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CREF2/RS revela vencedores do Troféu Destaque 2018
03/09/2018
Fonte: CREF2/RS

Comemorando o Dia do Profissional de Educação Física, o CREF2/RS realizou no sábado, dia 1º de setembro, a cerimônia de entrega do Troféu Destaque 2018. O prêmio, que chegou ao seu sétimo ano consecutivo, homenageou as pessoas e as empresas que mais de destacaram ao longo do último ano, em 17 categorias diferentes. Os estabelecimentos que completaram dez anos de registro também receberam um certificado como forma de reconhecimento.

A abertura da cerimônia foi feita pela presidente Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), que destacou a importância da data e o reconhecimento da premiação depois de seis edições. “O Dia do Profissional de Educação Física, que comemoramos com o Troféu Destaque, é um momento único no ano, em que podemos estar perto de muitos colegas e de sentir orgulho pelo que fazemos pela profissão e pela sociedade”, avaliou. A forma de escolha dos vencedores, com uma votação aberta no site do CREF2/RS para a definição dos três finalistas de cada categoria, também foi mencionada pela Presidente.

Confira os ganhadores:

Profissional de Academia:
Viviane Rigotti (CREF 000429-G/RS)
Graduada pelo IPA, Viviane possui pós-graduação em Ciências do Esporte pela UFRGS e formação na área de pilates pela STOTT. Participa constantemente de cursos de aprimoramento profissional na área, atuando como instrutora de ginástica localizada, step, bodypump e GAP, além da atividade de personal trainer. Atualmente, trabalha nas academias Bodytech, Fórmula e Ineex, em Porto Alegre.

Profissional da Saúde:
Alexandre Ritter (CREF 002070-G/RS)
Graduado pela UFRGS, Alexandre possui mestrado e doutorado em Ciências do Movimento Humano pela mesma Universidade. É professor da Diretoria de Esporte, Recreação e Lazer da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte de Porto Alegre. Atua principalmente nas áreas de postura corporal humana, em especial de crianças e adolescentes, e de exercício físico na promoção da saúde na terceira idade.

Profissional de Atividade Física na Empresa e Ginástica Laboral:
Cleber Picco (CREF 009417-G/RS)
Licenciado e bacharel em Educação Física pela Unijuí, Cleber possui também Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos. Como analista de lazer no SESI, coordenou o Programa de Ginástica na Empresa. É sócio-fundador e atualmente coordenador da Academia Fitness Center, em Horizontina, onde implementou o Programa de Ginástica Laboral e Consultoria para Empresas, que atende diversas organizações da região.

Profissional de Esporte Radical e de Aventura:
Felipe Raupp (CREF 001673-G/RS)
Fundador da Associação dos Surfistas de Torres, instituição por ele presidida, Felipe é responsável por diversas conquistas do esporte na cidade. Proprietário da Escola de Surf Felipe Raupp desde 1984, também em Torres, é arbitro e técnico da Federação Gaúcha de Surf e possui curso de técnico pela International Surfing Association. Tem experiência como free surfer nos Estados Unidos, Austrália, Peru, El Salvador e Nicarágua.

Profissional de Paradesporto e Atividade Adaptada:
Giuliano Liotto (CREF 019483-G/RS)
Especialista em Fisiologia do Exercício pela UGF, Giuliano é mestre em Ciências do Movimento Humano pela UFRGS e Professor da URI – Erechim. Presidente da Associação Erechim de Judô, é também Membro da Special Needs Judo Union, entidade que rege o Judô Para Todos, além de técnico da Seleção Brasileira da modalidade. Desenvolveu o Projeto Judô Para Todos Erechim, que atende diversas crianças com deficiência no Judô escolar.

Profissional de Corrida de Rua:
Eduardo Remião (CREF 001855-G/RS)
Graduado em Educação Física pelo IPA e especialista em Fisiologia do Exercício e em Ciências do Esporte pela UFRGS, Eduardo é ex-atleta de atletismo e de triatlo, com títulos nacionais e internacionais. É personal trainer e técnico de corrida há mais de 25 anos. É ainda coordenador da Remião Treinamento Físico e um dos fundadores da Federação Gaúcha de Triathlon e da Associação de Assessorias Esportivas do Rio Grande do Sul.

Profissional com Atuação em Projetos Sociais:
Vinícius Flores (CREF 017362-G/RS)
Vinícius atua desde 2010 com a modalidade de tênis, e é idealizador do projeto social “Tênis na Comunidade”, de 2013. Através do projeto, que adapta quadras públicas de futsal para o tênis, treina alunos que figuram entre as melhores colocações no ranking estadual de Tênis. Também é servidor da Secretaria do Esporte e Lazer de Caxias do Sul, onde trabalha com a iniciação e formação da modalidade com cerca de 500 alunos do município.

Profissional de Recreação:
Silvana Maziero (CREF 009847-G/RS)
Graduada em Educação Física e especialista em Ensino Especial pela Universidade de Caxias do Sul, Silvana foi professora de ginástica aeróbica e atuou nas Escolas de Educação Infantil Karamelada, Vovó Lu e na Crecha Tia Fran. Atualmente coordena o Serviço de Recreação Terapêutica Hospitalar e Projetos Sociais do Hospital Geral de Caxias do Sul, desempenhando também a função de professora de natação para pacientes da ala infantojuvenil e de instrutora de Ginástica Laboral para os funcionários do Hospital.

Profissional de Escola:
Luiz Rossetto (CREF 005469-G/RS)
Graduado em Educação Física pela Universidade de Passo Fundo e pós-graduado em Ciência do Esporte pela mesma instituição, Luiz Valério trabalha há mais de 20 anos na antiga Escola Agrotécnica de Sertão, hoje IFRS Campus Sertão. Atualmente, treina equipes de voleibol e handebol masculinas e femininas, com participação em diversas competições estaduais. Também promove torneios de integração entre municípios próximos a Sertão.

Profissional de Lutas:
Alexandre Velly Nunes (CREF 001933-G/RS)
Doutor em Pedagogia do Movimento Humano pela Universidade de São Paulo, Alexandre é treinador de judô graduado pela Deutsch Judo Bund, da Alemanha. Foi professor da Academia Brasileira de Treinadores do Instituto Olímpico Brasileiro do COB e integrante da Comissão de Combate ao Doping da Confederação Panamericana de Judô. Atuou na organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e atualmente é professor adjunto da UFRGS.

Profissional Técnico Desportivo:
Dênio Peixoto (CREF 004135-G/RS)
Dênio é coordenador técnico do Departamento de Voleibol do Grêmio Náutico União desde 2005 e há nove anos atua como técnico das seleções gaúchas femininas da modalidade. Com experiência em categorias de base, profissional e voleibol escolar, possui experiência na organização de eventos esportivos e é, desde 2015, também técnico das equipes de voleibol do Colégio Batista.

Mérito da Educação Física:
Benno Becker Júnior (CREF 01644-G/RS)
Graduado em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em Psicologia pela PUC-RS, Benno é doutor em psicologia pela Universidade de Barcelona. Atualmente é professor convidado em diferentes universidades do país e do exterior, sendo ainda colaborador em periódicos na área da psicologia do esporte. É também vice-presidente da Federación Sudamericana de Deporte para la Paz.

Profissional do Ano:
Álvaro Laitano da Silva (CREF 000006-G/RS)
Especialista em Educação Psicomotora pela UFRGS, foi professor da rede pública de ensino estadual. Atualmente é professor da Faculdade de Educação Física da Ulbra nos Campus Gravataí e Guaíba, atuando principalmente nos temas educação física, natação, aprendizagem, futebol e história. Dedicou-se à defesa da profissão e dos profissionais junto ao Sindicato, Conselho e Associação dos Profissionais de Educação Física.

Pessoa Jurídica – Academia:
Mapi Academia – Canoas (CREF 001682-PJ/RS)
Com quase duas décadas de reconhecimento junto à comunidade de Canoas, a Mapi Academia conta com uma estrutura moderna, equipamentos de alta performance e uma grande diversidade de modalidades oferecidas aos seus frequentadores, como musculação, treinamento funcional, zumba, kangoo jump, yoga, muay thai, jiu-jitsu e ballet fitness. Possui ainda aulas específicas para crianças e para a terceira idade.

Pessoa Jurídica – Clube ou Sociedade:
Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana (CREF 000372-PJ/RS)
Um dos maiores clubes do Rio Grande do Sul, referência entre as entidades do mesmo porte, o Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana foi criado em 1948, a partir da união de duas entidades. Com um importante quadro associativo, atende, além de militares das três forças, associados civis. Na área de esportes, atua com atividades de ginásio e de piscina, em modalidades como futsal, vôlei, judô, natação e hidroginástica.

Personalidade do Ano:
Luiz Celso Giacomini (CREF 001449-G/RS)
Mestre em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal de Santa Maria, Luiz é professor do curso de graduação de Educação Física da UFSM. Técnico de handebol com diversos títulos brasileiros e sul-americanos, atuou também à frente da Seleção Brasileira desta modalidade. Foi presidente da Federação Gaúcha de Handebol, presidente da Fundergs e membro da Associação Mundial Antidopagem. Atualmente é Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte.

Veículo de Comunicação:
Radar Esportivo – Rádio Universidade AM – Santa Maria
No ar desde 1981 na Rádio Universidade AM, da Universidade Federal de Santa Maria, o Programa Radar Esportivo é dedicado exclusivamente ao esporte, sendo reconhecido por abrir espaço para todas as modalidades individuais e coletivas e eventos esportivos locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais. Produz entrevistas, reportagens, comentários, notícias, curiosidades, quadros e um toque especial dos sons do esporte.

Troféu Destaque



Giacomini é o novo secretário de Alto Rendimento do Ministério do Esporte
10/05/2018
Fonte: Globo/Ascom-Ministério do Esporte

O Ministério do Esporte nomeou Celso Luiz Giacomini como novo secretário de Alto Rendimento. Giacomini deixa o cargo de secretário-geral da Autoridade de Controle de Dopagem (ABCD) para assumir o lugar do ex-judoca Rogério Sampaio, que foi chamado para ser o diretor-executivo do Comitê Olímpico do Brasil.

Desde que Rogério saiu da função, o cargo estava vago há duas semanas, mas foi preenchido nesta quinta-feira, dia 9 de maio, com publicação no Diário Oficial na União. Giacomini faz o mesmo caminho que seu antecessor, saindo da ABCD depois de oito meses para a secretaria de Alto Rendimento. O secretário já havia ocupado dois cargos no Ministério do Esporte, como diretor do Departamento Nacional de Desenvolvimento e Tecnologia, em 2001, e secretário adjunto da Secretaria Nacional de Esportes, em 2002.

Além disso, Giacomini já havia sido técnico das seleções masculinas de handebol profissional e júnior, conquistando a classificação para os Jogos Olímpicos de Barcelona 1992 e Atlanta 1996. E também foi presidente da Federação Gaúcha de Handebol. Entre os cargos que ocupou, estão ainda, o de secretário municipal de esporte e Lazer de Santa Maria, presidente da Associação Desportiva da Universidade Federal de Santa Maria, além de presidente da Federação Gaúcha de Handebol (FGHb). Ao todo, Luiz Celso ganhou mais de 60 títulos em competições estaduais, nacionais e internacionais de handebol, como atleta e como treinador.

Giacomini é formado em Educação Física pela Universidade de Santa Maria (UFSM), e na mesma instituição de ensino se tornou mestre em Ciências do Movimento Humano, possuindo especialização em esportes coletivos e em educação. Lecionou por 27 anos em cursos de graduação e especialização, de 1973 a 2000. Nascido em Formigueiro (RS), Giacomini não será um rosto novo na ABCD, já que ocupava, desde agosto de 2016, o cargo de diretor do Departamento de Informação e Educação. O novo secretário lecionou por 27 anos, entre 1973 e 2000, como professor de esportes nos cursos de graduação e de especialização em Educação Física. Além disso, é especialista em Esportes Coletivos e em Educação.
Foto: Divulgação/Ministério do Esporte

Celso Luiz Giacomini



CREF2/RS revela vencedores do Troféu Destaque 2017
04/09/2017
Fonte: CREF2/RS

Comemorando o Dia do Profissional de Educação Física, o CREF2/RS realizou na última sexta-feira, dia 1º de setembro, a cerimônia de entrega do Troféu Destaque 2017. O prêmio, que chegou ao seu sexto ano consecutivo, homenageou as pessoas e as empresas que mais de destacaram ao longo do último ano, em 15 categorias diferentes. Os estabelecimentos que completaram dez anos de registro também receberam um certificado como forma de reconhecimento durante a noite.

A abertura da cerimônia foi feita pela presidente Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), que destacou a importância da data e o reconhecimento da premiação depois de cinco edições. “O Dia do Profissional de Educação Física, que comemoramos com o Troféu Destaque, é um momento único no ano, em que podemos estar perto de muitos colegas e de sentir orgulho pelo que fazemos pela profissão e pela sociedade”, analisou. A forma de escolha dos vencedores, com uma votação aberta no site do CREF2/RS para a definição dos três finalistas de cada categoria, também foi mencionada pela Presidente. “Somos mais de 25 mil registrados e queremos que todos participem, tanto do Troféu Destaque como do dia a dia do Conselho. Esta é a nossa maior honra”.

Confira os ganhadores:

Mérito da Educação Física
Vilson Fermino Bagatini (CREF 000009-G/RS)
Formado em Educação Física e em Pedagogia, Bagatini possui diversos cursos de aperfeiçoamento na área e é pós-graduado em Técnicas Esportivas em Futebol, Handebol e Voleibol e Mestre em Educação pela Universidade de Paris. Autor de 12 livros, foi docente de dezenas de cursos no Brasil e no exterior e Delegado Regional da FIEP, sendo agraciado pela instituição com a Cruz de Prata de Honra Internacional.

Profissional do Ano
Pedro Rodrigues Curi Hallal (CREF 024120-G/RS)
Mais jovem reitor a ocupar o cargo na Universidade Federal de Pelotas, assumiu a liderança da instituição em 2017. Possui mestrado e doutorado em Epidemiologia pela Universidade e realizou estágio pós-doutoral no Instituto de Saúde da Criança em Londres. É um dos sócios-fundadores da Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde e bolsista de produtividade do CNPq.

Profissional de Academia
Roberta Forini Ortega (CREF 012398-G/RS)
Formada pela Universidade Federal de Pelotas, atua desde 2001 em academias. Em Pelotas, atuou com musculação, ginástica, natação e hidroginástica, ministrando também aulas de bike, local, step, combate e lecionando também na Faculdade Anhanguera de Pelotas. Em Porto Alegre desde 2012, atua nas academias Natasul e Fórmula, como personal trainer e professora em diferentes modalidades.

Profissional de Atividade Física na Empresa e Ginástica Laboral
Aline de Andrades Silva (CREF 017502-G/RS)
É graduada pela UNISC e atua desde 2006 na área de licenciatura e de bacharelado. Trabalhou junto a Escolas de Educação Infantil, com Recreação e Lazer, tendo atuado ainda como personal trainer. Atualmente, trabalha com Atividade Física na Empresa e Ginástica Laboral, além de atividades aquáticas, como natação infantil e hidroginástica.

Profissional com Atuação em Projetos Sociais
Paulo Cezar Mello (CREF 003951-G/RS)
É professor da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia da Universidade de Passo Fundo e coordenador adjunto do curso de Educação Física Licenciatura no Campus Soledade da Universidade. Na UPF, coordena o Projeto de Extensão “Educação Inclusiva Equoterapêutica”, que concorreu ao Prêmio Educação RS em 2016, do Sinpro. É também diretor da Escola Municipal de Autistas Profª Olga Caetano Dias, de Passo Fundo.

Profissional de Escola
César Augusto Osorio Dornelles (CREF 000875-G/RS)
Pós-graduado em Ciência do Desporto e em Psicomotricidade pela UFRGS, Cesar possui atuação voltada ao ensino da prática pedagógica da Educação Física em nível do pré-escolar e Ensinos Fundamental e Médio, e no desporto escolar de voleibol e atletismo. Atualmente trabalha no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, como professor e treinador de voleibol, e na Escola Infantil Tartaruguinha Verde como professor de Psicomotricidade.

Profissional de Paradesporto e Atividade Adaptada
Cláudia Regina Alfama (CREF 006362-G/RS)
É especialista em Ética e Educação em Direitos Humanos pela UFRGS. É profissional de Educação Física da FADERS – Acessibilidade e Inclusão há 23 anos, onde atualmente coordena o Núcleo Estadual do Paradesporto. Faz parte ainda do Comitê Paralímpico Brasileiro, atuando como técnica de voleibol sentado e de bocha paralímpica da Associação Nacional de Desporto para Deficientes.

Profissional de Recreação
Eneida Feix (CREF 002116-G/RS)
É especialista em Educação Psicomotora, em Lazer e Recreação e em Jornalismo Esportivo e possui mestrado na área de Ciências do Movimento Humano. Tem 40 anos de experiência na área de Recreação, com atuação no Ministério do Esporte, na Secretaria Municipal de Educação e de Esportes, Recreação e Lazer de Porto Alegre, na FUNDERGS e nos Ensinos especial, Fundamental, Médio e Superior.

Profissional Técnico Desportivo
André Luís Rocha Scott (CREF 001215-G/RS)
É atualmente coordenador do Departamento de Basquete do Grêmio Náutico União, além de técnico nas categorias de base e principal do esporte no clube, onde trabalha desde 1992. Atuou como técnico da modalidade também no colégio LaSalle Santo Antônio, onde era professor nos Ensinos Fundamental e Médio. Treinou ainda a Seleção Gaúcha de Basquete nas categorias sub-13, sub-15 e sub-17.

Profissional de Corrida de Rua
Leonardo Rossato Ribas (CREF 003760-G/RS)
Especializado em fisiologia do exercício e em treinamento de atletismo, atua na Sogipa e no grupo PerCorrer. Como treinador de atletismo, participou dos últimos mundiais de atletismo e de revezamento, além dos Jogos Olímpicos do Rio, como treinador da seleção brasileira. Atua também com corrida e caminhada recreativa, com o objetivo maior de proporcionar mais saúde, socialização e qualidade de vida aos praticantes.

Profissional de Saúde
Emilian Rejane Marcon (CREF 002792-G/RS)
É mestre em Ciências da Saúde pela Fundação Universitária de Cardiologia e Doutora em Medicina – Ciências Cirúrgicas pela UFRGS, atuando como pesquisadora nas áreas de obesidade mórbida, exercício físico e cirurgia bariátrica. Atualmente, trabalha no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e na Unidade Básica Santa Cecília, onde desenvolve um programa de exercícios físicos para pacientes pré e pós-cirurgia bariátrica.

Clube ou Sociedade
Clube do Professor Gaúcho (CREF 000269-PJ/RS)
O Clube do Professor Gaúcho é a única agremiação social de educadores do Brasil e maior clube classista da América do Sul. Foi fundado em 1966 sob o lema: “a união de uma classe materializada em concreto”. Mantém atualmente três sedes sociais, em Porto Alegre, Santa Maria e Balneário Pinhal, sendo um consagrado espaço de sociabilidade que proporciona convívio entre professores de todas as instituições de ensino.

Academia
Cia Athlética (CREF 001430-PJ/RS)
Presente no mercado há 30 anos, a Cia. Athletica atende 35.000 alunos e conta com 18 unidades pelo Brasil. Em Porto Alegre, conta com ambiente moderno com 3000m² e mais de 30 modalidades de aulas coletivas. A partir de avaliação física e nutricional, sua equipe de profissionais especializada desenvolve um programa completo de atividades de acordo com o perfil, objetivos, preferências e disponibilidade de tempo do aluno.

Veículo de Comunicação
Vozes do Esporte – Rádio Charrua
É um programa de conversa e entrevistas sobre o esporte local e em geral, sendo o mais tradicional programa de esportes da Fronteira Oeste do Estado. Criado para fomentar, discutir, organizar e melhorar o esporte na cidade de Uruguaiana, é apresentado por Vicente Majó da Maia. Está no ar há dezoito anos, sendo cinco na Rádio Charrua, e foi responsável por diversas conquistas na área esportiva da região.

Personalidade do Ano
João Derly
É ex-judoca, bicampeão mundial da modalidade, e também campeão em diversos outros torneios. Participante ativo de campanhas sociais quando atleta, após aposentar-se do judô de alto rendimento fundou o Instituto Pódium, projeto que leva o judô gratuitamente a crianças em situação de vulnerabilidade social. Eleito vereador em 2012 e deputado federal em 2014, tem como principais bandeiras o esporte e as causas sociais.

Troféu Destaque



Nova edição da CREF2/RS em Revista aborda legado deixado pela Olimpíada
22/12/2016
Fonte: CREF2/RS

A nova CREF2/RS em Revista, que tem como tema de capa o legado dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, já está disponível para leitura pela Internet e para download. A publicação relata, ao longo de suas páginas, como a competição esportiva mais importante do mundo pode se transformar, já a partir de agora, em um estímulo à prática esportiva e ao fortalecimento de diversas modalidades, assim como da Educação Física escolar.

Com o intuito de ampliar o debate, a reportagem de capa foi dividida em seis matérias principais, que relatam o ciclo olímpico de atletas, de treinadores e de profissionais de Educação Física que se envolveram com os Jogos do Rio. O canoísta Gilvan Ribeiro, o corredor Fabiano Peçanha (CREF 022437-G/RS), os técnicos de esgrima Alexandre Teixeira (CREF 00786-G/RS) e Eduardo Nunes (002764-G/RS) e técnico de tênis de mesa em cadeira de rodas Luciano Possamai (CREF 02066-G/RS), assim como os profissionais Idete Kunrath (CREF 013402-G/RS), Giovani Piloti (CREF 013810-G/RS) e Clery de Lima (CREF 000297-G/RS0), que lá estiveram trabalhando como voluntários ou como jornalista, comentam as suas respectivas vivências olímpicas.

Além deste conteúdo especial, a nova edição do CREF2/RS em Revista ainda apresenta o perfil do treinador de judô da Sogipa Kiko Pereira (CREF 003345-G/RS) e matérias sobre a Fiscalização do CREF2/RS e sobre o Seminário de Educação Física Escolar de Caxias do Sul. Você também pode acessar a edição online diretamente pela plataforma Issuu, disponível para a leitura em computadores, tablets e smartphones.

Revista Jogos Olímpicos Olimpíada



CREF2/RS divulga manifesto pela obrigatoriedade da Educação Física no Ensino Médio
01/11/2016
Fonte: CREF2/RS

A Medida Provisória 746, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e retira a obrigatoriedade da Educação Física no Ensino Médio, é um grande retrocesso. Excluir esta disciplina do currículo significa total incompreensão do papel do esporte e da prática de atividades físicas na âmbito educacional e social, ainda mais depois do país sediar o maior evento esportivo do planeta, os Jogos Olímpicos.

Em 1978, a Unesco declarou a prática de atividade física um direito fundamental de todo ser humano, através da Carta Internacional do Esporte e da Educação Física, considerando o esporte um elemento essencial ao longo do sistema educacional. A Constituição Federal brasileira também estabelece que o fomento do desporto é um dever do Estado. Levando em conta estas determinações, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação prevê a obrigatoriedade da Educação Física em toda a educação básica, o que compreende os Ensinos Infantil, Fundamental e Médio. Isto não pode ser mudado, pois acarretaria diversos prejuízos à sociedade.

Em tempos em que o esporte está em evidência na sociedade brasileira, é oportuno discutir avanços na legislação, em sentido de que todo cidadão tenha a oportunidade de praticar atividade física, pois os benefícios proporcionados são incontestáveis e disseminados em diversos trabalhos científicos. A Educação Física, no âmbito individual, colabora para a saúde das pessoas, evitando inúmeras doenças, como problemas cardiovasculares e obesidade. No âmbito comunitário, também enriquece as relações sociais, valorizando preceitos éticos e morais.

A partir destes pontos, a Educação Física precisa ser trata como essencial no âmbito educacional, ministrada por um profissional de Educação Física, devendo ser complementada e se relacionar com outras áreas do conhecimento, fomentando assim a formação de cidadãos capacitados não apenas para o mundo do trabalho, mas também preparados para a vida em sociedade com saúde. Por isto, apoiamos a emenda número 2, que restabelece o texto atual da Lei de Diretrizes e Bases da Educação e volta a garantir a presença obrigatória da Educação Física no Ensino Médio.

Assine a petição online pela obrigatoriedade da Educação Física no Ensino Médio aqui.

MP 746 Educação Física escolar



Ministro do Esporte defende obrigatoriedade da Educação Física no Ensino Médio
19/10/2016
Fonte: Ministério do Esporte

O ministro do Esporte Leonardo Picciani participou, no começo deste mês, da audiência pública da Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados para falar sobre os Jogos Olímpicos e Paralímpicos e sobre o legado dos megaeventos. Questionado pelos parlamentares sobre a proposta que retiraria a obrigatoriedade das aulas de Educação Física do currículo do Ensino Médio, Picciani se mostrou contrário à medida.

“Minha posição, enquanto ministro do Esporte, é pela defesa da permanência da Educação Física como matéria curricular obrigatória, mas é inegável que o Ensino Médio precisa de uma reforma que modernize e o torne mais aplicável à vida das pessoas”, opinou o Ministro. “Devemos avançar na prática da Educação Física, ofertando a disciplina a todos os estudantes, sempre com a presença de profissionais da área”, complementou.

A reunião da Comissão do Esporte também discutiu sobre os rumos do esporte para os próximos ciclos olímpicos e paralímpicos. Para Picciani, o principal legado é a inspiração para que as pessoas pratiquem, vivam e acompanhem o esporte, entendendo-o como uma política pública fundamental para a qualidade de vida e para o desenvolvimento humano. No encontro, também estiveram presentes o secretário de Alto Rendimento do Ministério do Esporte Luiz Lima e o secretário nacional de Futebol Gustavo Perrella. O deputado federal César Halum é quem preside a Comissão do Esporte na Câmara.

Foto: Roberto Castro/Ministério do Esporte

Educação Física Escolar Medida Provisória CONFEF



CONFEF se posiciona contra Medida Provisória de reforma do Ensino Médio
23/09/2016
Fonte: CONFEF

O Conselho Federal de Educação Física publicou uma nota ontem, dia 23 de setembro, se posicionando radicalmente contra a Medida Provisória apresentada pelo Governo Federal, que altera os parágrafos 1º, 2º, 3º e 7º do artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com a mudança, a disciplina de Educação Física, que antes era prevista em todas as etapas da Educação Básica (Infantil, Fundamental e Médio) passa a ser obrigatória apenas nos Ensinos Infantil e Fundamental.

O CONFEF considera um contrassenso que, no momento em que inúmeras pesquisas apontam o crescimento da obesidade e do sedentarismo infantojuvenil, e sabendo que a atividade física é a medida mais eficaz para evitar esse mal, o Governo proponha a retirada da Educação Física do Ensino Médio. Sobretudo por se tratar do país que acabou de atravessar a década de megaeventos esportivos, sediando recentemente os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em que ficou clara a importância da atividade física na manutenção da saúde e da formação cidadã.

A MP ainda terá de ser aprovada em até 120 dias pela Câmara e pelo Senado, caso contrário, perderá o efeito. Desta forma, o Conselho Federal de Educação Física se compromete a fazer todo o esforço possível junto ao Congresso Nacional a fim de rejeitar a medida. Conta ainda com o apoio dos profissionais de Educação Física e da sociedade em geral para trabalhar junto aos deputados e senadores para a reprovação da proposta.

Atualização: Embora em seu texto final a Medida Provisória indique que o ensino de artes, Educação Física, filosofia e sociologia deverá continuar em vigor até o segundo ano letivo posterior à aprovação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o MEC manteve o trecho que retira da LDB a garantia explícita de que essas disciplinas já consolidadas deveriam ser aplicadas no Ensino Médio.

Sendo assim, o Conselho Federal de Educação Física permanece comprometido a fazer todo o esforço possível junto ao Congresso Nacional a fim de rejeitar a medida. Ademais, já temos conhecimento de pelo menos cinco parlamentares que se comprometeram a propor emendas à MP. Continuamos contando com o apoio dos profissionais de Educação Física e da sociedade em geral para trabalhar junto aos Deputados e Senadores dos seus respectivos estados a reprovação da MP.

No portal do Senado Federal, há uma consulta pública para receber a opinião da sociedade. Dê o seu voto aqui. Há também um abaixo-assinado contra a MP que já conta com mais de 100 mil assinaturas. Assine-o aqui.

CONFEF



CREF2/RS em Revista: Nicolas Sanchez é um dos árbitros de tênis selecionados para a Olimpíada
29/07/2016
Fonte: CREF2/RS em Revista

O “uruguaio-gaúcho” Nicolas Sanchez (CREF 012322-G/RS), professor de tênis do Teresópolis Tênis Clube, é um dos convocados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para fiscalizar os melhores tenistas do mundo, que vão participar da próxima Olimpíada. Natural da cidade de Nueva Helvecia, Sanchez se mudou para Porto Alegre ainda durante a infância, quando o seu pai, um tenista profissional de grande sucesso em terras uruguaias, foi contratado pela Sogipa, na década de 80.

Juiz de linha há 15 anos, o árbitro tem uma extensa lista de campeonatos no currículo, que inclui o Pan-americano de 2007 e o Rio Open, realizado no ano passado. Preparado para vivenciar o maior evento esportivo do mundo, Sanchez quer aproveitar a ida ao Rio de Janeiro também para adquirir conhecimento. A entrevista, que reproduzimos parcialmente abaixo, foi publicada na última edição do CREF2/RS em Revista sobre os Jogos Olímpicos e pode ser conferida na íntegra no link.

Por que ser árbitro e não atleta?

O fato de ser árbitro e não atleta, pra mim, foi algo que teve uma transição natural. Queria continuar neste meio esportivo e, para isto, já tinha feito o curso da Federação Internacional de Tênis (ITF). Rapidamente, já estava arbitrando os maiores tenistas do mundo . No momento, estou atuando somente nos torneios da ITF, da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) e da Associação de Tênis Feminino (WTA), como árbitro de linha. Vale salientar que esta parte de já ter sido atleta e conhecer alguns tenistas profissionais torna o meu trabalho um pouco mais fácil, porque este conhecimento me dá toda a base de como o jogo vai ser.

O que é mais motivador e desafiador no seu dia a dia de trabalho como juiz?

O que mais me motiva em ser árbitro é ter a oportunidade de conhecer os maiores tenistas do mundo e fazer parte dos torneios da ATP e da WTA. O árbitro é fundamental para o andamento de cada torneio. Quanto aos desafios, às vezes não são as jogadas que exigem mais, mas o conjunto, o torneio como um todo. Tem vezes que pegamos partidas longas, tenistas complicados, calor, e tudo isto nos demanda uma concentração redobrada, para não perder o foco na partida. É como se estivéssemos dentro da quadra jogando! O atleta, quando não está concentrado, acaba perdendo a partida. No nosso caso, podemos perder a marca da bola, um ponto, e assim tornar a partida mais tensa do que o normal.

Além da sua carreira como árbitro, você também é professor de tênis. Como fazer para conciliar as duas profissões?

As duas carreiras são bem tranquilas de administrar, porque as aulas não são competitivas, são apenas sociais, com cunho da aprendizagem e da saúde. Elas não comprometem em nada as arbitragens. Se optasse por treinar alguma equipe profissional, mesmo em nível estadual, eu teria que escolher a carreira de árbitro ou de treinador. Sou presidente da Associação Gaúcha de Árbitros de Tênis (AGAT) e o item mais importante é este: o árbitro não pode estar ligado a nenhuma equipe ou clube. Além disto, é muito interessante arbitrar os torneios profissionais e passar as experiências e as curiosidades do mundo do tênis para os alunos, mesmo que eles sejam apenas tenistas de primeira viagem. Também passo para eles informações de como funcionam os rankings, as competições da ATP e da WTA, quais os tenistas que estão em ascensão. Repasso ainda o calendário dos torneios, pois é muito importante que eles vejam ao vivo, bem de perto, como o esporte funciona.

As suas primeiras competições internacionais como árbitro foram os Jogos Pan-americanos do Rio e a Copa Davis. Como surgiram essas primeiras oportunidades, em eventos de grande visibilidade?

As maiores competições foram, realmente, o Pan-americano de 2007 e a Copa Davis, em duas oportunidades, em 2012 e 2015. Antes, eu já tinha arbitrado torneios, futures e challengers de nível da ITF e da ATP. As oportunidades surgiram pelo bom desempenho e alto nível da arbitragem que sempre mostrei dentro da quadra, me destacando como chefe de equipe. A Olimpíada será a maior competição em que irei atuar, mas são inúmeros os torneios de alto nível que já participei. Um dos últimos foi o Rio Open 2016, onde pude arbitrar os jogos de Rafael Nadal, John Isner, Pablo Cuevas, entre outros tenistas do primeiro escalão mundial.

Como você está se preparando para a Olimpíada? O que está sendo diferente no seu dia a dia?

A preparação mais intensa iniciamos em janeiro deste ano, com a convocação para os torneios mais importantes e que contaram com a participação de tenistas de ponta, que exigem o máximo de cada árbitro. Tem também a parte da saúde física e mental, que é importante para permanecermos muito bem concentrados dentro da quadra. O meu dia a dia ainda continua o mesmo, mas acredito que em breve já estaremos com atividades específicas para a Olimpíada.

Quais são as suas expectativas com os Jogos Olímpicos deste ano? O que você espera levar desta experiência para a sua carreira de professor e de árbitro de tênis?

As expectativas são as melhores possíveis! Espero respirar cada momento desta atmosfera esportiva, que é o maior evento esportivo do mundo. Quero aprender e absorver tudo que for possível, já que os Jogos Olímpicos não são só a modalidade de tênis, mas também todos os outros esportes. Espero que ocorra tudo como planejado, já que penso que a Olimpíada não voltará para o Brasil tão cedo. Só terei esta única oportunidade. Quero trazer para cá um legado da mais alta qualidade e poder dizer para a minha filha, para os alunos e para os amigos que fiz história, participando como árbitro da Olimpíada.

O tênis brasileiro nunca ganhou uma medalha olímpica, mesmo que tenha revelado grandes atletas. O que a modalidade ainda precisa desenvolver para se tornar competitiva também nos Jogos Olímpicos?

Tivemos e ainda temos tenistas extraordinariamente talentosos. Atualmente, o melhor tenista brasileiro, Thomaz Bellucci, está na 35ª colocação do ranking da ATP. No feminino, a melhor é a Teliana Pereira, que está na 86ª posição. Eles terão a dura missão de trazer uma medalha olímpica. Já nas duplas, temos uma real possibilidade, pois o Marcelo Mello está no 2º lugar e formará a dupla com o Bruno Soares, que se encontra na 7ª colocação. Um torneio singular, como a Olimpíada, mexe com a cabeça. Ela aparece a cada quatro anos e, quando os atletas estão lá, ficam deslumbrados com a grandiosidade. Nem todos estão focados na medalha de ouro e acabam por se distrair com a estrutura do evento. No tênis, sempre falamos que o atleta é 50% cabeça, ou seja, ele depende de concentração total. Os atletas brasileiros devem trabalhar isto para almejar o brilho do ouro.

Como o tênis brasileiro pode crescer depois dos Jogos Olímpicos?

O esporte no Brasil, de um modo geral, nunca aproveita 100% o legado deixado. Passamos por isso no Pan-americano e na Copa do Mundo. Cabe às entidades esportivas pensarem de uma maneira mais decisiva. Praticamente, vivemos só do futebol no Brasil, mas temos várias modalidades que precisam de investimentos, pois têm grandes talentos sem oportunidade e patrocínio. Acredito que, nesta Olimpíada, os verdadeiros gestores se sentirão influenciados e verão que o esporte necessita de apoio em longo prazo. No tênis, sempre dizemos que o importante é investir nas categorias de base, através de escolinhas comunitárias gratuitas e quadras públicas, facilitando o interesse da população pela modalidade. Já fiz muitos cursos nas maiores escolas de tênis do mundo e todos são taxativos: o maior investimento deve ser nas categorias de base e na formação.

Tênis Olimpíada Jogos Olímpicos



CREF2/RS em Revista: Frederico Guariglia fala sobre natação e Jogos do Rio
26/07/2016
Fonte: CREF2/RS em Revista

Há 13 anos no Grêmio Náutico União, Frederico Guariglia (CREF 003724-G/RS) está pronto para encarar a sua segunda Olimpíada como treinador. O técnico da nadadora Graciele Herrmann, uma das grandes revelações do esporte gaúcho na última década, nunca foi um atleta profissional, mas desde muito cedo se interessou pela água.

Às vésperas dos Jogos do Rio, Guariglia se baseia na sua vivência no esporte para contar como a natação evoluiu no Brasil, sobretudo nos últimos anos, e como é desgastante o dia a dia de quem trabalha com atletas olímpicos, que precisam chegar sempre ao limite físico e mental para conquistar uma medalha. A entrevista, que reproduzimos parcialmente abaixo, foi publicada na última edição do CREF2/RS em Revista sobre os Jogos Olímpicos e pode ser conferida na íntegra no link.

Como foi a seletiva para a Olimpíada do Rio?

A primeira seletiva foi realizada em dezembro do ano passado, em Santa Catarina, e a segunda em abril, na piscina onde vai ser disputada a prova, no Rio de Janeiro. Esta segunda, por ser a última e no mesmo local da competição principal, tinha um ambiente mais tenso. Por isto, joguei as fichas no ano passado e deu certo. A primeira foi um pouco mais tranquila e o tempo que a Graciele fez nessa oportunidade credenciou ela para participar da Olimpíada.

A eliminação do Cesar Cielo foi um dos assuntos mais comentados da seletiva.

Ao invés disso, acho que temos que ressaltar os outros dois bons atletas que temos, que nadaram na frente. O Cielo é um mito, medalha de ouro e recordista mundial, mas outros foram melhores desta vez. Claro que seria muito bom ter ele na equipe, mas acho que houve um exagero na cobertura midiática. O repórter, que de praxe entrevista o nadador depois da prova, só parou de falar quando ele começou a chorar. Acho que o foco deveria ser informar mais sobre os outros nadadores classificados para os Jogos. A natação não é um esporte de grande visibilidade e o Cielo não tem a obrigação de ir à frente da câmera para pedir desculpa. A comoção foi grande, mas não sei se a gente não exagera demais. Na TV, parece que a seletiva acabou girando só em torno do fracasso do Cielo, como se os outros atletas não existissem. Se ele não ganha, a gente perde tudo. Não é assim.

O ciclo de preparação deve ser muito desgastante.

Tem que ser. O treinamento é fracionado conforme os eventos da temporada. Tem um bloco de preparação para as competições de agora, depois para a Olimpíada e outro lá no fim do ano, para o Mundial de piscina curta. A preparação é desgastante, mas nada perdemos de uma competição para a outra. Não podemos associar o esporte de alto rendimento à promoção da saúde, porque o atleta precisa ir ao seu limite para avançar. A associação com o corpo humano é completamente diferente, a preparação para ir à Olimpíada machuca mesmo. Se não doer, é porque o atleta poderia dar um pouquinho mais ainda.

E para o treinador? Existe algum tipo de preparação?

O técnico precisa se habituar à sequência de provas, tem que se aperfeiçoar e buscar contato com os treinadores dos outros países. Eu acho que isso acrescenta muito à nossa vida profissional. O Comitê Olímpico Brasileiro realiza cursos para atletas e para treinadores. A Confederação, por outro lado, fez um planejamento para que a gente tenha uma boa participação nos Jogos e um bom convívio também. Não dá para o treinador achar que é melhor do que os outros só porque o seu atleta está competindo na Olimpíada.

Como foi participar da Olimpíada de Londres, em 2012?

Eu me lembro de cada segundo lá. O Brasil tinha um QG em Crystal Palace, que era um centro de treinamento de primeiro mundo. A maior parte da delegação ficou lá e treinamos nesse local também. Não foi aterrorizante participar de uma Olimpíada, a sensação foi, pelo contrário, muito boa. A nossa participação em Londres, apesar do 22º lugar da Graciele, acrescentou muito, porque o atleta percebe, numa competição dessas, que todos realmente se preparam para estar lá. Não é só você que treina. Todos estavam focados e com o mundo inteiro assistindo pela TV. Não é fácil nadar na Olimpíada, mas a gente precisa trabalhar a competição com naturalidade, mesmo que a participação neste tipo de evento seja algo que fique marcado para o resto da sua vida.

E quais são as suas expectativas com os Jogos do Brasil?

São positivas, desde que a espontaneidade aflore e que os atletas consigam nadar o que podem. Eu não acredito, sinceramente, que exista um peso maior pela competição ser no Brasil. Pelo contrário, eu acho que os atletas vão ser muito bem recebidos, vai ser bem mais caloroso. A gente sabe o que cada um vai entrar na piscina buscando, ninguém vai cobrar dos atletas brasileiros aquilo que eles não poderão dar. Acredito que chegaremos em um bom número de finais, mas não vamos ter muitas medalhas, vai ficar concentrado com quem ganhou em Londres, sem surpresas. O revezamento masculino 4x100m tem grandes chances e o número de mulheres participantes cresceu bastante também, o que acho bem interessante de destacar. Isto é muito positivo para a natação brasileira.

Que tipo de cuidado é preciso ter com o atleta fora das piscinas?

O atleta, via de regra, é uma pessoa difícil de se lidar. Às vezes, administrar é mais complicado do que passar treino. O que eles precisam entender, em primeiro lugar, é que eles estão na piscina trabalhando. Neste ponto, acho que a mentalidade do atleta brasileiro evoluiu, porque ele sabe agora que precisa ter comprometimento para atingir as metas. A gente ajuda os atletas com questões pessoais na medida do possível, mas sempre partindo do pressuposto de que se trata de uma relação profissional. Isto é algo que tem que se cuidar, porque muitos, por um motivo ou outro, acabam criando uma relação de dependência com o técnico. A gente não pode ser uma bengala para o atleta.

Como você avalia a evolução da natação no Brasil?

O esporte se especializou demais. Nessa última seletiva, o staff do União tinha biomecânico, preparador físico, psicólogo, médico e fisioterapeuta. O conceito de multidisciplinaridade é cada vez mais presente, para tentar suprir as necessidades dos atletas. O treino de quem nada 50 metros é diferente de quem nada 100 metros, assim por diante. A especificidade da prova está muito aguçada e há ainda o acréscimo da preparação física, que tinha um papel coadjuvante até alguns anos atrás, e passou a ser muito importante. A diferença a gente já consegue ver comparando o ciclo olímpico de Londres com o do Rio. A musculação convencional praticamente não é feita mais, é apenas um pequeno complemento. Hoje se faz arremesso olímpico, alguns dos seus derivados, e treinamento core muito forte. A preparação física tem, atualmente, um papel que não tinha no passado.

O dia a dia de um treinador olímpico é de muita pressão?

A gente trabalha em dois turnos, quatro vezes por semana, e em um turno, três vezes por semana. Além de estarmos envolvidos com os atletas de segunda a domingo, eles ainda fazem a preparação física, que ocorre de três a quatro vezes por semana. A rotina é desgastante para o treinador, mas eu gosto muito da profissão. Isto já me fez perder períodos importantes da minha vida, que foi acompanhar o crescimento do meu filho. Ele tem doze anos hoje e eu me lembro, depois de chegar de uma viagem longa, ter notado feições diferentes nele. Isso me deixava um pouco triste, assim como ter estado presente em apenas um Dia dos Pais até agora. O trabalho é pesado, é ruim ficar longe da família, mas eu curto demais. A sensação é mesmo contraditória, porque quando a gente volta já estamos querendo a próxima competição. O esporte é o que nos alimenta e é, às vezes, mais forte do que tudo. Acho isso estranho, mas não me vejo fazendo outra coisa.

Graciele Herrmann: a atleta de Frederico



Natural de Pelotas, Graciele Herrmann foi a primeira nadadora gaúcha a competir em uma Olimpíada, com apenas 22 anos de idade. Além de ter participado da prova de 50 metros livre nos Jogos de Londres, em 2012, a atleta do União disputou o Panamericano do México, em 2011, e foi a grande surpresa da competição, com duas medalhas de prata. Na Olimpíada do Rio, ela é uma entre os 30 atletas brasileiros que vão representar o país nas piscinas. “A gente tem que ir por etapas. Não vou aos Jogos só para fazer o meu tempo, mas para baixá-lo ainda mais e buscar uma vaga na semifinal. Depois, vou pensar em ir para a final e lá buscar a medalha”, contou a nadadora, em uma entrevista ao jornal Zero Hora. Graciele também tem no currículo uma medalha de bronze, conquistada em 2015 no Pan-americano de Toronto, e dois ouros no Sulamericano de 2014.

Olimpíada Jogos Olímpicos natação



Disponível para leitura a revista do CREF2/RS sobre a Olimpíada
28/06/2016
Fonte: CREF2/RS

A nova CREF2/RS em Revista, que será em breve enviada às Pessoas Jurídicas registradas no Conselho, já tem a sua versão online disponível para download no site do CREF2/RS. A publicação, que tem como tema de capa os Jogos Olímpicos, apresenta um pequeno panorama da competição esportiva do mundo e dos profissionais de Educação Física do Rio Grande do Sul que já se envolveram com uma Olimpíada.

Com quatro matérias principais, a nova revista do Conselho fala sobre as expectativas do árbitro de tênis Nicolas Sanchez (CREF 012322-G/RS) e do técnico de natação Frederico Guariglia (CREF 003724-G/RS), que representarão o nosso Estado nos Jogos Olímpicos do Rio. A edição atual também aborda a trajetória dos ex-atletas de vôlei Marco Antônio Volpi e de basquete Evandro Saraiva (CREF 001009-G/RS), que participaram de clicos olímpicos nos anos 60 e 90, respectivamente. Eles contam como a competição influenciou – e ainda influencia – as suas carreiras.

Além deste conteúdo especial, a nova edição da CREF2/RS em Revista também apresenta matérias sobre o Fórum de Educação Física Escolar, realizado no final de abril em Capão Canoa, e sobre a proposta de extinção do curso de bacharelado em Educação Física, feita pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). A revista ainda dedica duas páginas às atividades do Departamento de Orientação e Fiscalização (DEFOR), com os números e detalhes das ações realizadas no primeiro trimestre deste ano, em todo o Rio Grande do Sul.

Desde este número, os exemplares impressos da CREF2/RS em Revista são enviados somente às Pessoas Jurídicas registradas e em dia com as suas obrigações estatutárias. Já os profissionais registrados podem baixar a versão em PDF da revista aqui ou também acessá-la diretamente pela plataforma Issuu, disponível para a leitura em computadores, tablets e smartphones.

Olimpíada Jogos Olímpicos Revista



Nova edição da CREF2/RS em Revista é sobre Jogos Olímpicos
17/06/2016
Fonte: CREF2/RS

A nova CREF2/RS em Revista, que tem como tema de capa os Jogos Olímpicos, já está disponível para download no site do CREF2/RS. A publicação explica, ao longo de suas páginas, como a competição esportiva mais importante do mundo contribui e ainda influencia a carreira de muitos dos profissionais de Educação Física do Rio Grande do Sul.

A reportagem de capa foi dividida em quatro matérias, para falar sobre as expectativas do árbitro de tênis Nicolas Sanchez (CREF 012322-G/RS) e do técnico de natação Frederico Guariglia (CREF 003724-G/RS), que representarão o nosso Estado nos Jogos Olímpicos do Rio; e também para abordar a trajetória dos ex-atletas de vôlei Marco Antônio Volpi e de basquete Evandro Saraiva (CREF 001009-G/RS), que participaram de ciclos olímpicos nos anos 60 e 90, respectivamente.

Além deste conteúdo especial, a nova edição da CREF2/RS em Revista também apresenta matérias sobre o Fórum de Educação Física Escolar, realizado no final de abril em Capão Canoa, e sobre a proposta de extinção do curso de bacharelado em Educação Física, feita pelo Conselho Nacional de Educação. A revista ainda dedica duas páginas às atividades do Departamento de Orientação e Fiscalização (DEFOR), em que é apresentado um resumo das ações realizadas no primeiro trimestre deste ano.

Os exemplares impressos da CREF2/RS em Revista são enviados somente às Pessoas Jurídicas registradas e em dia com as suas obrigações estatutárias. Já os profissionais registrados podem baixar a versão em PDF da revista aqui ou também acessar a edição online diretamente pela plataforma Issuu, disponível para a leitura em computadores, tablets e smartphones.

Revista Olimpíadas



CREF2/RS participa do anúncio oficial do Comitê de Revezamento da Tocha Olímpica
30/03/2016
Fonte: CREF2/RS

A presidente do CREF2/RS Carmen Masson (CREF 001910-G/RS) esteve presente no dia 29, no Palácio Piratini, onde assistiu ao anúncio oficial do Comitê de Revezamento da Tocha Olímpica no Rio Grande do Sul. A cerimônia contou com a presença do governador do estado José Ivo Sartori, do diretor de operações da Rio 2016, Marco Aurélio Vieira, do secretário do Turismo, Esporte e Lazer, Juvir Costella, prefeitos e representantes do Ministério do Esporte, além de dezenas de atletas.

A Tocha Olímpica chega ao Rio Grande do Sul no dia 3 de julho e permanece até o dia 9. O símbolo máximo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos passará por 28 municípios gaúchos. As cidades de Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul, Porto Alegre e Passo Fundo são as chamadas “Cidades de Celebração”, onde a chama vai pernoitar, após eventos turísticos locais.

O circuito oficial do deslocamento passará por Erechim, Passo Fundo, São Miguel das Missões, Santo Ângelo, Ijuí, Cruz Alta, Encantado, Lajeado, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, São Sepé, Caçapava do Sul, Canguçu, Rio Grande, Pelotas, São Lourenço do Sul, Camaquã, Guaíba, Porto Alegre, Canoas, Esteio, Novo Hamburgo, Gramado, Canela, Nova Petrópolis, Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Torres.

Olimpíadas 2016



USP pesquisa o legado das Olimpíadas 2016 para educação dos treinadores
17/03/2016
Fonte: USP

A professora e pesquisadora da USP Ana Lúcia Padrão dos Santos (CREF 007308-G/SP) está executando a pesquisa "Jogos Olímpicos Rio 2016: o legado para educação dos treinadores", que tem como objetivo identificar o legado dos Jogos Olímpicos 2016. O projeto tem caráter documental, e as instituições pesquisadas serão as Confederações Esportivas envolvidas nos Jogos Olímpicos Rio-2016, as Instituições de Ensino Superior que oferecem cursos de Educação Física, os CREFs, o CONFEF e o Comitê Olímpico Brasileiro.

A pesquisa tem a finalidade de capacitar e aprimorar os treinadores esportivos e os estudantes de cursos de Educação Física, a partir da detecção, registro e análise de atividades educacionais e científicas relacionadas ao evento. Serão registrados neste estudo eventos educacionais, científicos e de capacitação de treinadores esportivos, incluindo conferências, seminários, fóruns, cursos, simpósios, workshops, palestras e similares que tenham como público-alvo estudantes dos cursos de Educação Física ou profissionais de Educação Física habilitados a trabalhar como treinadores esportivos e que, em seu conteúdo, expressem alguma relação com os Jogos Olímpicos. O período de coleta é de janeiro a dezembro de 2016.

Dados para a poderão ser enviados para o e-mail projeto.pesquisa.rio.2016@gmail.com

Rio-2016



III Fórum Municipal do Esporte e Lazer do CMD de Caxias do Sul debate Olimpíadas e políticas públicas
20/10/2015
Fonte: CREF2/RS

O Conselho Municipal do Desporto (CMD) de Caxias do Sul realizou no dia 17 seu III Fórum Municipal do Esporte e Lazer. O evento, que contou com apoio do CREF2/RS e da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer do município, teve como tema os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016 e visou fomentar as práticas desportivas no município, bem como debater com a população as prioridades das políticas públicas no segmento esportivo.

A presidente do CMD, Márcia Rohr da Cruz (CREF 007542 G/RS), destacou a importância da atuação do profissional de Educação Física no município serrano. “Observamos uma mudança de atitude e uma cobrança mais efetiva por parte da população para que o profissional habilitado esteja presente no atendimento, garantindo serviços de qualidade”, assinalou. Quanto à gestão dos esportes, Márcia lembrou que o Fiesporte, projeto da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer, dará oportunidade para que projetos esportivos e de lazer bem elaborados sejam desenvolvidos na região. “São R$ 3,3 milhões disponibilizados neste ano”, explicou.

O conselheiro Lauro Aguiar (CREF 002782-G/RS), representante do CREF2/RS no evento, reforçou a importância do CMD como um instrumento político da sociedade caxiense e de parceria com o CREF2/RS. “Trabalhando com prioridade nas politicas públicas relacionadas à promoção da saúde e na prevenção das doenças, o CMD é nosso aliado na luta para que a Educação Física nas séries iniciais seja ministrada por profissionais de Educação Física, ou em ações por um modo de vida mais saudável e na luta contra a obesidade e doenças relacionadas ao sedentarismo”, afirmou.

As mesas-redondas contaram com a participação de Alvaro Koslowski (CREF 006163-G/RS), membro do Comitê Olímpico Brasileiro e treinador de Canoagem Velocidade, trazendo questões relativas à preparação para os Jogos Olímpicos, Fernando Silveira, que teorizou sobre captação e projetos para patrocínios esportivos. Já o treinador da seleção paralímpica de basquete em cadeiras de rodas, Tiago Frank (CREF 015592-G/RS), discorreu sobre Políticas Públicas de Esporte e Lazer para Pessoas com Deficiência em Caxias do Sul. Ao final do Fórum, foram abordados os eixos temáticos esporte educacional, comunitário, adaptado e inclusão e esporte de rendimento.

CMD



Comitê da Rio 2016 abre inscrições para revezamento da tocha olímpica em Porto Alegre
01/10/2015
Fonte: CREF2/RS

Estão abertas as inscrições para quem quiser participar do revezamento da tocha olímpica na cidade. O evento, confirmado pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, deverá ser realizado, na capital gaúcha, em julho de 2016. A organização prevê um passeio pelas ruas.

Os interessados têm até o dia 15 de outubro para se inscrever pelos sites www.rio2016.com.br/tochaolimpica, www.issoeouro.cocacola.com.br, www.quemseatreve.com.br e www.revezamentobra.com.br. Além de preencher o formulário, é necessário enviar um texto, explicando o motivo pelo qual deve ser um dos escolhidos. Para aumentar as chances, é possível enviar a mesma história para todas estas páginas e sugerir outras pessoas.

As indicações passarão por uma avaliação do Comitê Organizador do Revezamento da Tocha Olímpica e de parceiros do evento. O resultado deve ser divulgado até o dia 29 de fevereiro de 2016.

O prefeito José Fortunati destacou a participação de Porto Alegre no revezamento da chama como uma oportunidade de os moradores vivenciarem a Olimpíada de 2016. “É um evento muito importante para o país que, como a Copa do Mundo de 2014, vai fazer com que as atenções no mundo inteiro se voltem para o Brasil. O fato de Porto Alegre se integrar à programação faz com que as pessoas vivam de forma mais intensa esta experiência”, afirmou.

Em Porto Alegre, a chama deve ser conduzida por um roteiro de cerca de 20 quilômetros, percorrendo pontos importantes, mas que ainda está sendo definido pelos organizadores. Cem pessoas conduzirão a tocha. No final do percurso, será realizada uma celebração festiva. No Rio Grande do Sul, a tocha passará também por Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas e Caxias do Sul.

Tocha Olímpica Olimpíadas Jogos Olímpicos



CMD de Caxias do Sul realiza seu III Fórum Municipal do Esporte e Lazer
25/09/2015
Fonte: CMD

O Conselho Municipal do Desporto (CMD) de Caxias do Sul realizará no dia 17 de outubro o III Fórum Municipal do Esporte e Lazer. O evento ocorrerá das 8h as 12h no auditório do Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul (SINDISERV), localizado na rua Carlos Giesen, 1217, bairro Exposição, Caxias do Sul. A participação é gratuita, mas sugere-se a doação de 1 kg de alimento não perecível.

O CMD é um órgão colegiado, presidido pela profissional de Educação Física Márcia Rohr (CREF 007542-G/RS), de caráter consultivo, normativo, deliberativo e fiscalizador, representativo da comunidade desportiva da cidade. Recentemente o CMD elaborou um documento propondo a criação da Semana Municipal da Educação Física em Caxias do Sul. A sugestão é que a data conste no calendário oficial do município e que seja comemorada, anualmente, na primeira semana do mês de setembro, tendo o dia 1º de setembro como a data principal de sua programação, coincidindo com o Dia do Profissional de Educação Física.

III Fórum Municipal do Esporte e Lazer de Caxias do Sul
Programação
8h: Credenciamento
8h30min: Abertura
9h: Mesa-redonda temática: Olimpíadas Preparação para os Jogos Olímpicos - ministrante: Álvaro Koslowski (CREF 006163-G/RS)
Captação e Projetos para Patrocínios Esportivos - ministrante: Fernando Silveira
Políticas Públicas de Esporte e Lazer para Pessoas com Deficiência em Caxias do Sul - ministrante: Tiago Frank (CREF 015592-G/RS)
11h: Eixos Temáticos - Esporte e Lazer Comunitário/Adaptado, Educacional/Rendimento/Financiamento Público
11h30min: Apresentação e Discussão dos Eixos
12h: Encerramento

Data: 17 de outubro, sábado
Local: Auditório SINDISERV
Endereço: Rua Carlos Giesen, 1217 - Bairro Exposição
Inscrições: Conselho Municipal do Desporto - CMD Fone: (54) 3215 4320 / 3215 4240 / 3221 0873
E-mail: cmd@caxias.rs.gov.br
Inscrições gratuitas. Sugere-se a doação de 1 kg de alimento não perecível

Conselho Municipal do Desporto



Brasília é sede do V Congresso da ABRAPESP
17/09/2015
Fonte: ABRAPESP

O V Congresso da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (ABRAPESP) ocorrerá na Universidade de Católica de Brasília (UCB), Asa Norte/DF, durante os dias 24, 25 e 26 de setembro. Pela primeira vez, a ABRAPESP terá em seu Congresso a representação do CONFEF e de CREFs (entre eles o CREF2/RS), além de conselhos de Psicologia. Segundo a presidente da ABRAPESP, Luciana Angelo, o apoio interdisciplinar é um feito inédito que demostra a importância que as Ciências do Esporte conquistaram no Brasil. “Não só por ser o país que nos últimos anos concentrou dois importantes eventos esportivos (Copa do Mundo e Jogos Olímpicos), mas que tem mobilizado o mercado de trabalho e inserção profissional, demonstrando necessidade de qualificação, orientação, informação e discussão dos campos de ação e determinações legais da profissão”, explicou

A Psicologia do Esporte tem atuação interdisciplinar nas ciências na área esportiva e mobiliza profissionais e pesquisadores a produzir ideias que busquem a melhoria das demandas dos atletas, profissionais e todos os envolvidos no contexto esportivo. Incentivar e divulgar estas propostas, assim como, consolidar grupos e linhas de pesquisa, influenciar a criação de disciplinas nas universidades brasileiras, criar interfaces entre a teoria e prática, são os objetivos da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte que serão apresentados e discutidos no V Congresso da Abrapesp.

Entre os convidados, estão a professora da UCB, Gislane Melo (CREF 009488-G/DF), Claudia Chabalgoity (CREF 002053-P/DF), o ex-tenista profissional, José Higino de Oliveira, o atleta de Rugby em cadeira de rodas desde 2010, Erick Conde, o psicólogo e doutor em Neurociências, Yan Cintra, psicólogo e especialista em Psicologia do Esporte, Larissa Galatti, pesquisadora da UNICAMP, José Carlos Vidal (CREF 000472-G/DF), professor da UCB, Franco Noce (CREF 000635-G/MG), professor da UFMG e muitos outros.

V Congresso da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (ABRAPESP)
Local: Universidade Católica de Brasília - UCB Asa Norte - SGAN 916 Módulo B Avenida W5 CEP: 70790-160 – Brasília/DF
Data: 24, 25 e 26 de setembro
Site e programação: http://www.congressoabrapesp.com.br
Inscrições aqui

Psicologia do Esporte



CREF2/RS abraça CETE em apoio à Fundergs
18/08/2015
Fonte: Correio do Povo

Com a previsão de extinção da Fundação de Esporte e Lazer do RS (Fundergs), criam-se dúvidas em relação ao funcionamento do Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE), localizado no bairro Menino Deus. Na tarde de ontem (17), para apoiar a continuidade e o fortalecimento do espaço, dezenas de pessoas realizaram um abraço simbólico ao CETE.

A presidente Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), o 2º vice-presidente José Edgar Meurer (CREF 001953-G/RS) e a 1ª tesoureira Miryam Brauch (CREF 006834-G/RS) estiveram presentes, representando o CREF2/RS, assim como os conselheiros Cláudio Franzen (CREF 003304-G/RS) e João Guilherme Queiroga (CREF 000839-G/RS). Para Carmen, o Estado continuará na contramão do país se reduzir a estrutura voltada para o esporte. "Sabemos que no governo os trâmites são burocráticos e o CETE, ficando vinculado à Secretaria do Turismo e Esporte, continuará recebendo investimento?", questionou. "O Conselho defende que o centro continue aberto a toda a população e não apenas a atletas. Aqui, 5 mil pessoas fazem suas caminhadas diariamente", completou.

O diretor financeiro da Federação Gaúcha de Judô, César de Castro Cação, diz que existe preocupação das entidades ligadas ao esporte sobre o futuro do centro, a partir da extinção da Fundergs: “Daqui saíram atletas de ponta. O nosso medo é que este espaço acabe se deteriorando e seja vendido”.

O CETE é referência em preparação esportiva e um dos locais escolhidos para o treinamento para os jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Conta com cinco centros de treinamento em parceria com federações: vôlei, atletismo, judô, badminton e ginástica.

Foto: Cintia Marchi/Correio do Povo

CETE Fundergs



Frente Parlamentar da Atividade Física volta ao Congresso Nacional com apoio do CONFEF
17/06/2015
Fonte: CONFEF

Criada em 2006, a Frente Parlamentar Mista da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano (FPMAFDH) foi reinstalada no mês de maio, através da eleição da sua nova diretoria, no Congresso Nacional. A meta do grupo é nortear as ações dos parlamentares, para que favoreçam a sociedade através da Educação Física, e aproveitar a visibilidade que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos estão trazendo para o esporte e para a atividade física.

A plenária geral da FPMAFDH, coordenada pelo conselheiro federal Lúcio Rogério dos Santos (CREF 000001-G/DF) e dirigida pelo deputado André Figueiredo, contou com a participação de parlamentares, membros de entidades da sociedade civil organizada e representantes do Sistema CONFEF/CREFs. Além do presidente eleito, o deputado Evandro Roman (CREF 000958-G/PR), mais dois membros da Frente são profissionais de Educação Física: a deputada Flavia Morais e o deputado Luiz Carlos Hauly (CREF 004365-G/PR).

As Frentes Parlamentares são suprapartidárias e compostas de, pelo menos, um terço dos integrantes do Poder Legislativo Federal, e são destinadas a aprimorar a legislação referente a um tema específico. A FPMAFDH tem como objetivo fomentar ações e elaborar proposições legislativas para garantir o direito da população à atividade física, pois entende que a prática de exercícios físicos e esportivos, como ferramenta de promoção de saúde, é parte indissociável dos direitos constitucionais e fundamentais de toda a sociedade.

Frente Parlamentar CONFEF



COI retira luta livre e greco-romana do programa olímpico
15/02/2013
Fonte: Jornalismo Portal EF

As lutas mais tradicionais e mais antigas a serem disputadas em Jogos Olímpicos acabam de ser retiradas da Olimpíada de 2020. O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou nesta terça-feira (12) a retirada das lutas. O comitê anunciou a decisão depois de analisar os 26 esportes do atual programa olímpico. A eliminação permite ao COI adicionar novos esportes no programa ainda este ano. Agora, a luta olímpica vai se juntar a sete outros esportes que tentam inclusão no programa dos Jogos de 2020. No caso, são eles: beisebol e softbol, caratê, squash, patinação artística, escalada, wakeboard e wushu. Para chegar à conclusão, a comissão do COI analisou mais de três dezenas de critérios, incluindo audiências de TV, venda de ingressos, políticas antidoping, participação global e popularidade.



CTD vai debater organização dos Jogos Olímpicos 2016
26/11/2012
Fonte: Assessoria de imprensa – CTD

A Comissão de Turismo e Desporto realiza, nessa quarta-feira (28 de novembro), reunião de Audiência Pública para debater o planejamento geral dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Estão confirmadas as presenças do Presidente da Autoridade Pública Olímpica-APO, Sr. Marcio Fortes e do Secretário de Estado Chefe da Casa Civil do Estado do Rio de Janeiro, Régis Velasco Fichtner Pereira.

Criada em março de 2011, a APO coordenará as ações do governo voltadas para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Vinculada ao Ministério do Esporte, a APO será a instituição responsável pela aprovação e monitoramento das obras e dos serviços que compõem a Carteira de Projetos Olímpicos, ou seja, todos os projetos que, de alguma forma, tenham repercussão sobre os compromissos assumidos pelo Brasil junto ao Comitê Olímpico Internacional. Estima-se que o orçamento de 2012, ainda não divulgado, da APO é de R$ 80 milhões.