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Conselheira faz aula inaugural no IFRS
13/03/2018
Fonte: CREF2/RS

A conselheira do CREF2/RS Marcia da Cruz (CREF 007542-G/RS) participou no dia 7 de março da aula inaugural no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), no Campus de Caxias do Sul. Segundo a conselheira, no Fórum de Educação Física Escolar, promovido pela Comissão de Educação Física Escolar do CONFEF em Foz do Iguaçu, ela relatou sua atividade na Comissão de Educação Física Escolar promovida em uma atividade com a direção das escolas pertencentes a Coordenadoria Regional de Educação. “Contamos com 122 escolas de 14 municípios e também a direção das 86 escolas da rede pública municipal de Caxias do Sul”.

Marcia participou da reunião com todas as diretoras explanando a partir dos pressupostos do documento proposto pela UNESCO. “As diretrizes para uma Educação Física de Qualidade, a proposta da BNCC e o livro do CONFEF: Recomendações para Educação Física Escolar”. Ainda segundo a conselheira, todas as escolas receberam o livro em 2016. “O professor Ricardo Catunda (CREF 000001-G/CE) cedeu os livros em Foz do Iguaçu, e na aula inaugural do IF Caxias do Sul falei com os alunos sobre a proposta do Sistema CONFEF/CREFs de contribuir com a educação fazendo a lição de casa pela Educação Física Escolar.”

Segundo a professora do IFRS Campus Caxias, Heloisa Santini (CREF 003715-G/RS), a Aula Inaugural de Educação Física teve como objetivo incentivar o hábito do exercício físico sistemático e estimular formas de relacionamento baseadas no respeito e na cooperação mútua. “Além de, claro, divulgar diferentes práticas esportivas e paraesportivas aos estudantes”, complementou Santini Ainda conforme a professora, os livros serão enviados aos campis do IFRS, contribuindo para a intervenção dos profissionais de Educação Física.

IFRS



Presidente do CREF2/RS participa da audiência pública que debate a MP 746 e da PEC 241 nos institutos federais
14/11/2016
Fonte: CREF2/RS

Representantes de organizações estudantis, de organizações dos trabalhadores em educação, reitores, professores, estudantes e parlamentares lotaram o teatro Dante Barone, na Assembléia Legislativa, nesta sexta-feira, dia 11, para debater os impactos da MP 746 e da PEC 241 nos institutos federais no Rio Grande do Sul na audiência pública da Comissão de Educação, Cultura, Desporto Ciência e Tecnologia. O CREF2/RS esteve representado pela sua presidente, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS).

Primeiro, manifestaram-se reitores de institutos federais presentes. Marcelo Bender Machado, que foi reitor do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul) e hoje preside o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), explicou que o objetivo, quando da criação dos institutos, foi o de implantar a rede onde não havia equipamentos federais de ensino, em grande centros e no “Brasil profundo”. "Atualmente, são atendidos 850 mil alunos em todos os níveis. A PEC 241 emperra o orçamento por 20 anos e não há segurança de verbas mínimas à manutenção. Existe o perigo a retornarmos a situação da UFPel, em que não havia nem banheiros funcionando na universidade".

Amílton de Moura Figueiredo, reitor em exercício do Instituto Federal Rio Grande do Sul (IFRS), depositou sua confiança na atuação aguerrida do atual movimento estudantil para barrar as MP do governo Temer. “Esta juventude que nos faz resistir aos ataques deste atual governo ilegítimo”. Disse que a MP 476 é um retrocesso na educação. “Se existe a necessidade de melhorias, vamos debatê-las, mas não se pode aceitar algo imposto”, advertiu. Sobre a PEC 241, afirmou que significará retroceder a educação à década dos anos 90, e sublinhou que é preciso unificação dos movimentos de protesto, “numa luta para que não seja negado a esta juventude um futuro melhor”.

O procurador regional da República, Domingos Dresch da Silveira, frisou que a “MP pode até congelar investimentos sociais, mas não vai congelar corações, que vão resistir e lutar”. Frisou que ocupar escolas não é a simples ocupação, mas sim “a realização do princípio constitucional da desobediência civil, que é dever de cada um de nós. Não haveria reforma agrária se não houvesse desobediência civil”, enfatizou. Hoje, para ele, infelizmente, “é subversivo quem defende a Carta Federal”. 

O deputado Pedro Ruas afirmou que tanto a PEC como a MP são preocupantes. “Mas este ato hoje, com este local lotado, nos enche de orgulho. É uma audiência pública com representatividade e bradamos a todo o país, desde aqui do Sul, o grito forte da resistência. Estamos falando, sim, de vida e morte, porque os dados já informados dão conta do custo à sociedade caso haja a implementação destas iniciativas”, advertiu. A deputada Manuela d Àvila também destacou o papel da juventude, “mas especialmente das jovens mulheres”, à frente da movimentação estudantil. “Querem, isso sim, estabelecer uma linha imaginária entre aqueles que devem continuar quem apenas aperta parafusos, precarizados, e os que poderão continuar pensando. A PEC e a MP fazem parte da mesma política segundo a qual pobre não pode se emancipar por meio da educação”. A deputada Stela Farias afirmou que esta luta é pela vitória do povo brasileiro. “Uma luta que achávamos acalmada, mas não, está mais viva que nunca”, disse, “evidenciado pelo golpe das oligarquias, agregou. 

A presidente do CREF2/RS, Carmen Masson, afirmou que a PEC que congela os investimentos em saúde e educação no país é um ato bastante negativo ao futuro do país, constituindo-se em um grande ataque aos direitos sociais. "Estudos mostram que se a PEC existisse desde 2006, o orçamento da educação que hoje é de 103 bilhões seria de apenas 31 bilhões, ou seja, menos 62%. Com a 241, não existirá mais o ProUni, nem FIES, nem Pronatec. Os programas de pesquisa, qualificação profissional e combate ao analfabetismo serão suspensos. Também teremos menos vagas em creches e escolas e os professores serão cada vez mais desvalorizados. Ao final dos 20 anos, teremos índices semelhantes ao Haiti", alertou Carmen.

MP 746 PEC 241 PEC 55



IFRS e CREF2/RS realizam curso “Formação continuada: atualização em Educação Física”
29/07/2015
Fonte: CREF2/RS

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RS (IFRS) e o CREF2/RS realizarão, no IFRS - Campus Sertão, no dia 07 de agosto, o curso "Formação Continuada: Atualização em Educação Física". O evento começa às 8h, com o módulo sobre "Atualização das regras de Voleibol: um enfoque escolar", ministrado pelo professor Carlos Cimino (CREF 001691-G/RS), presidente da Federação Gaúcha de Voleibol. Às 13h30min, o professor Leandro Fraceschi (CREF 021277-G/RS), árbitro da Confederação Brasileira de Futsal, ministra o módulo sobre "Atualização das regras de Futsal: um enfoque escolar". Haverá prática em ambos os turnos. As inscrições são gratuitas para registrados no CREF2/RS e custam R$10,00 por módulo para os demais interessados. Serão fornecidos certificados aos participantes e as vagas são limitadas.
O CREF2/RS realizará atendimento aos registrados no local, das 8h às 13h.

"Formação continuada: atualização em Educação Física"
IFRS - Campus Sertão
Data: 07 de agosto
Município de Sertão/RS
Localização: Rodovia RS 135, Km 25 - Distrito Eng. Luiz Englert
Organização: Leila Iabel (CREF 000113-G/RS)
Página / site: http://www.sertao.ifrs.edu.br/site/
Inscrições e informações pelo e-mail curso.edfisica@sertao.ifrs.edu.br
Fone: (54) 3345.8000

IFRS