Notícias




Data Inicial:
(dd/mm/aaaa)  

Data Final:
(dd/mm/aaaa)  
Título:
Palavras na Notícia:



Câmara de Corrida de Rua se reúne com presidente da Federação Gaúcha de Montanhismo
17/09/2018
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua, presidida por Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), realizou sua reunião mensal no dia 13 de setembro, na sede do CREF2/RS, contando com representantes de empresas organizadoras de Trail run e membros das equipes de corrida desta modalidade. Neste encontro, a Câmara trouxe o presidente da Federação Gaúcha de Montanhismo, Nelson Brugger (CREF 006884-G/RS), para que relatasse os protocolos de segurança física e de conservação do meio ambiente utilizados no montanhismo. Estes princípios devem ser discutidos e adaptados aos tópicos que estarão presentes na Cartilha de Trail run, que será editada pelo CREF2/RS, e dirigida à divulgação aos praticantes, à sociedade e aos profissionais de Educação Física das noções de boas práticas para competir nesta modalidade, respeitando o meio ambiente e, principalmente, permitindo uma prática segura do esporte.

O presidente da Federação Gaúcha de Montanhismo explicou que os montanhistas têm uma ação muito forte ligada ao meio ambiente e à difusão de práticas de mínimo impacto nos locais onde se praticam os esportes nos ambientes naturais. "Eu havia lido no site do CREF2/RS sobre a intenção da Câmara de Corrida de Rua de produzir um manual para adaptar o corredor urbano ao trail run. Pensei que a Federação deveria contribuir, pois temos uma grande experiência na orientação das pessoas que estão começando a prática de esportes em áreas naturais”.

Brugger esclareceu que uma pessoa correndo em um parque nacional, mesmo sem saber, ajuda a defender aquela área de preservação, pois quando você tem um grupo razoável ocupando estes espaços, inibisse a ação de caçadores, palmiteiros e garimpeiros. "Contudo, reforçamos a compreensão que estes espaços são mais frágeis e têm um equilíbrio delicado”. O montanhista explicou que todos os parques naturais apresentam alguma área aproveitável para a atividade física, tendo apenas que adaptar o tipo de público e de percurso ao terreno.

Ele reforçou a expertise que a Federação tem de orientação das pessoas sobre as recomendações e cuidados, tanto na proteção der meio ambiente, quanto referentes aos cuidados de segurança pessoal. "Isto vai desde como fazer um banheiro no meio do mato, o que se enterra no buraco e o que não pode ser deixado, a que distância tem que ficar de uma fonte de água, como identificar água potável, entre outros exemplos".

Quantos aos animais silvestres, Brugger disse existir um temor disseminado em relação a cobras e serpentes, mas que o animal que causa o maior número de acidentes mortais é a abelha. "Aconselhamos a não usar perfume ou desodorante quando for praticar atividades nestes lugares, pois o cheiro é um forte atrativo para os insetos. Isso não é uma coisa óbvia para um corredor de rua urbano", complementa.

O presidente da Federação analisa que os esportes da natureza são menos estruturados que os esportes tradicionais, apresentando uma informalidade maior. "Futebol e voleibol você aprende na escola. Surfe e escalada não", resume, e cita a Argentina e Chile como países na América Latina que estão na vanguarda da prática dos esportes na natureza.

Um artigo do ex-presidente do Instituto Estadual de Florestas do Rio de Janeiro, André Ilha, publicado no site da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME) sobre a política de visitação em áreas protegidas corrobora a ideia de preservação defendida por Brugger. "Desta forma, acreditamos firmemente que, pelo menos, uma parcela destes visitantes, caso tenha tido uma experiência positiva de acordo com o seu interesse e a sua aptidão física, levantará a voz em defesa dos parques visitados, exigindo mais verbas, mais estrutura e mais fiscalização contra os verdadeiros criminosos. Na mesma linha, as pessoas que desenvolverem um vínculo afetivo com parques desfrutados através da experiência direta, serão aquelas que oferecerão o necessário anteparo político para barrar propostas legislativas que visem a reduzi-los, extingui-los ou “flexibilizar” suas regras de proteção para atender a poderosos interesses econômicos sempre à espreita".

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua avança na elaboração da Cartilha de Trail run
17/08/2018
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua, presidida por Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), realizou sua reunião mensal no dia 15 de agosto, na sede do CREF2/RS, contando com representantes de empresas organizadoras de Trail run e membros das equipes de corrida desta modalidade. Na reunião, prosseguiu-se aprofundando a discussão dos tópicos que estarão presentes na Cartilha de Trail run, que será editada pelo CREF2/RS, e dirigida à divulgação aos praticantes, à sociedade e aos profissionais de Educação Física das noções de boas práticas para competir nesta modalidade, respeitando o meio ambiente e, principalmente, permitindo uma prática segura do esporte.

Anderson Freitas (CREF 025561-G/RS), membro da equipe Winners, explicou que durante a reunião os integrantes analisaram os itens obrigatórios que constarão na publicação. “Entre os objetos usados nas trilhas, constarão apitos localizadores, mochila ou cinto de hidratação, mantas térmicas e indicações de modelos adequados de tênis. Num primeiro momento, estes itens não serão obrigatórios, mas sim recomendados". Freitas argumenta que como no Rio Grande do Sul o esporte não está consolidado, e as empresas que organizam estes eventos ainda estão captando clientes, a imposição de muitas restrições prejudicaria a difusão do Trail run. “A solução encontrada pela Câmara foi a publicação desta cartilha de boas condutas, com o intuito de iniciar uma cultura de segurança nos competidores", acrescentou.

Segundo Anderson, outros tópicos da cartilha abordarão são a conduta dentro da trilha, o condicionamento físico adequado para a prática do Trail Run, qual a orientação correta a ser dada pelos profissionais de Educação Física aos competidores nestas provas, como se postar corretamente com o bastão da caminhada, qual o procedimento para a entrada e a descida nas trilhas, pois no ambiente em que ocorre o Trail Run, haverá pedras, limo, buracos e outros obstáculos naturais. Também será abordado qual o comportamento adequado ao avistar cobras, aranhas, escorpiões, colmeias de abelhas e outros animais silvestres nas trilhas Outro ponto debatido e que será incluído no documento é a sugestão ao competidor que informe seu Responsável Técnico no momento da inscrição nas provas. “Como ainda estamos num processo de migração de atletas de rua para o Run Trail, tentamos demonstrar que esta informação lhes dará segurança tanto física como legal, e será uma referência importante para que os organizadores saibam que o competidor está apto para a prova, chancelado por um profissional de Educação Física”, assegurou.

Anderson ressaltou que todos estes cuidados visam a implantação do esporte com o máximo de profissionalismo, cuidados pessoais e preservação ambiental no nosso estado. "Como a cultura do Trail run não está consolidada, já houve casos de risco para os competidores, como no caso em que uma mãe queria fazer uma trilha com seu filho acomodado em um carrinho de bebê, atitude barrada pelo organizador, dado o grau de riscos à que a criança estaria exposta. Ficando em apenas um exemplo hipotético, um incidente com abelhas no meio da trilha poderia provocar óbito do bebê rapidamente”, exemplificou. Anderson prevê que essa Cartilha, que visa a orientação dos novos esportistas e conscientização da sociedade e dos profissionais de Educação Física, reflete o esforço inicial, e que deverá ser constante, na educação e orientação dos participantes da modalidade, permitindo a assimilação desses bons hábitos que são sugeridos, permitindo aos competidores que ponderar qual a atitude mais recomendada às situações que ocorrem durante os percursos.

“Neste sentido, colocamos às empresas que neste primeiro momento eles até podem perder clientes, mas que isto será um filtro que revelará quais competidores estão realmente aptos para praticar o Trail Run, fato que trará mais segurança, tanto física dos competidores como jurídica dos organizadores. Neste sentido, já estamos planejando que a Câmara de Corrida de Rua institua um ranking para estas provas, que indicariam o nível de segurança e organização, baseados nos tópicos da cartilha”, complementa.

“A explosão do segmento Trail Run acontecerá a partir do momento em que as empresas se tornarem altamente profissionalizadas, o que me leva a crer que em dois anos teremos empresas de altíssimo nível no Sul do país. No momento, percebo que as equipes ainda não têm segurança em relação às exigências das empresas, pois os grupos de corrida estão no processo de migração do asfalto para a trilha”. Anderson constata que as empresas gaúchas ainda trabalham com um público restrito, com competições girando em torno de 200 atletas, e que podem alcançar 500 competidores em provas de maior destaque no calendário. No Rio Grande do Sul, o profissional cita alguns pontos mais conhecidos para competições de Trail Run locais como o Morro da Borússia, em Osório, o Salto Ventoso, em Farroupilha, o Ninho da Águias, em Nova Petrópolis, algumas trilhas de Taquara e o Morro da Apamecor, em Porto Alegre.

Freitas também analisou o processo de transição dos atletas de corrida de rua da capital gaúcha para as competições nas trilhas. "Pelas características urbanas de Porto Alegre, com sua geografia plana, ao percorrerem trilhas, o cliente inicialmente desfruta mais o meio ambiente e as belezas das trilhas, do que propriamente a competição, que demandaria fazer o trecho no menor tempo, levando equipamento para necessidades básicas de sobrevivência”, esclarece. Anderson acredita que este contato inicial com o esporte tende a ser mais lúdico porque em determinadas competições em trilhas exigem do atleta uma demanda de energia que pode chegar ao dobro ou até mesmo o triplo da utilizada em corridas de rua, trabalhando outro tipo de musculatura e outra rota metabólica, inclusive com passadas diferentes para cada tipo de terreno.

A próxima reunião da Câmara Técnica de Corrida de Rua está marcada para o dia 13 de setembro na sede do CREF2/RS. Na pauta serão estudados detalhadamente todos os tópicos da cartilha, com novas inserções de informações e orientações e adaptações de texto.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua faz segunda reunião para regramento do Trail Run
13/07/2018
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou sua reunião mensal no dia 12 de julho, na sede do CREF2/RS, a qual contou com a presença de nove representantes de empresas organizadoras de Trail Run. Na ocasião, foi retomada a pauta do encontro anterior, que consiste num trabalho de orientação, regramento e conduta para o Trail Run. O esporte vive um momento do “boom” e, nos últimos anos, tem tido crescimento exponencial inclusive no Rio Grande do Sul. Vários fatores levam os corredores de rua para esta modalidade, explica a presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS). “Muitas pessoas estão migrando para esta modalidade pela saturação com o ambiente urbano, pelo apelo da Natureza e também pelo grau de dificuldade exigido pela trilha”, argumenta.

Ainda de acordo com Cláudia, atualmente existem vários organizadores de corridas de trilha no estado, mas é preciso atentar que a prática deste esporte exige muita responsabilidade e segurança. “Chegamos à conclusão na reunião passada, quando trouxemos um dos organizadores de Trail Run mais que representativos do estado, quando ele ponderou que já existiam muitos eventos sem a presença do Responsável Técnico ou que não tinham a empresa formada, o que dá mais segurança jurídica”, opinou. "Então hoje reunimos para debater estes assuntos nove organizadores de evento e dois promotores do esporte sem registro, além dos membros da Câmara Técnica”, contabilizou.

A presidente da Câmara afirmou que o encontro demonstrou o comprometimento destes organizadores com a exigência da participação de um Responsável Técnico nos eventos. "Daqui também surgiu uma ideia bacana de nós criarmos uma publicação especial para o Trail Run, nos moldes da Cartilha de Corrida Rua editada pelo CREF2/RS". O objetivo, segundo Cláudia, será divulgar à sociedade e aos profissionais de Educação Física as boas práticas para o participante desta modalidade em relação ao meio ambiente e, principalmente, em relação à segurança, pois a atividade envolve um grau de complexidade maior, e que deve ser respeitado não só pelo esportista, mas também por parte do organizador. Quem está organizando uma trilha tem que entender a necessidade essencial do Responsável Técnico”.

Cláudia adiantou que um dos objetivos para a próxima reunião, que ocorrerá em 16 de agosto, será normatizar a criação, a organização e a condução dos eventos. A presidente da Câmara disse que ficou bastante impressionada com a aceitação dos participantes do CREF2/RS nestas decisões, ficando claro o respeito conquistado pela Autarquia no meio. “Pareceu-me que eles se sentiram muito mais acolhidas tendo respaldo institucional do Conselho”, avaliou. "Até porque eles têm respaldo do CREF2/RS para possíveis denúncias, pois é obrigatório a todo evento a presença de um Responsável Técnico, conforme a Lei 9696/98".

Além dos nove organizadores de eventos de trilha, participaram da reunião a presidente da Câmara Cláudia Lucchese (CREF 002358-G/RS), Darlan Souza (CREF 015393-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS), Eduardo Remião (CREF 001855-G/RS), Luis Leandro Grassel (CREF 009564-G/RS), Renato Rimoli Capparelli (CREF 002109-G/RS), Anderson Freitas (CREF 025561-G/RS) e Rodrigo Nascente dos Santos (CREF 007110-G/RS).

A próxima reunião da Câmara Técnica de Corrida de Rua será realizada no dia 16 de agosto na sede do CREF2/RS, a partir das 14h.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Reunião da Câmara Técnica de Corrida de Rua discute Trail Run
11/06/2018
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou sua reunião no dia 7 de junho, na sede do CREF2/RS. Na ocasião, a presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), informou que um dos principais objetivos a serem propostos aos profissionais de Educação Física e à sociedade será estabelecer um regramento específico para organizar corridas de rua, já que o papel do CREF2/RS é fiscalizar os profissionais de Educação Física e não os competidores. Além desse ponto, será iniciado um trabalho de orientação sobre regras e conduta para o Trail Run. A modalidade é cada vez mais popular e apresenta desafios diferentes da corrida de asfalto, sendo um esporte que consiste em correr “fora de pista”, por trilhas de montanha ou caminhos secundários, cruzando riachos e rios, com subidas e descidas íngremes.

Durante a reunião, o profissional Luís Leandro discorreu sobre o que precisa para organizar uma prova de Trail Run, que é registrado no Brasil com a marca “Circuíto Trilhas e Montanhas”, e elencou uma série de itens para que se protocole o conjunto de regras e condutas para o esporte. Além disto, Leandro disse que a Confederação Brasileira de Atletismo já possui algumas normas sobre o esporte. Ele também deu uma visão sobre os negócios que são gerados pelo Trail Run. Já João Remião comparou o tipo de organização de provas entre as modalidades corridas de rua e Trilhas e Montanha. Na primeira, não existe a necessidade de um profissional na organização, mas sim de um responsável técnico com registro de no CREF2/RS. Na segunda modalidade, também há necessidade de um RT, mas com conhecimentos de terrenos e montanhas.

Cláudia Lucchese questionou sobre a metodologia de treinos, e se os grupos se reúnem sem Rts. Damião colocou a proposta de se “blindar” as inscrições de RT com uma norma que só aceitem profissionais de Educação Física. Segundo Fabiano Braun, a planilha de corrida de quem deseja migrar para as montanhas deve incluir treinos específicos em superfícies instáveis como a areia e em subidas. Em paralelo, é imprescindível investir em treinos de força, com exercícios em escadas e saltos, por exemplo.

A reunião teve a participação especial do maratonista Ronaldo da Costa (CREF 010568-P/DF), que esteve em Porto Alegre, uma das cidades escolhidas para as comemorações dos 20 anos da Recorde mundial da maratona de Berlim, quando ele completou a prova em 2h06min05. Ele já havia ganho a tradicional Corrida de São Silvestre dois anos antes e chegado ao pódio nos Jogos Pan-americanos de 1995, na Argentina, conquistando o bronze para o Brasil. Atualmente Ronaldo está no 5º semestre do bacharelado em Educação Física. “Temos talento, precisamos lapidar. Não adianta pensar apenas em bater recorde. Precisamos de profissionais de Educação Física capacitados para treinar nossos jovens”, afirmou.

A reunião foi composta pela presidente da Câmara Cláudia Lucchese (CREF 002358-G/RS), Darlan Souza (CREF 015393-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS), Rodrigo Nascente (CREF 007110-G/RS), Renato Rimoli Capparelli (CREF 002109-G/RS), Eduardo Remião (CREF 001855-G/RS) e o coordenador para Trilhas e Montanhas, Luis Leandro Grassel (CREF 009564-G/RS).

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Frente em Defesa do CETE articula manifestações no local
23/04/2018
Fonte: CREF2/RS

O vice-presidente do CREF2/RS Lauro Aguiar (CREF 002782-G/RS) participou no último dia 19 da reunião da Frente Parlamentar em Defesa do Direito Social ao Esporte, Lazer e Recreação, realizada no salão Ana Terra da Câmara Municipal de Porto Alegre. O encontro foi presidido pela vereadora Sofia Cavedon e contou com as presenças de Edgar Meurer, ex-secretário Municipal de Esportes, ex-diretor do CETE e ex-conselheiro do CREF2/RS e do CONFEF, professores da ESEFID/UFRGS, Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, professores e profissionais de Educação Física, treinadores e atletas de confederações dos mais variados esportes além de representantes da Associação de Moradores do Bairro Menino Deus. A pauta do encontro foi a intenção do governo estadual em transformar o Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE), no bairro Menino Deus, na nova sede do Corpo de Bombeiros.

A vereadora chegou na reunião vinda de uma audiência com o promotor de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística do Ministério Público Estadual (MP), Cláudio Ari Pinheiro de Mello, e representação de diversas Federações, dos Moradores, da Universidade Federal/ UFRGS que tratou da transferência. O promotor explicou que os participantes expuseram as inconformidades com a proposta do Estado e solicitaram a intervenção do Ministério Público. “Tomei a decisão para investigar os pontos já salientados. Na semana que vem, na quarta-feira, faremos uma visita para que as entidades nos mostrem a sua visão sobre o local. Eu conheço bem o CETE, mas eles entendem o desenho do projeto estabelecido pelo governo e do que poderia ser afetado no espaço”, disse.

Outro ponto observado por Mello é o impacto para a rua Gonçalves Dias. “A avaliação do impacto urbanístico, feita por especialistas, e nós temos na promotoria esses profissionais, assim como a prefeitura deve ter também, vai ser fundamental. Vamos acompanhar o estudo feito por eles”, afirmou.

Já na reunião da Frente Parlamentar, a vereadora afirmou que o promotor de Justiça visitará o CETE no dia 25, no final da tarde, momento de maior atividade esportiva do Centro. O promotor ficará analisando as instalações, o entorno e a as práticas físicas por cerca de 1h30min. O ex-secretário Meurer convocará o ex-deputado Vieira da Cunha e agora promotor do Estado para acompanhar a visita.

Lauro Aguiar explicou que a Câmara Técnica de Corrida de Rua do CREF2/RS, que acompanha os grupos de corrida de rua em Porto Alegre, iniciou em uma época que este esporte estava tomando conta dos parques e praças. A partir deste momento se organizou todo este movimento, e se criou o Dia da Corrida de Rua. Em defesa do CETE, se desenvolveu um evento para que todos os grupos de corrida de rua participem, marcando presença, junto com a SOGIPA e a Federação Gaúcha de Judô e demais federações e atletas que se juntarem ao movimento.

Conforme Sofia, nas manifestações ficou caracterizado, pelos diversos segmentos, a especificidade e singularidade do CETE, que vai da inclusão à excelência em 21 modalidades de esportes e lutas. "São 1600 jovens, crianças, adolescentes que praticam, diariamente, aulas de esporte no local. Além disso, todos os praticantes espontâneos chegam de três a quatro mil por dia", destaca a vereadora. O Centro também foi o berço de atletas gaúchos renomados, como a ginasta Daiane do Santos, o judoca João Derly, os jogadores de vôlei Paulão e Renan, dentre tantos outros.

Frente Parlamentar em Defesa do Direito Social ao Esporte, Lazer e Recreação



O número de corredores de rua não para de aumentar em Porto Alegre
23/04/2018
Fonte: CREF2/RS

Seja apenas no fim de semana ou sempre que pode, há um grupo que não para de aumentar no Brasil: o de pessoas que participam das corridas de rua. O número de corredores de rua cresceu mais de 50% nos últimos 5 anos e, atrás de tanta gente, tem gerado uma variedade enorme de pequenos e grandes negócios. Com o aumento dos adeptos desse esporte houve um significativo crescimento da mídia especializada - com revistas e sites promovendo a modalidade - e dos fabricantes voltados para esse segmento, que passaram a oferecer tênis cada vez mais modernos e arrojados, camisetas com tecnologias que melhoram a regulação térmica do corpo, e produtos similares. Também ocorreu um incremento na estrutura de apoio fornecida pelas empresas organizadoras dos eventos, que passaram a oferecer melhor suporte antes e após a prova, através de maior facilidade de pagamento das inscrições, de consulta dos resultados e até mesmo de busca de fotos dos atletas tiradas durante as competições.

Este aumento vertiginoso de esportistas também foi sentida no Rio Grande do Sul e, em especial, na capital gaúcha. Tal representatividade fez com que o Município de Porto Alegre sancionasse, em 2017, a Lei 12.225, que determina a data de 24 de abril como Dia Municipal em Homenagem Corrida de Rua. A indicação foi da Câmara Técnica de Corrida de Rua do CREF2/RS.

Segundo a presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), o "boom" nas corridas de rua se deve a múltiplos fatores. “Hoje cada vez mais pessoas se encantam por esse esporte, que é democrático, pois teoricamente qualquer pessoa pode colocar um tênis, uma bermuda e sair para correr. E por ser uma atividade aeróbica, na maioria das vezes, podemos perceber que a evolução do condicionamento cardiorrespiratório é um dos fatores importantes nessa prática. Mas além disso, o que se percebe ainda é o prazer e a sensação de estar do indivíduo que participar de corridas”, explica. Muitos estudos relatam a liberação de hormônios do "bem", como a serotonina, quando se pratica a corrida. E esse hormônio é o grande remédio contra sentimentos de solidão e depressão.

Cláudia explica que esse esporte também proporciona a possibilidade de interagir com o meio ambiente, fazer novas amizades e com isso a sensação de pertencimento a um grupo com os mesmos objetivos. “Muitas pessoas que participam de provas de corridas de rua não buscam tanto a alta performance, e sim os benefícios acima descritos e principalmente a questão da superação, de saber que a competição é consigo mesma e isso o torna mais resiliente”, ressalta.

Mas, como todos os outros esportes, a corrida exige muitos cuidados e principalmente o acompanhamento de profissionais de Educação Físicas capacitados para que se evitem lesões importantes ou problemas cardiorrespiratórios, por exemplo. Uma pesquisa desenvolvida pela Unicamp com o objetivo de verificar a prevalência de lesões dos participantes nos corredores de rua constatou que cerca de 31% dos entrevistados relataram algum tipo de lesão. As lesões são mais recorrentes entre os que se submetem a maiores cargas de treinamento e mais participações em provas. A pesquisa indica que os corredores que vêm praticando corrida há mais tempo e que se submetem a maiores cargas de treinamento são mais suscetíveis a lesões, embora estas inferências devam ser confirmadas por outros estudos.

E é nesse sentido que a Câmara técnica de Corrida de Rua vem se reunindo periodicamente desde 2016. São profissionais de Educação Física que trazem seu conhecimento nessa área e discutem sobre quais as melhores ações para divulgar à sociedade que correr com segurança deve passar por algumas etapas como avaliação médica, avaliação física, atividades educativas e sempre com evolução de acordo com a especificidade de cada indivíduo. “Assim, muitas assessorias ou grupos de corridas têm se formado no Brasil e em nosso Estado. Sempre supervisionados por profissionais de Educação Física habilitados, o corredor tem a chance de praticar esse esporte com mais segurança e ainda evoluir na técnica e em outras competências necessárias”, avalia Cláudia.

Câmara técnica de Corrida de Rua



Câmara de Corrida de Rua analisa projeto municipal que regula o uso de espaços públicos
12/05/2017
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou sua reunião mensal no dia 11, na sede do CREF2/RS. Na ocasião, esteve presente o assessor do deputado federal João Derly, Marcelo Xavier, que trouxe informações sobre o projeto protocolado pelo vereador porto-alegrense professor Tóvi, que regulamenta o uso de espaços públicos. Marcelo disse que a Câmara Técnica poderia contribuir com emendas para o aperfeiçoamento da lei. Junto a isto, o assessor informou que foram encaminhados solicitações de mais pistas de corridas nos parques da cidade.

Com a informação da presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), de que o vereador Mendes Ribeiro já havia protocolado projeto semelhante, o assessor explicou que será criada uma comissão para que os interessados possam se reunir e, através de votação, melhorar os projetos. Marcelo disse que como o projeto foi encaminhado há pouco tempo, este pode ser acrescido de emendas, sugerindo uma reunião ampliada onde o PL será reestruturado de acordo com os objetivos da Câmara Técnica de Corrida de Rua. Por fim, Cláudia solicitou que o projeto seja encaminhado para a Câmara Técnica e o projeto do vereador Mendes ribeiro seja enviado ao assessor do deputado João Derly. “Com isso, a equipe da Câmara Técnica estará ciente dos dois projetos e quais as melhorias e mudanças irão ocorrer”, concluiu.

Participaram da reunião, além dos já citados acima, Darlan Souza (CREF 015393-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS), Juliano Maciel ( CREF 016431-G/RS), Renato Rimoli Capparelli (CREF 002109-G/RS), Leonardo Ribas (CREF 003760-G/RS) e Eduardo Remião (CREF 001855-G/RS).

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua realiza sua última reunião do ano
05/12/2016
Fonte: CREF2/RS

Na tarde do dia 1º de dezembro, a Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou sua última reunião de 2016. Entre os temas tratados, debateu-se a organização de corridas de rua, com possibilidade de agregar um link para responsável técnico dos grupos e assessorias no momento da inscrição. A presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), sugeriu elaborar um Contrato de Convivência, para ser entregue no momento da inscrição, a fim de que todas as assessorias e inscritos saibam as regras das provas. Os profissionais falaram sobre a organização das provas e possíveis mudanças para melhorias. Houve a sugestão de que as tendas fiquem ao longo do percurso, e o grupo se responsabilizou em fiscalizar para que a pista não seja invadida.

Cláudia colocou em pauta o parecer sobre as regras para as assessorias e grupos para inscrições em provas, explicando que o CREF2/RS está aguardando sugestões para então atuar com fiscalização de grupos de corrida e organização de eventos de corrida de rua. A presidente também afirmou que o CETE ultimamente vem recebendo fiscalização e que profissionais estão sendo autuados. Por fim, a presidente ficou de redigir um modelo do parecer e enviará aos demais participantes, para possíveis adequações.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua reúne-se com coordenadora da Fiscalização do CREF2/RS
14/11/2016
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua reuniu-se no dia 6 para tratar, dentre outros temas, da realização de “Treinão-Rumo à Maratona”, com data sugerida para o dia 13 maio de 2017. Foi sugerido que cada assessoria possa sair de um ponto da cidade com distâncias e percursos diferentes. A chegada seria no Largo Zumbi dos Palmares, com hidratação, frutas, premiação, etc.

A coordenadora da Fiscalização Fernanda Rodrigues (CREF 009604-G/RS), compareceu à reunião a fim de esclarecer os objetivos do parecer que será construído para fiscalizar grupos e assessorias que praticam a atividade de forma irregular. Fernanda lembrou que caminhada orientada, onde ocorre cobrança e não possui profissional formado orientando a atividade é exercício ilegal da profissão.

A coordenadora dos fiscais disse também que para isso devem ser criadas leis municipais ou estaduais que possam embasar as normas e esclareceu que é necessário que os estagiários sejam identificados como tal, e que isso é uma orientação e não uma obrigação. Fernanda lembrou que a cada 10 estagiários deve haver um profissional, além da necessidade das assessorias possuírem um responsável técnico e que o mesmo deve estar presente nos treinos e nas competições. Todos concordaram que a edição de uma cartilha sobre corrida de rua auxiliará na construção destas regras.

Também participaram da reunião a presidente da Câmara Cláudia Lucchese(CREF 002358-G/RS), Darlan Souza (CREF 015393-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS) e o estagiário Vítor Konrath

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua realiza pesquisa com profissionais da área
24/06/2016
Fonte: CREF2/RS

Com o objetivo de planejar as suas ações de acordo com as necessidades apontadas por aqueles que vivenciam o dia a dia da área, a Câmara Técnica de Corrida de Rua do CREF2/RS está fazendo uma pesquisa com os profissionais que trabalham com corrida de rua. O questionário, aberto à participação de quem atua com a modalidade, pode ser acessado aqui.

Com cinco perguntas de respostas rápidas e fáceis, o formulário pede a opinião dos profissionais que atuam com a corrida de rua sobre as necessidades relacionadas à rotina de trabalho e ao treinamento de corrida e ainda pede uma avaliação sobre os eventos realizados no Rio Grande do Sul, ao que se refere à hidratação oferecida durante a prova, segurança, escolha do local e valores de inscrição. O resultado desta pesquisa irá auxiliar as ações futuras da Câmara.

A Câmara Técnica de Corrida de Rua do CREF2/RS é presidida pela conselheira Cláudia Lucchese (CREF 002358-G/RS) e realiza encontros mensais na sede do Conselho, em Porto Alegre. A próxima reunião está marcada para o dia 1º julho e todos os profissionais interessados estão aptos para participar. Mais informações nesta página ou pelo e-mail secretaria@crefrs.org.br.

Corrida de Rua Câmaras Técnicas



Vereador Mendes Ribeiro participa de reunião da Câmara Técnica de Corrida de Rua
21/06/2016
Fonte: CREF2/RS

No dia 17, a reunião mensal da Câmara Técnica de Corrida de Rua recebeu o vereador Mendes Ribeiro. Na ocasião, Ribeiro expôs seu projeto para regulamentação das atividades em parques e espaços públicos, dentre elas a corrida de rua. A assessora parlamentar Roberta Michellon explicou que existem assessorias que utilizam praças e quadras apenas para seus alunos, ocupando um equipamento que é da população em geral. Roberta também informou que o projeto já passou pela primeira comissão. “O quanto antes for estruturado o projeto, mais rápido ele será aprovado”, afirmou.

A presidente da Câmara Cláudia Luchese (CREF 002358-G/RS) questionou se o objetivo do projeto é regulamentar o profissional de Educação Física, e se eles serão notificados. O profissional Juliano Maciel (CREF 016431-G/RS) lembrou sobre a importância da utilização dos parques e praças e da relevância do papel do profissional de Educação Física e assessorias na orientação das atividades físicas nestes espaços, ressaltando que o projeto de regulamentação facilitaria o uso destes equipamentos.

Participaram da reunião Cláudia Lucchese (CREF 002358-G/RS), a conselheira do CREF2/RS Débora Garcia (CREF 002202-G/RS), o vereador Mendes Ribeiro, a assessora parlamentar Roberta Michellon, Wayne Feil Wong (CREF 019387-G/RS), Juliano Maciel (CREF 016431-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS), o estagiário Vítor Konrath e a jovem aprendiz Renata Piedade.

A próxima reunião da Câmara será no dia 1º de julho, às 14h, e todos os profissionais interessados estão aptos para participar. Mais informações nesta página ou pelo e-mail secretaria@crefrs.org.br.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara de Corrida de Rua elabora questionário para profissionais envolvidos com Corridas de Rua
10/05/2016
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua reuniu-se no dia 6 para tratar, dentre outros temas, do material que servirá como base do guia de corridas de ruas, previsto para ser lançado em breve pelo CREF2/RS. Estiveram presentes à reunião a presidente da Câmara Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), Darlan Souza (CREF 015393-G/RS), João Thielem (CREF 015011-G/RS), Diogo Lopes Castilhos (CREF 008405-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS) e a estagiária Franciele Dias Lopes.

Na ocasião, foi elaborado um questionário que será enviado por e-mail aos profissionais de Educação Física envolvidos corridas de rua. Os dados compilados servirão para nortear as estratégias que a Câmara adotará em 2016.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara de Corrida de Rua comemora Dia Mundial de Saúde na Câmara Municipal de Porto Alegre
08/04/2016
Fonte: CREF2/RS

Nesta quinta-feira (7), a Câmara Técnica de Corrida de Rua do CREF2/RS participou do período especial de Comunicações da Câmara Municipal de Porto Alegre, cujo tema foi caminhada e corrida de rua, proposto pelo vereador Mendes Ribeiro (PMDB). O evento fez parte das comemorações ao Dia Mundial da Saúde. A presidente da Câmara Técnica de Corrida de Rua, Cláudia Lucchese (CREF 002358-G/RS), discursou na ocasião, destacando a importância da atividade física como forma de prevenção de doenças.

“Gosto muito do conceito criado em 1970 que preconiza trabalhar a promoção da saúde, pois isto é que tira as pessoas dos hospitais e garante alegria e qualidade de vida”, afirmou. Ela explicou que a Organização Mundial da Saúde define a saúde como um estado de bem-estar físico, mental e social. “E são estes os objetivos que os profissionais de Educação Física pretendem alcançar”, complementou. Cláudia ressaltou uma das bandeiras de luta da Câmara de Corrida de Rua em sua fala. “Defendemos a utilização segura dos espaços públicos para a realização das atividades físicas, e também proporcionar orientação técnica para a realização de corridas e caminhadas".

A presidente da Câmara também propôs que seja criado o Dia Municipal da Corrida de Rua, em 24 de abril, que marca a realização da primeira Maratona de Porto Alegre em 1983. Cláudia sugeriu que o projeto de lei seja encaminhado pelo vereador Mendes Ribeiro (PMDB), que substitui o vereador e conselheiro Federal do CONFEF Professor Garcia (CREF 000002-G/RS), que se encontra afastado da Câmara em licença-saúde.

A vereadora Jussara Cony (PCdoB) destacou que a saúde precisa ser encarada como bem-estar e estilo de vida ativo. “Talvez seja um sonho, mas eu sonho que possamos ter academias junto aos postos de saúde, com orientação de profissionais de Educação Física, dentro de uma equipe multidisciplinar pelo SUS”, salientou. Mendes Ribeiro (PMDB) ressaltou a obrigação de incentivar a prática de atividades físicas para a melhoria da saúde, especialmente as corridas de rua e as caminhadas. Dr. Thiago Duarte (DEM) também abordou a importância da atividade física para a prevenção de doenças. “Principalmente quando se fala em diabetes, que é uma das doenças com mais incidência na nossa população de mais idade”.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara de Corrida de Rua celebra Dia Mundial da Saúde na Câmara Municipal de Porto Alegre
05/04/2016
Fonte: CREF2/RS

Na tarde do dia 1º de abril, a Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou sua reunião mensal. Entre os temas tratados, debateu-se a convocação dos profissionais de Educação Física à comemoração ao Dia Mundial de Educação Física, que se realizará no dia 7, às 16h, no plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal de Porto Alegre. O evento terá como tema a corrida de rua, e a presidente da Câmara Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS) apresentará projetos para divulgar e incentivar a prática da caminhada e da corrida de rua.

Na mesma reunião também foi discutida a inclusão do calendário de corridas anual no site do Conselho, divulgando valores, datas e temática de cada evento. Além disto, foi retomada as tratativas para confecção da cartilha de corrida de rua e caminhada. A representante Michele Witcel, da Happy Frutas, esteve presente e apresentou produtos alimentares saudáveis que a empresa comercializa.

Participaram da reunião a presidente da Câmara Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), Renato Rimoli Capparelli (CREF 002109-G/RS), Darlan Souza (CREF 015393-G/RS), Wayne Feil Wong (CREF 019387-G/RS), João Thielem (CREF 015011-G/RS), Diogo Lopes Castilhos (CREF 008405-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS) e a recém-formada Eduarda Aguiar.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua propõe evento direcionado às assessorias esportivas
07/03/2016
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua reuniu-se no dia 4 para tratar, entre outros temas, da organização de um evento reunindo todas as assessorias de corrida que contam com profissionais de Educação Física. Após o encontro, haverá um treino. Segundo a presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), a programação visa preparar os participantes para a 33ª Maratona Internacional de Porto Alegre. “A prova, considerada a mais rápida do Brasil, será disputada em 12 de junho, com largada e chegada na Avenida Augusto de Carvalho, junto ao Parque Maurício Sirotsky Sobrinho”, disse Cláudia.

Na reunião, que contou com a presença do vice-presidente do CREF2/RS Lauro Aguiar (CREF 002782-G/RS), também foi debatida a edição do Manual de Caminhada e Corrida da Rua do CREF2/RS, documento que deverá ser elaborado coletivamente, com apoio dos profissionais de Educação Física. Para aumentar a visibilidade da Câmara, o vice-presidente do CREF2/S sugeriu o estabelecimento do Dia da Corrida, com caráter multidisciplinar, abrangendo outros profissionais ligados à saúde. “Estes eventos propostos deverão preparar a sociedade para o lançamento do Manual da de Caminhada e Corrida da Rua”, ponderou Lauro.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua organiza sua participação no Dia Mundial da Saúde
22/02/2016
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou, na tarde do dia 19, sua reunião mensal. Entre os temas tratados, foram debatidas as ações que a Câmara pretende realizar no Fórum das Entidades da Saúde de Porto Alegre e do estado, evento que ocorrerá em comemoração ao Dia Mundial da Saúde (7 de abril), bem como o conteúdo da cartilha de corrida de rua a ser editada em breve pela Câmara.

Segundo a presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), o momento é bastante propício para a modalidade no estado “Vemos o número de adeptos e de eventos crescendo, o que também desperta o interesse da mídia”, constatou. O maratonista Darlan Souza (CREF 015393-G/RS) sugeriu que a Câmara tenha uma pessoa responsável por fiscalizar o pré-prova, e que após cada competição ocorra uma avaliação, obtendo-se com isto um gráfico de satisfação. Juliano Maciel (CREF 016431-G/RS) afirmou que os organizadores devem ter conhecimento dessas avaliações para que todos consigam se organizar. “Essa análise deve durar em torno de 12 meses”, calculou.

A presidente da Câmara sugeriu a confecção de um selo de qualidade para empresas e professores que trabalham na área, incentivando que os mesmos estejam de acordo com as normas da futura cartilha criada pela Câmara. Darlan Souza trouxe três tópicos para nortear a cartilha: nutrição, segurança e arbitragem. “Todo evento deve ter essas três bases e, dentro disso, pode haver pequenos tópicos avaliativos de pré e pós-prova”, disse Souza. Já Juliano Maciel ressaltou a importância de que as assessorias e os professores informem aos alunos sobre os regulamentos das provas. “Também é fundamental que os organizadores estejam em sintonia com órgãos como CBAT, Secretaria do Esporte, SMAM, EPTC e Brigada Militar”, afirmou.

Estiveram presentes à reunião Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), Gabriel Picarelli Mafalda (CREF 015471-G/RS), Renato Rimoli Capparelli (CREF 002109-G/RS), Juliano Maciel (CREF 016431-G/RS), Gabriela Cidade Seadi (CREF 018859-G/RS), Wayne Feil Wong (CREF 019387-G/RS), Darlan Souza (CREF 015393-G/RS), João Luis Thielem (CREF 015011-G/RS), Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS), Kyria Soares, assessora do vereador de Porto Alegre Professor Garcia (CREF 000002-G/RS) e a estagiária Luzia Pinto.

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua participa do Dia Mundial da Saúde
13/01/2016
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou, na tarde desta quarta-feira (13), sua reunião mensal. Entre os temas tratados, foram debatidas as ações que a Câmara pretende realizar no Fórum das Entidades da Saúde de Porto Alegre e do estado, evento que ocorrerá em comemoração ao Dia Mundial da Saúde (7 de abril).

Segundo a presidente da Câmara, Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), a ação deverá acontecer no Parque da Redenção, em Porto Alegre, na primeira quinzena de abril, e seguirá os protocolos da Organização Mundial de Saúde que recomendam a caminhada e a corrida de rua como alternativas democráticas e baratas de atividade física. “Esta será uma ótima oportunidade para a Câmara sensibilizar a população quanto a necessidade de modificar o estilo de vida sedentário e praticar atividade física regular, a fim proporcionar maior qualidade de vida”.

Cláudia ressaltou a integração de novas assessorias esportivas à Câmara, bem como a participação na reunião do profissional de Educação Física Diogo Lopes Castilho (CREF 008405-G/RS), que explanou as atividades desenvolvidas pelo SESI-RS, local em que trabalha. Também foi iniciado o estudo do conteúdo de uma cartilha sobre caminhada e corrida de rua, que será editada para profissionais de Educação Física e população.

Estiveram presentes à reunião Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), Gabriel Picarelli Mafalda (CREF 015471-G/RS), Renato Rimoni Capanelli (CREF 002109-G/RS), Juliano Maciel (CREF 016431-G/RS), Diogo Lopes Castilho (CREF 008405-G/RS) e Kátia Ferreira (CREF 014403-G/RS).

Câmara Técnica de Corrida de Rua



Câmara Técnica de Corrida de Rua realiza sua primeira reunião
16/12/2015
Fonte: CREF2/RS

A Câmara Técnica de Corrida de Rua realizou, na tarde desta terça-feira (16), sua primeira reunião oficial. Presidida por Cláudia Ramos Lucchese (CREF 002358-G/RS), teve como participantes Juliano Monaco Maciel (CREF 016431-G/RS), Gabriel Picarelli Mafalda (CREF 015471-G/RS), Wayne Feil Wong (CREF 019387-G/RS), Rita Abero (CREF 001782-G/RS) e a estagiária Luzia Pinto. A reunião foi aberta pela presidente do CREF2/RS, Carmen Masson (CREF 001910-G/RS), e pelo vice-presidente do CREF2/RS, Lauro Aguiar (CREF 002782-G/RS), que conversaram com os profissionais sobre o Conselho, as atividades das Câmaras e os critérios para integrá-las.

“Este é um compromisso que demanda seriedade e responsabilidade, e o único pré-requisito para participar da Câmara é ser registrado no Conselho e estar em dia com suas obrigações estatutárias”, destacou Carmen. “A partir de hoje, vocês tornaram-se nosso órgão consultivo sobre corrida de rua”, complementou. Lauro explicou que todos os documentos produzidos na Câmara são oficiais e direcionados à sociedade e aos profissionais de Educação Física que queiram trabalhar com corrida de rua. “Nós temos a página da Câmara, com livre acesso, que deve ser utilizado como ferramenta de debate e diálogo”, ressaltou.

Durante a reunião, a presidente da Câmara, Cláudia Lucchese, defendeu a valorização dos espaços públicos, uma das principais características corrida de rua, e a possibilidade de participação da Câmara no Dia Mundial da Saúde. Entre os vários temas debatidos, a importância de se ter profissional de Educação Física como responsável técnico nas corridas de rua, estratégias para ampliar a busca de clientes corporativos e uma maior fiscalização frente a pessoas que se dizem treinadoras sem serem profissionais de Educação Física.

 “Este foi o primeiro contato na busca de novas ideias e a intenção é angariar mais profissionais e outras equipes para fortalecer as assessorias e valorizar o profissional Educação Física”, afirmou Juliano Maciel (CREF 016431-G/RS). Para Rita Abero (CREF 001782-G/RS), esta reunião marca o início de uma caminhada. “Este primeiro passo terá como reflexo a ampliação do respeito da sociedade não só das equipes de corrida, mas também dos profissionais de Educação Física”, disse Rita. De acordo com Cláudia Lucchese, além de valorizar a profissão, a corrida de rua se apresenta como um dos esportes mais democráticos existentes. “Utilizamos o meio ambiente de forma sadia, ajudamos a preservação dos parques, na luta para que a população tenha segurança pública, além de valorizarmos a socialização”, afirmou Cláudia.

Câmara Técnica de Corrida de Rua