela plataforma Issuu, disponível para a leitura em computadores, tablets e smartphones.

Revista Jogos Olímpicos Olimpíada



CongregaCREF reúne profissionais e estudantes para debater diversas áreas da Educação Física
30/08/2016
Fonte: CREF2/RS

O CREF2/RS realizou, no último sábado, dia 27 de agosto, a segunda edição do CongregaCREF – Seminário Sul Brasileiro de Educação Física. O evento, que integra as comemorações do Conselho pelo Dia do Profissional de Educação Física, ocorreu no auditório do CRO/RS, em Porto Alegre, e contou com a presença de profissionais registrados e de estudantes para debater as diversas áreas da profissão. A abertura do evento foi feita pela presidente Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), que reiterou o sucesso de público do CongregaCREF, pelo segundo ano consecutivo, e saudou todos aqueles que compareceram para assistir às palestras.

A primeira apresentação foi feita por Rodrigo Gonçalves Dias (CREF 059988-G/SP), pesquisador da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, e primeiro profissional de Educação Física a vencer o Prêmio Jovem Cientista, promovido pelo CNPq, em 2012. A palestra “Genética, performance física humana & doping genético: o senso comum versus a realidade científica” abordou as suas investigações científicas mais recentes e tentou explicar como funciona o rastreamento de genes para a descoberta de novos “fenômenos do esporte”, algo tão em evidência nos dias de hoje por causa da Olimpíada. “O nosso trabalho envolveu os melhores atletas do atletismo brasileiro e comparou o desempenho de todos com pessoas comuns. A conclusão que chegamos é que há mais ou menos 200 pessoas com potencial para serem esportistas espetaculares no nosso país e que ainda não foram descobertas”, revelou Dias.

Além de explicar os detalhes do seu trabalho, o pesquisador também contextualizou os avanços que a Educação Física teve – e ainda pode ter – desde o surgimento do projeto Genoma, na década de 90. “Os estudos genéticos deixaram claro que a responsividade ao treinamento é diferente de pessoa para pessoa, não segue um padrão que pode ser aplicado da mesma forma a todos os atletas. Ou seja, não podemos simplificar algo tão complexo como o organismo humano, precisamos aprender e relacionar as particularidades de cada estrutura muscular aos diversos genes que compõem o DNA de cada um destes indivíduos”, explicou.

Com espaço para perguntas da plateia e transmissão online, que permitiu que profissionais e acadêmicos de todo o Estado acompanhassem as palestras dos seus computadores em casa, o CongregaCREF prosseguiu com a conselheira federal do CONFEF Elisabete Laurindo (CREF CREF 002036-G/SC), que falou sobre o papel do profissional de Educação Física na escola. Além de apresentar os consensos internacionais da UNESCO e de inserir a Educação Física aos direitos fundamentais de todas as pessoas, Elisabete mostrou quais são os indicadores de qualidade na educação e explicou como o ambiente escolar, a prática pedagógica e as condições de trabalho dadas aos profissionais que atuam nestes locais interferem nesta equação. “O Brasil está entre os países mais obesos do mundo e precisamos nos apropriar da Educação Física escolar como forma de promover a saúde das crianças”, defendeu.

A Conselheira também trouxe para discussão o atual momento vivido pela Educação Física escolar, em que há a busca pela consolidação do profissional de Educação Física neste ambiente. “O livro Recomendações para a Educação Física Escolar, publicado pelo CONFEF e distribuído às escolas de todo o Brasil, veio para conscientizar todos dos benefícios da atividade física e de como é importante uma qualificação adequada para atuar na área, com comportamento ético e materiais adequados”.

Depois, quem deu continuidade ao CongregaCREF foi a professora da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança (ESEFID) da UFRGS Anelise Gaya (CREF 024009-G/RS). A palestra “O papel da Educação Física na promoção da saúde na escola” abordou um pouco do seu trabalho com o projeto de pesquisa Esporte Brasil, que busca avaliar e dar um novo sentido aos indicadores de aptidão física, saúde, obesidade e de outras doenças, com ênfase na população infantojuvenil. “30% das crianças tem obesidade e sobrepeso e a atividade física na escola poderia ter uma função primordial no sentido contrário a estes dados alarmantes”, explicou. “Os profissionais de Educação Física da escola precisam se dar conta deste quadro e trabalhar de maneira consciente, sabendo que existe um período crítico para o desenvolvimento motor das crianças e que este precisa ser bem aproveitado, para que não haja nenhum comprometimento”, complementou.

Como salientou Anelise durante a sua palestra, os dados coletados pelo Projeto Esporte Brasil nos últimos anos mostram ainda que 60% das crianças em idade escolar não cumprem o mínimo de atividade física proposto pela Organização Mundial da Saúde. “O que descobrimos é que muitas delas não brincam, não têm recreio e ou são atendidas de maneira correta pelas aulas de Educação Física. O sedentarismo é uma das principais causas de morte no Brasil e esta realidade no ambiente escolar é bastante preocupante, já que muitas doenças que eram vistas somente em adultos, como o diabetes tipo II e hipertensão, já estão aparecendo em crianças e gerando outras complicações”, revelou.

A conclusão, compartilhada com todos os presentes que lotavam o auditório do CRO/RS, é que a escola deveria oferecer mais momentos para a prática de atividade física, com pelo menos 45 minutos de duração, duas vezes por semana. “Não podemos privar o desenvolvimento das crianças, sobretudo da forma que só o esporte proporciona”, contou Anelise. As aulas de Educação Física escolar, além de precisarem de um planejamento mais eficaz, necessitam a adoção de novas estratégias, para que os hábitos de vida sejam modificados desde cedo. “Há bons projetos ocorrendo nas escolas, sobretudo fora do país, que podem servir de exemplo. O Projeto Esporte Brasil, por exemplo, tem contribuído na interpretação dos padrões de crescimento e, com isto, oportunizado o planejamento de ações diferenciadas e auxiliado os professores de Educação Física na avaliação dos seus alunos”, concluiu.

O CongregaCREF foi encerrado pela palestra “Gestão de academia”, ministrada por Rogério Menegassi (CREF 001008-G/RS), proprietário da academia Athlética, localizada em Porto Alegre, e ex-presidente da Associação das Academias do Rio Grande do Sul (ACAD RS). Há mais de 30 anos atuando na área, Menegassi conversou com os presentes sobre esta área e tirou as dúvidas daqueles que tem a intenção de abrir, futuramente, o seu próprio negócio. “As opções para as academias cresceram muito nos últimos anos. A piscina, antigamente, era aproveitada somente para aulas de natação e hoje há uma infinidade de modalidades e de atividades que podem ser exploradas e ofertadas aos alunos”.

Além disto, Menegassi apresentou um pequeno panorama sobre a evolução da ginástica em academias, explicou algumas estratégias adotadas pela Athlética e salientou que muitos adultos são resistentes a aderir a um programa de treinamento porque não tiveram uma boa experiência com a atividade física quando eram jovens, numa época em que a profissão de Educação Física ainda não era regulamentada. “Na nossa área, ninguém poderá inventar algo totalmente inédito, porque as modalidades são variações e vêm de uma mesma base. O que os profissionais de academia realmente precisam fazer é tentar tornar as suas aulas cada vez mais prazerosas para os alunos, para que eles se transformem em clientes fiéis, tenham resultados e que reconheçam os benefícios que só podem ser proporcionados pela Educação Física em suas vidas”.

CongregaCREF eventos



CREF2/RS em Revista: Nicolas Sanchez é um dos árbitros de tênis selecionados para a Olimpíada
29/07/2016
Fonte: CREF2/RS em Revista

O “uruguaio-gaúcho” Nicolas Sanchez (CREF 012322-G/RS), professor de tênis do Teresópolis Tênis Clube, é um dos convocados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para fiscalizar os melhores tenistas do mundo, que vão participar da próxima Olimpíada. Natural da cidade de Nueva Helvecia, Sanchez se mudou para Porto Alegre ainda durante a infância, quando o seu pai, um tenista profissional de grande sucesso em terras uruguaias, foi contratado pela Sogipa, na década de 80.

Juiz de linha há 15 anos, o árbitro tem uma extensa lista de campeonatos no currículo, que inclui o Pan-americano de 2007 e o Rio Open, realizado no ano passado. Preparado para vivenciar o maior evento esportivo do mundo, Sanchez quer aproveitar a ida ao Rio de Janeiro também para adquirir conhecimento. A entrevista, que reproduzimos parcialmente abaixo, foi publicada na última edição do CREF2/RS em Revista sobre os Jogos Olímpicos e pode ser conferida na íntegra no link.

Por que ser árbitro e não atleta?

O fato de ser árbitro e não atleta, pra mim, foi algo que teve uma transição natural. Queria continuar neste meio esportivo e, para isto, já tinha feito o curso da Federação Internacional de Tênis (ITF). Rapidamente, já estava arbitrando os maiores tenistas do mundo . No momento, estou atuando somente nos torneios da ITF, da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) e da Associação de Tênis Feminino (WTA), como árbitro de linha. Vale salientar que esta parte de já ter sido atleta e conhecer alguns tenistas profissionais torna o meu trabalho um pouco mais fácil, porque este conhecimento me dá toda a base de como o jogo vai ser.

O que é mais motivador e desafiador no seu dia a dia de trabalho como juiz?

O que mais me motiva em ser árbitro é ter a oportunidade de conhecer os maiores tenistas do mundo e fazer parte dos torneios da ATP e da WTA. O árbitro é fundamental para o andamento de cada torneio. Quanto aos desafios, às vezes não são as jogadas que exigem mais, mas o conjunto, o torneio como um todo. Tem vezes que pegamos partidas longas, tenistas complicados, calor, e tudo isto nos demanda uma concentração redobrada, para não perder o foco na partida. É como se estivéssemos dentro da quadra jogando! O atleta, quando não está concentrado, acaba perdendo a partida. No nosso caso, podemos perder a marca da bola, um ponto, e assim tornar a partida mais tensa do que o normal.

Além da sua carreira como árbitro, você também é professor de tênis. Como fazer para conciliar as duas profissões?

As duas carreiras são bem tranquilas de administrar, porque as aulas não são competitivas, são apenas sociais, com cunho da aprendizagem e da saúde. Elas não comprometem em nada as arbitragens. Se optasse por treinar alguma equipe profissional, mesmo em nível estadual, eu teria que escolher a carreira de árbitro ou de treinador. Sou presidente da Associação Gaúcha de Árbitros de Tênis (AGAT) e o item mais importante é este: o árbitro não pode estar ligado a nenhuma equipe ou clube. Além disto, é muito interessante arbitrar os torneios profissionais e passar as experiências e as curiosidades do mundo do tênis para os alunos, mesmo que eles sejam apenas tenistas de primeira viagem. Também passo para eles informações de como funcionam os rankings, as competições da ATP e da WTA, quais os tenistas que estão em ascensão. Repasso ainda o calendário dos torneios, pois é muito importante que eles vejam ao vivo, bem de perto, como o esporte funciona.

As suas primeiras competições internacionais como árbitro foram os Jogos Pan-americanos do Rio e a Copa Davis. Como surgiram essas primeiras oportunidades, em eventos de grande visibilidade?

As maiores competições foram, realmente, o Pan-americano de 2007 e a Copa Davis, em duas oportunidades, em 2012 e 2015. Antes, eu já tinha arbitrado torneios, futures e challengers de nível da ITF e da ATP. As oportunidades surgiram pelo bom desempenho e alto nível da arbitragem que sempre mostrei dentro da quadra, me destacando como chefe de equipe. A Olimpíada será a maior competição em que irei atuar, mas são inúmeros os torneios de alto nível que já participei. Um dos últimos foi o Rio Open 2016, onde pude arbitrar os jogos de Rafael Nadal, John Isner, Pablo Cuevas, entre outros tenistas do primeiro escalão mundial.

Como você está se preparando para a Olimpíada? O que está sendo diferente no seu dia a dia?

A preparação mais intensa iniciamos em janeiro deste ano, com a convocação para os torneios mais importantes e que contaram com a participação de tenistas de ponta, que exigem o máximo de cada árbitro. Tem também a parte da saúde física e mental, que é importante para permanecermos muito bem concentrados dentro da quadra. O meu dia a dia ainda continua o mesmo, mas acredito que em breve já estaremos com atividades específicas para a Olimpíada.

Quais são as suas expectativas com os Jogos Olímpicos deste ano? O que você espera levar desta experiência para a sua carreira de professor e de árbitro de tênis?

As expectativas são as melhores possíveis! Espero respirar cada momento desta atmosfera esportiva, que é o maior evento esportivo do mundo. Quero aprender e absorver tudo que for possível, já que os Jogos Olímpicos não são só a modalidade de tênis, mas também todos os outros esportes. Espero que ocorra tudo como planejado, já que penso que a Olimpíada não voltará para o Brasil tão cedo. Só terei esta única oportunidade. Quero trazer para cá um legado da mais alta qualidade e poder dizer para a minha filha, para os alunos e para os amigos que fiz história, participando como árbitro da Olimpíada.

O tênis brasileiro nunca ganhou uma medalha olímpica, mesmo que tenha revelado grandes atletas. O que a modalidade ainda precisa desenvolver para se tornar competitiva também nos Jogos Olímpicos?

Tivemos e ainda temos tenistas extraordinariamente talentosos. Atualmente, o melhor tenista brasileiro, Thomaz Bellucci, está na 35ª colocação do ranking da ATP. No feminino, a melhor é a Teliana Pereira, que está na 86ª posição. Eles terão a dura missão de trazer uma medalha olímpica. Já nas duplas, temos uma real possibilidade, pois o Marcelo Mello está no 2º lugar e formará a dupla com o Bruno Soares, que se encontra na 7ª colocação. Um torneio singular, como a Olimpíada, mexe com a cabeça. Ela aparece a cada quatro anos e, quando os atletas estão lá, ficam deslumbrados com a grandiosidade. Nem todos estão focados na medalha de ouro e acabam por se distrair com a estrutura do evento. No tênis, sempre falamos que o atleta é 50% cabeça, ou seja, ele depende de concentração total. Os atletas brasileiros devem trabalhar isto para almejar o brilho do ouro.

Como o tênis brasileiro pode crescer depois dos Jogos Olímpicos?

O esporte no Brasil, de um modo geral, nunca aproveita 100% o legado deixado. Passamos por isso no Pan-americano e na Copa do Mundo. Cabe às entidades esportivas pensarem de uma maneira mais decisiva. Praticamente, vivemos só do futebol no Brasil, mas temos várias modalidades que precisam de investimentos, pois têm grandes talentos sem oportunidade e patrocínio. Acredito que, nesta Olimpíada, os verdadeiros gestores se sentirão influenciados e verão que o esporte necessita de apoio em longo prazo. No tênis, sempre dizemos que o importante é investir nas categorias de base, através de escolinhas comunitárias gratuitas e quadras públicas, facilitando o interesse da população pela modalidade. Já fiz muitos cursos nas maiores escolas de tênis do mundo e todos são taxativos: o maior investimento deve ser nas categorias de base e na formação.

Tênis Olimpíada Jogos Olímpicos



CREF2/RS em Revista: Frederico Guariglia fala sobre natação e Jogos do Rio
26/07/2016
Fonte: CREF2/RS em Revista

Há 13 anos no Grêmio Náutico União, Frederico Guariglia (CREF 003724-G/RS) está pronto para encarar a sua segunda Olimpíada como treinador. O técnico da nadadora Graciele Herrmann, uma das grandes revelações do esporte gaúcho na última década, nunca foi um atleta profissional, mas desde muito cedo se interessou pela água.

Às vésperas dos Jogos do Rio, Guariglia se baseia na sua vivência no esporte para contar como a natação evoluiu no Brasil, sobretudo nos últimos anos, e como é desgastante o dia a dia de quem trabalha com atletas olímpicos, que precisam chegar sempre ao limite físico e mental para conquistar uma medalha. A entrevista, que reproduzimos parcialmente abaixo, foi publicada na última edição do CREF2/RS em Revista sobre os Jogos Olímpicos e pode ser conferida na íntegra no link.

Como foi a seletiva para a Olimpíada do Rio?

A primeira seletiva foi realizada em dezembro do ano passado, em Santa Catarina, e a segunda em abril, na piscina onde vai ser disputada a prova, no Rio de Janeiro. Esta segunda, por ser a última e no mesmo local da competição principal, tinha um ambiente mais tenso. Por isto, joguei as fichas no ano passado e deu certo. A primeira foi um pouco mais tranquila e o tempo que a Graciele fez nessa oportunidade credenciou ela para participar da Olimpíada.

A eliminação do Cesar Cielo foi um dos assuntos mais comentados da seletiva.

Ao invés disso, acho que temos que ressaltar os outros dois bons atletas que temos, que nadaram na frente. O Cielo é um mito, medalha de ouro e recordista mundial, mas outros foram melhores desta vez. Claro que seria muito bom ter ele na equipe, mas acho que houve um exagero na cobertura midiática. O repórter, que de praxe entrevista o nadador depois da prova, só parou de falar quando ele começou a chorar. Acho que o foco deveria ser informar mais sobre os outros nadadores classificados para os Jogos. A natação não é um esporte de grande visibilidade e o Cielo não tem a obrigação de ir à frente da câmera para pedir desculpa. A comoção foi grande, mas não sei se a gente não exagera demais. Na TV, parece que a seletiva acabou girando só em torno do fracasso do Cielo, como se os outros atletas não existissem. Se ele não ganha, a gente perde tudo. Não é assim.

O ciclo de preparação deve ser muito desgastante.

Tem que ser. O treinamento é fracionado conforme os eventos da temporada. Tem um bloco de preparação para as competições de agora, depois para a Olimpíada e outro lá no fim do ano, para o Mundial de piscina curta. A preparação é desgastante, mas nada perdemos de uma competição para a outra. Não podemos associar o esporte de alto rendimento à promoção da saúde, porque o atleta precisa ir ao seu limite para avançar. A associação com o corpo humano é completamente diferente, a preparação para ir à Olimpíada machuca mesmo. Se não doer, é porque o atleta poderia dar um pouquinho mais ainda.

E para o treinador? Existe algum tipo de preparação?

O técnico precisa se habituar à sequência de provas, tem que se aperfeiçoar e buscar contato com os treinadores dos outros países. Eu acho que isso acrescenta muito à nossa vida profissional. O Comitê Olímpico Brasileiro realiza cursos para atletas e para treinadores. A Confederação, por outro lado, fez um planejamento para que a gente tenha uma boa participação nos Jogos e um bom convívio também. Não dá para o treinador achar que é melhor do que os outros só porque o seu atleta está competindo na Olimpíada.

Como foi participar da Olimpíada de Londres, em 2012?

Eu me lembro de cada segundo lá. O Brasil tinha um QG em Crystal Palace, que era um centro de treinamento de primeiro mundo. A maior parte da delegação ficou lá e treinamos nesse local também. Não foi aterrorizante participar de uma Olimpíada, a sensação foi, pelo contrário, muito boa. A nossa participação em Londres, apesar do 22º lugar da Graciele, acrescentou muito, porque o atleta percebe, numa competição dessas, que todos realmente se preparam para estar lá. Não é só você que treina. Todos estavam focados e com o mundo inteiro assistindo pela TV. Não é fácil nadar na Olimpíada, mas a gente precisa trabalhar a competição com naturalidade, mesmo que a participação neste tipo de evento seja algo que fique marcado para o resto da sua vida.

E quais são as suas expectativas com os Jogos do Brasil?

São positivas, desde que a espontaneidade aflore e que os atletas consigam nadar o que podem. Eu não acredito, sinceramente, que exista um peso maior pela competição ser no Brasil. Pelo contrário, eu acho que os atletas vão ser muito bem recebidos, vai ser bem mais caloroso. A gente sabe o que cada um vai entrar na piscina buscando, ninguém vai cobrar dos atletas brasileiros aquilo que eles não poderão dar. Acredito que chegaremos em um bom número de finais, mas não vamos ter muitas medalhas, vai ficar concentrado com quem ganhou em Londres, sem surpresas. O revezamento masculino 4x100m tem grandes chances e o número de mulheres participantes cresceu bastante também, o que acho bem interessante de destacar. Isto é muito positivo para a natação brasileira.

Que tipo de cuidado é preciso ter com o atleta fora das piscinas?

O atleta, via de regra, é uma pessoa difícil de se lidar. Às vezes, administrar é mais complicado do que passar treino. O que eles precisam entender, em primeiro lugar, é que eles estão na piscina trabalhando. Neste ponto, acho que a mentalidade do atleta brasileiro evoluiu, porque ele sabe agora que precisa ter comprometimento para atingir as metas. A gente ajuda os atletas com questões pessoais na medida do possível, mas sempre partindo do pressuposto de que se trata de uma relação profissional. Isto é algo que tem que se cuidar, porque muitos, por um motivo ou outro, acabam criando uma relação de dependência com o técnico. A gente não pode ser uma bengala para o atleta.

Como você avalia a evolução da natação no Brasil?

O esporte se especializou demais. Nessa última seletiva, o staff do União tinha biomecânico, preparador físico, psicólogo, médico e fisioterapeuta. O conceito de multidisciplinaridade é cada vez mais presente, para tentar suprir as necessidades dos atletas. O treino de quem nada 50 metros é diferente de quem nada 100 metros, assim por diante. A especificidade da prova está muito aguçada e há ainda o acréscimo da preparação física, que tinha um papel coadjuvante até alguns anos atrás, e passou a ser muito importante. A diferença a gente já consegue ver comparando o ciclo olímpico de Londres com o do Rio. A musculação convencional praticamente não é feita mais, é apenas um pequeno complemento. Hoje se faz arremesso olímpico, alguns dos seus derivados, e treinamento core muito forte. A preparação física tem, atualmente, um papel que não tinha no passado.

O dia a dia de um treinador olímpico é de muita pressão?

A gente trabalha em dois turnos, quatro vezes por semana, e em um turno, três vezes por semana. Além de estarmos envolvidos com os atletas de segunda a domingo, eles ainda fazem a preparação física, que ocorre de três a quatro vezes por semana. A rotina é desgastante para o treinador, mas eu gosto muito da profissão. Isto já me fez perder períodos importantes da minha vida, que foi acompanhar o crescimento do meu filho. Ele tem doze anos hoje e eu me lembro, depois de chegar de uma viagem longa, ter notado feições diferentes nele. Isso me deixava um pouco triste, assim como ter estado presente em apenas um Dia dos Pais até agora. O trabalho é pesado, é ruim ficar longe da família, mas eu curto demais. A sensação é mesmo contraditória, porque quando a gente volta já estamos querendo a próxima competição. O esporte é o que nos alimenta e é, às vezes, mais forte do que tudo. Acho isso estranho, mas não me vejo fazendo outra coisa.

Graciele Herrmann: a atleta de Frederico



Natural de Pelotas, Graciele Herrmann foi a primeira nadadora gaúcha a competir em uma Olimpíada, com apenas 22 anos de idade. Além de ter participado da prova de 50 metros livre nos Jogos de Londres, em 2012, a atleta do União disputou o Panamericano do México, em 2011, e foi a grande surpresa da competição, com duas medalhas de prata. Na Olimpíada do Rio, ela é uma entre os 30 atletas brasileiros que vão representar o país nas piscinas. “A gente tem que ir por etapas. Não vou aos Jogos só para fazer o meu tempo, mas para baixá-lo ainda mais e buscar uma vaga na semifinal. Depois, vou pensar em ir para a final e lá buscar a medalha”, contou a nadadora, em uma entrevista ao jornal Zero Hora. Graciele também tem no currículo uma medalha de bronze, conquistada em 2015 no Pan-americano de Toronto, e dois ouros no Sulamericano de 2014.

Olimpíada Jogos Olímpicos natação



Disponível para leitura a revista do CREF2/RS sobre a Olimpíada
28/06/2016
Fonte: CREF2/RS

A nova CREF2/RS em Revista, que será em breve enviada às Pessoas Jurídicas registradas no Conselho, já tem a sua versão online disponível para download no site do CREF2/RS. A publicação, que tem como tema de capa os Jogos Olímpicos, apresenta um pequeno panorama da competição esportiva do mundo e dos profissionais de Educação Física do Rio Grande do Sul que já se envolveram com uma Olimpíada.

Com quatro matérias principais, a nova revista do Conselho fala sobre as expectativas do árbitro de tênis Nicolas Sanchez (CREF 012322-G/RS) e do técnico de natação Frederico Guariglia (CREF 003724-G/RS), que representarão o nosso Estado nos Jogos Olímpicos do Rio. A edição atual também aborda a trajetória dos ex-atletas de vôlei Marco Antônio Volpi e de basquete Evandro Saraiva (CREF 001009-G/RS), que participaram de clicos olímpicos nos anos 60 e 90, respectivamente. Eles contam como a competição influenciou – e ainda influencia – as suas carreiras.

Além deste conteúdo especial, a nova edição da CREF2/RS em Revista também apresenta matérias sobre o Fórum de Educação Física Escolar, realizado no final de abril em Capão Canoa, e sobre a proposta de extinção do curso de bacharelado em Educação Física, feita pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). A revista ainda dedica duas páginas às atividades do Departamento de Orientação e Fiscalização (DEFOR), com os números e detalhes das ações realizadas no primeiro trimestre deste ano, em todo o Rio Grande do Sul.

Desde este número, os exemplares impressos da CREF2/RS em Revista são enviados somente às Pessoas Jurídicas registradas e em dia com as suas obrigações estatutárias. Já os profissionais registrados podem baixar a versão em PDF da revista aqui ou também acessá-la diretamente pela plataforma Issuu, disponível para a leitura em computadores, tablets e smartphones.

Olimpíada Jogos Olímpicos Revista



Nova edição da CREF2/RS em Revista é sobre Jogos Olímpicos
17/06/2016
Fonte: CREF2/RS

A nova CREF2/RS em Revista, que tem como tema de capa os Jogos Olímpicos, já está disponível para download no site do CREF2/RS. A publicação explica, ao longo de suas páginas, como a competição esportiva mais importante do mundo contribui e ainda influencia a carreira de muitos dos profissionais de Educação Física do Rio Grande do Sul.

A reportagem de capa foi dividida em quatro matérias, para falar sobre as expectativas do árbitro de tênis Nicolas Sanchez (CREF 012322-G/RS) e do técnico de natação Frederico Guariglia (CREF 003724-G/RS), que representarão o nosso Estado nos Jogos Olímpicos do Rio; e também para abordar a trajetória dos ex-atletas de vôlei Marco Antônio Volpi e de basquete Evandro Saraiva (CREF 001009-G/RS), que participaram de ciclos olímpicos nos anos 60 e 90, respectivamente.

Além deste conteúdo especial, a nova edição da CREF2/RS em Revista também apresenta matérias sobre o Fórum de Educação Física Escolar, realizado no final de abril em Capão Canoa, e sobre a proposta de extinção do curso de bacharelado em Educação Física, feita pelo Conselho Nacional de Educação. A revista ainda dedica duas páginas às atividades do Departamento de Orientação e Fiscalização (DEFOR), em que é apresentado um resumo das ações realizadas no primeiro trimestre deste ano.

Os exemplares impressos da CREF2/RS em Revista são enviados somente às Pessoas Jurídicas registradas e em dia com as suas obrigações estatutárias. Já os profissionais registrados podem baixar a versão em PDF da revista aqui ou também acessar a edição online diretamente pela plataforma Issuu, disponível para a leitura em computadores, tablets e smartphones.

Revista Olimpíadas



CREF2/RS participa do anúncio oficial do Comitê de Revezamento da Tocha Olímpica
30/03/2016
Fonte: CREF2/RS

A presidente do CREF2/RS Carmen Masson (CREF 001910-G/RS) esteve presente no dia 29, no Palácio Piratini, onde assistiu ao anúncio oficial do Comitê de Revezamento da Tocha Olímpica no Rio Grande do Sul. A cerimônia contou com a presença do governador do estado José Ivo Sartori, do diretor de operações da Rio 2016, Marco Aurélio Vieira, do secretário do Turismo, Esporte e Lazer, Juvir Costella, prefeitos e representantes do Ministério do Esporte, além de dezenas de atletas.

A Tocha Olímpica chega ao Rio Grande do Sul no dia 3 de julho e permanece até o dia 9. O símbolo máximo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos passará por 28 municípios gaúchos. As cidades de Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul, Porto Alegre e Passo Fundo são as chamadas “Cidades de Celebração”, onde a chama vai pernoitar, após eventos turísticos locais.

O circuito oficial do deslocamento passará por Erechim, Passo Fundo, São Miguel das Missões, Santo Ângelo, Ijuí, Cruz Alta, Encantado, Lajeado, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, São Sepé, Caçapava do Sul, Canguçu, Rio Grande, Pelotas, São Lourenço do Sul, Camaquã, Guaíba, Porto Alegre, Canoas, Esteio, Novo Hamburgo, Gramado, Canela, Nova Petrópolis, Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Torres.

Olimpíadas 2016



CREF2/RS presente no anúncio do roteiro da tocha olímpica no Estado
03/11/2015
Fonte: CREF2/RS

A presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), esteve presente no Salão Negrinho do Pastoreio do Palácio Piratini no dia 29, ocasião em que foi anunciado o trajeto pelo qual a tocha olímpica percorrerá o Rio Grande do Sul em 2016. O revezamento passará por mais de 20 cidades gaúchas. A cerimônia contou com a presença do ministro do Esporte, George Hilton, do governador do Estado, José Ivo Sartori, do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, além de dezenas de atletas e dirigentes esportivos.

Em seu discurso, o ministro George Hilton afirmou que o grande legado das Olimpíadas para o Brasil será consolidar a prática de esportes, gerando saúde pública e propondo inclusão social. “Além dos jogos, estamos preparando a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que conterá a obrigatoriedade da Educação Física em todos os níveis escolares”, declarou.

Segundo a presidente do CREF2/RS, a tocha olímpica, além da importância simbólica para os desportistas, mobilizará as comunidades por onde passar. “Este tipo de comprometimento tem o poder de agregar os brasileiros e deixar grandes legados”. Carmen também comemorou a fala do ministro relativa à Educação Física escolar. “Esta é uma bandeira de luta do Conselho e achamos uma sinalização positiva. Oxalá ele consiga implementar este programa".

Acesa em Olímpia, onde os Jogos surgiram na Grécia antiga, a tocha passará por vários lugares do mundo até chegar ao Rio de Janeiro em 5 de agosto de 2016, no estádio do Maracanã. No Rio Grande do Sul ela chega em julho, cerca de um mês antes do início dos Jogos. A chama passará por Erechim, Passo Fundo, Cruz Alta, Ijuí, Santo Ângelo, Encantado, Lajeado, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, São Sepé, Caçapava do Sul, Canguçu, Rio Grande, Pelotas, São Lourenço do Sul, Camaquã, Guaíba, Porto Alegre, Canoas (a confirmar), Esteio (a confirmar), Novo Hamburgo, Nova Petrópolis, Canela, Gramado, Caxias, Bento Gonçalves e Torres. No total, 330 cidades brasileiras receberão a tocha.

Olimpíadas 2016



Comitê da Rio 2016 abre inscrições para revezamento da tocha olímpica em Porto Alegre
01/10/2015
Fonte: CREF2/RS

Estão abertas as inscrições para quem quiser participar do revezamento da tocha olímpica na cidade. O evento, confirmado pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, deverá ser realizado, na capital gaúcha, em julho de 2016. A organização prevê um passeio pelas ruas.

Os interessados têm até o dia 15 de outubro para se inscrever pelos sites www.rio2016.com.br/tochaolimpica, www.issoeouro.cocacola.com.br, www.quemseatreve.com.br e www.revezamentobra.com.br. Além de preencher o formulário, é necessário enviar um texto, explicando o motivo pelo qual deve ser um dos escolhidos. Para aumentar as chances, é possível enviar a mesma história para todas estas páginas e sugerir outras pessoas.

As indicações passarão por uma avaliação do Comitê Organizador do Revezamento da Tocha Olímpica e de parceiros do evento. O resultado deve ser divulgado até o dia 29 de fevereiro de 2016.

O prefeito José Fortunati destacou a participação de Porto Alegre no revezamento da chama como uma oportunidade de os moradores vivenciarem a Olimpíada de 2016. “É um evento muito importante para o país que, como a Copa do Mundo de 2014, vai fazer com que as atenções no mundo inteiro se voltem para o Brasil. O fato de Porto Alegre se integrar à programação faz com que as pessoas vivam de forma mais intensa esta experiência”, afirmou.

Em Porto Alegre, a chama deve ser conduzida por um roteiro de cerca de 20 quilômetros, percorrendo pontos importantes, mas que ainda está sendo definido pelos organizadores. Cem pessoas conduzirão a tocha. No final do percurso, será realizada uma celebração festiva. No Rio Grande do Sul, a tocha passará também por Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas e Caxias do Sul.

Tocha Olímpica Olimpíadas Jogos Olímpicos



CMD de Caxias do Sul realiza seu III Fórum Municipal do Esporte e Lazer
25/09/2015
Fonte: CMD

O Conselho Municipal do Desporto (CMD) de Caxias do Sul realizará no dia 17 de outubro o III Fórum Municipal do Esporte e Lazer. O evento ocorrerá das 8h as 12h no auditório do Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul (SINDISERV), localizado na rua Carlos Giesen, 1217, bairro Exposição, Caxias do Sul. A participação é gratuita, mas sugere-se a doação de 1 kg de alimento não perecível.

O CMD é um órgão colegiado, presidido pela profissional de Educação Física Márcia Rohr (CREF 007542-G/RS), de caráter consultivo, normativo, deliberativo e fiscalizador, representativo da comunidade desportiva da cidade. Recentemente o CMD elaborou um documento propondo a criação da Semana Municipal da Educação Física em Caxias do Sul. A sugestão é que a data conste no calendário oficial do município e que seja comemorada, anualmente, na primeira semana do mês de setembro, tendo o dia 1º de setembro como a data principal de sua programação, coincidindo com o Dia do Profissional de Educação Física.

III Fórum Municipal do Esporte e Lazer de Caxias do Sul
Programação
8h: Credenciamento
8h30min: Abertura
9h: Mesa-redonda temática: Olimpíadas Preparação para os Jogos Olímpicos - ministrante: Álvaro Koslowski (CREF 006163-G/RS)
Captação e Projetos para Patrocínios Esportivos - ministrante: Fernando Silveira
Políticas Públicas de Esporte e Lazer para Pessoas com Deficiência em Caxias do Sul - ministrante: Tiago Frank (CREF 015592-G/RS)
11h: Eixos Temáticos - Esporte e Lazer Comunitário/Adaptado, Educacional/Rendimento/Financiamento Público
11h30min: Apresentação e Discussão dos Eixos
12h: Encerramento

Data: 17 de outubro, sábado
Local: Auditório SINDISERV
Endereço: Rua Carlos Giesen, 1217 - Bairro Exposição
Inscrições: Conselho Municipal do Desporto - CMD Fone: (54) 3215 4320 / 3215 4240 / 3221 0873
E-mail: cmd@caxias.rs.gov.br
Inscrições gratuitas. Sugere-se a doação de 1 kg de alimento não perecível

Conselho Municipal do Desporto



Semana da Educação Física encerra nesta sexta-feira com palestra na FADERGS
04/09/2015
Fonte: CREF2/RS

A Semana da Educação Física de Porto Alegre, promovida pela Câmara de Vereadores em comemoração ao Dia do Profissional de Educação Física, encerrará hoje à noite, com mais uma palestra na FADERGS. Lauro Aguiar (CREF 002892-G/RS), presidente da Câmara Técnica de Ginástica Laboral e Atividade Física na Empresa do CREF2/RS, falará com os estudantes da instituição sobre o tema, a partir das 19h30min. A atividade é gratuita e aberta ao público em geral.

Na manhã de hoje (4), foi o conselheiro Carlos Cimino (CREF 001691-G/RS) que esteve na FADERGS. A palestra "Atualização de Regras de Voleibol" abordou questões como as atribuições do árbitro e apresentou a evolução da modalidade desde a sua criação, em 1895. O vôlei, que nasceu como atividade física dirigida para pessoas sedentárias, é um dos esportes que mais mudou as suas regras ao longo do tempo. "Sempre que se modifica alguma coisa, é preciso repensar o esporte como um todo", comentou.

Com experiência internacional e participação nas Olimpíadas de Pequim em 2008, Cimino também é presidente da Federação Gaúcha de Voleibol (FGV) e membro da Comissão de Leis e Regras de Jogo da Federação Internacional de Volleyball (FIVB). Ele aproveitou o encontro para também explicar os conceitos importantes da modalidade, com o papel do capitão e a diferença entre rally e rally completo. Além disto, também foi exibido o vídeo institucional do CREF2/RS e explicado para os presentes as funções do Conselho, de proteger a sociedade e de fiscalizar a profissão. "O objetivo é que a população seja atendida com qualidade por qualquer profissional da nossa área", pontuou.

Semana da Educação Física de Porto Alegre
Palestra "Ginástica Laboral", com Lauro Aguiar (CREF 002892-/GRS)
Horário: 19h30min
Local: FADERGS (Avenida João Pessoa, 1105 – Cidade Baixa)
Inscrições gratuitas no local

FADERGS Semana da Educação Física Dia do Profissional de Educação Física



CREF2/RS participa de abraço em defesa do CETE no próximo dia 17
13/08/2015
Fonte: CREF2/RS

O CREF2/RS, junto à Federação Gaúcha de Judô, Federação Gaúcha de Ginástica e a Associação das Federações Esportivas do RS, foram nesta terça-feira (11) ao plenário da Assembleia Legislativa para pressionar os deputados a não aprovarem o projeto de extinção da Fundação do Esporte e Lazer do RS (Fundergs), proposto pelo governo do Estado. Na ocasião, foi formada a Frente Pró-Fundergs, que defende a continuidade da entidade, além do fortalecimento do Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE). Para angariar apoio à causa, foi lançada uma petição on-line que pode ser assinada aqui. Um abraço simbólico ao CETE, com a presença de servidores, atletas, ex-atletas, políticos e profissionais de Educação Física, está marcado para a próxima segunda-feira (17), às 17h.

Segundo a presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), o anúncio da absorção da Fundergs pela Secretaria Estadual de Esporte e Lazer representa um retrocesso nas políticas do setor, fato agravado pela proximidade das Olimpíadas. "Temos consciência da grave crise pela qual passa o Estado e estamos dispostos a ajudar no que for possível para superar as dificuldades. Contudo, sabemos que a Fundergs tem um orçamento total de R$ 20 milhões ao ano, sendo que deste total R$ 16,5 milhões são custeados pela Lei Pelé. Portanto, o custo da Fundação para o Estado é pequeno em relação aos benefícios relacionados ao esporte, à saúde, educação e à inclusão social".

A presidente propõe uma reflexão aos gestores públicos para que se objetive um projeto sustentável a médio e longo prazo. "Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que cada dólar aplicado em atividade física equivalem a 3,2 dólares economizados em potenciais gastos com saúde. Logo, a pretensa economia a que o governo do Estado almeja se reverterá, em breve, em elevados gastos com a saúde". Carmen também expressou temor quanto a um possível enfraquecimento e desestruturação do CETE pelo contingenciamento da verbas. “O Centro tem um papel fundamental no combate à epidemia de obesidade, à violência e ao abandono social das crianças e adolescentes e no bem-estar da sociedade em geral”.

Foto: Tiago Garcia/SEL

Fundergs



Reunião marca reaproximação do CREF2/RS com a FUNDERGS
01/06/2015
Fonte: CREF2/RS

Na manhã desta segunda-feira (1), Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), presidente do CREF2/RS, esteve reunida com Cassiá Carpes, presidente da Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (FUNDERGS). O objetivo do encontro foi a reaproximação do Conselho com a nova gestão da instituição, responsável por coordenar e executar a política de esporte e lazer em todo o Estado.

Para Carmen, a ideia do CREF2/RS é retomar o convênio com a FUNDERGS e oferecer aos profissionais da Fundação cursos de capacitação, sobretudo nos polos do interior. "Queremos chegar mais perto dos profissionais", comentou. "Nossa meta é que atingir o maior número de pessoas fora das grandes cidades, onde muitas vezes a informação e o conhecimento demoram um pouco mais para chegar".

Carpes considerou extremamente positiva a reaproximação com o Conselho e destacou que os oito Polos Regionais de Desenvolvimento do Esporte e Lazer da FUNDERGS, com sede em cidades como Passo Fundo, Santa Cruz e Santo Ângelo, estão de portas abertas. "Temos a certeza de que o CREF2/RS deve participar dos polos, para ampliar estes encontros", avaliou. "Nossa parceria pode trazer coisas importantes para o dia a dia dos profissionais, como o conhecimento de que esporte não é só Olimpíadas. Isto permitirá que outras questões sejam trabalhadas, principalmente na Educação Física Escolar. Isto é muito importante para o Estado".

CREF2/RS e FUNDERGS vão voltar a se reunir para dar continuidade ao projeto.



Semana da Educação Física tem curso de vôlei com conselheiro Carlos Cimino
03/09/2014
Fonte: CREF2/RS

A programação da Semana da Educação Física de Porto Alegre teve, ontem à tarde (2), o curso "Regras de Voleibol na atualidade". A atividade, realizada na Faculdade São Judas Tadeu e aberta para o público em geral, foi ministrada pelo conselheiro do CREF2/RS Carlos Cimino (CREF 001691-G/RS), também presidente da Federação Gaúcha de Voleibol (FGV) e membro da Comissão de Leis e Regras de Jogo da Federação Internacional de Volleyball (FIVB).

No encontro com estudantes e interessados pela modalidade, Cimino falou sobre as atribuições do árbitro e apresentou a evolução da modalidade desde a sua criação, em 1895. O vôlei, que nasceu como atividade física dirigida para pessoas sedentárias, é, como salientou o conselheiro, "um dos esportes que mais mudou as suas regras ao longo do tempo". "Sempre que se modifica a regra que tem que se pensar no esporte como um todo", completou.

Com experiência internacional e participação nas Olimpíadas de Pequim em 2008, Cimino mostrou também vídeos e explicou papeis e conceitos importantes do voleibol, como o capitão, a diferença entre rally e rally completo e como a penetração de rede é entendida hoje, diferentemente de como era anos atrás. Por fim, o presidente da FGV deixou mensagem para os futuros profissionais de Educação Física de que a saúde e a educação devem vir primeiro do que a busca pelo alto rendimento. "O esporte de competição é só uma parte da Educação Física. Para despertar a criança para vôlei, é preciso mostrar para ela, em primeiro lugar, que se movimentar é legal".



CREF2/RS organiza cursos para megaeventos
19/03/2013
Fonte: CREF2/RS

Representantes da Secretaria Municipal de Turismo estiveram no CREF2/RS para darem inicio às tratativas para implantação de cursos de aperfeiçoamento para Profissionais de Educação Física em hotelaria, visando os preparativos para os megaeventos que se aproximam. Os cursos são nos mesmos moldes dos propostos para outras profissões, que visam a capacitação para atuar com o público da Copa do Mundo e Olimpíadas.



COI retira luta livre e greco-romana do programa olímpico
15/02/2013
Fonte: Jornalismo Portal EF

As lutas mais tradicionais e mais antigas a serem disputadas em Jogos Olímpicos acabam de ser retiradas da Olimpíada de 2020. O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou nesta terça-feira (12) a retirada das lutas. O comitê anunciou a decisão depois de analisar os 26 esportes do atual programa olímpico. A eliminação permite ao COI adicionar novos esportes no programa ainda este ano. Agora, a luta olímpica vai se juntar a sete outros esportes que tentam inclusão no programa dos Jogos de 2020. No caso, são eles: beisebol e softbol, caratê, squash, patinação artística, escalada, wakeboard e wushu. Para chegar à conclusão, a comissão do COI analisou mais de três dezenas de critérios, incluindo audiências de TV, venda de ingressos, políticas antidoping, participação global e popularidade.



RS tem campanha vitoriosa nas Olimpíadas Universitárias
05/11/2012
Fonte: www.olimpiadauniversitaria.blogspot.com

A 60ª Edição dos Jogos Universitários Brasileiros- (Jubs), conhecida por Olimpíadas Universitárias, ocorreu de 17 a 27 de outubro, em Foz do Iguaçu-PR. O Rio Grande do Sul, por meio da Federação Universitária Gaúcha de Esportes – (FUGE), apoiado pela Secretaria Estadual de Esportes e Fundergs, participaram com uma delegação de 140 pessoa, conquistando medalhas de ouro no voleibol, bronze no handebol e basquete e 24 medalhas no esportes individuais.

O Evento foi uma realização da Confederação Brasileira Universitária de Desportos –CBDU e Comitê Olímpico Brasileiro- COB, com o apoio da Prefeitura Municipal de Foz de Iguaçu e contou com a participação das Federações Universitárias de Esportes de todos os estados brasileiros e DF, através das Instituições Educacionais Superiores – IES. A delegação gaúcha foi comandada pelo presidente da FUGE, João Guilherme de Souza Queiroga.

A 61ª. Edição da OLIMPIADA UNIVERSITARIA, que será realizada em Goiânia, em 2013, o RS permanece na primeira divisão no voleibol feminino e handebol feminino, e na segunda divisão com o handebol masculino, basquete masculino, futsal masculino, voleibol masculino e futsal feminino.

O Estado conquistou na na 1ª. Etapa 24 medalhas: Atletismo - 8 medalhas de ouro, 3 de prata e 1 bronze; Natação com 1 prata e 3 bronze; Judô – 3 prata e 2 bronze e xadrez- 1 prata.
Nos esportes coletivos, teve ouro no voleibol feminino- Uni vates (1ª Divisão),bronze no handebol masculino-Ulbra-Santa Maria(2ª. Divisão) e basquete masculino- Feevale(2ª Divisão).